3/31/2008
Skippy, o cangurú
Caixa do correio
Modelo clássico de caixa de correio CTT), normalmente afixado no exterior de um edifício público ou de uma qualquer mercearia.
Depósito de cartas de amores e desamores, alegrias e tristezas, encontros e desencontros. Para muitas pessoas e aldeias, o ponto de partida de pedaços de vida.
O correio electrónico e o serviço de mensagens por telemóvel generalizaram-se e hoje em dia as cartas de carácter pessoal quase não são usadas, muito menos as de amor mas apenas as facturas dos serviços domésticos ou os extractos das contas no banco ou dos seguros (enquanto não são totalmente substituidas pelo suporte electrónico).
Estas caixas, quase não existem, resistindo apenas em algumas aldeias, numa época em que mesmo os Postos dos Correios estão a fechar. A própria figura do carteiro deixou de ser romântica e confidente. Quase sempre é alguém a quem não conhecemos o nome nem nos habituámos à cara, sempre numa constante correria, numa moto apressada, como malabarista num circo.
Sinais dos tempos.
Totobola - Guia do apostador 1973/1974
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