Do catecismo “Que quereis de nós, Senhor?”, ficam aqui duas belas ilustrações (de Zé Manel) alusivas à celebração do Natal. Por aqui na minha aldeia a consoada é no próprio dia 25, pelo que ainda ansiosos pela ceia e encontro fraternal da família, deixamos votos renovados de um santo e feliz natal para todos os nossos visitantes, de modo especial para os mais frequentes.
12/25/2013
6/02/2011
Folhas de pais – Educação
Estas folhinhas, que coleccionei, num total de 24, impressas a duas cores (preto e laranja), para além dos textos, diferenciavam-se pelos diferentes desenhos que ilustravam a página de rosto, que por sua vez eram ilustrações retiradas de diferentes catecismos da época e anteriores, nomeadamente do Catecismo Nacional - Volume I, ilustrado por Laura Costa, do qual já fizemos referência.
A propósito de desculpas de preconceitos, de liberdades e garantias, fomos abandonando uma série de valores cívicos e morais em detrimento do facilitismo, do relaxamento, do deixa-andar. Na escola, outrora uma instituição de ensino mas também de educação, o que não são a mesma coisa, retirou-se a dignidade aos professores e com ela a autoridade. Conceitos e valores como disciplina, rigor e dever, tornaram-se obsoletos, retrógados, tudo em nome da liberdade. Não educamos, não disciplinamos nem deixamos que o façam por nós. Um ralhete de um professor mais ousado ao nosso filhinho e vamos logo de peito feito, com ar de ruins, a exigir satisfações e a reclamar castigo disciplinar para o professor.
Sendo assim, é lamentável, claro que é, mas, relembro, só estamos a colher o que semeamos e nesta nossa seara temos andado apenas a semear joio porque, convenhamos, semear, tratar e colher bom trigo exige canseiras, sacrifícios, rigor e disciplina, virtudes que há muito deixamos de ter.
5/16/2011
Caminhai na minha presença – Catecismo do 1º ano de catequese
Hoje, e deveria ter sido ao contrário, trouxe o seu "irmão", o volume da primeira classe, “Caminhai na minha presença”,, publicado na mesma data, com o mesmo formato, grafismo e orientação.
Estou certo que estes dois volumes estarão na memória de muitos quantos por essa época frequentavam a Catequese da Igreja Católica.
Sabe bem recordar.
3/15/2010
Memórias revisitadas - Livros escolares - 2
Livros de religião da escola primária
Vidas em flôr – Novo Livro de Leitura – 4ª Classe
Livro de Leitura da 4ª Classe – Ulysses Machado
Vós sereis o Meu Povo – Catecismo do 2º ano
Livros de leitura da Escola Primária
Livro de leitura da primeira classe
Catecismos da Primeira Comunhão
ABC dos Pequeninos - Livro escolar
Leituras para a 2ª classe - Livro escolar – 1941
História de Portugal para a 4ª classe
O novo livro de leitura da 4ª classe – 1973
"Que quereis de nós, Senhor?" - Catecismo da segunda classe
Caderno Escolar - Redacção e Gramática - 3ª classe - Prof. António Branco
Cadernos escolares - Monumentos
Cadernos escolares - A família Pituxa
Livro de leitura da segunda classe
Livro de leitura da terceira classe
Livro de leitura para a 4ª classe
cadernos escolares - Castelos
Tabuada
O livro da primeira classe - 1954
Caderno escolar - João de Deus
O livro da primeira classe - 1942
Livrinho da Tabuada
O Livro da Segunda Classe - Edição de 1958
3/07/2010
Livros de religião da escola primária
2/07/2010
Vós sereis o Meu Povo – Catecismo do 2º ano
O meu catecismo da primeira classe - “Doutrina Cristã – Catecismo Nacional - Vol. I"
Catecismos da Primeira Comunhão
"Que quereis de nós, Senhor?" - Catecismo da segunda classe
O Natal nos catecismos - I
- "Quem sóis Vós, Senhor?" - Catecismo do 1º ano - Iniciação
8/14/2009
Catecismos da Primeira Comunhão
4/11/2009
Morte de Jesus
4/10/2009
O meu catecismo da primeira classe - “Doutrina Cristã – Catecismo Nacional - Vol. I"
“ Eu sou a Verdade” – disse Jesus. O presente Catecismo vem dar cumprimento a um voto do Concílio Plenário. É destinado a todas as crianças de Portugal, que devem fazer a sua primeira Comunhão à roda dos 7 anos (como desejava São Pio X) a fim de despertar já nos seus corações infantis uma autêntica vida cristã.Foi para facilitar o trabalho educativo nas Famílias, nas Catequeses e nas Escolas, - a quantos são responsáveis pela alta missão de fazer desabrochar na alma infantil a virtude e a santidade, - que este Catecismo se elaborou por iniciativa do Venerando Episcopado.Espera-se que o zelo de todos os educadores cristãos faça valorizar o presente texto oficial, cujas lições se acham ligadas ao Tempo Litúrgico (de fins de Outubro a Maio: as lições marcadas –A, servem para melhor permitir essa ligação, na hipótese duma aula semanal).Ensinando-se, cuide-se da formação cristã da criança: atenda-se às condições várias da sua preparação cristã e desenvolvimento; faça-se com que ela compreenda toda a doutrina, a ame e aplique à sua vida; procure-se que retenha de memória o que deve reter e consequentemente se prepare de modo a poder já confessar-se e comungar pelo Tempo Pascal.Na festa de Nª Sª do Rosário, aos 7 de Outubro de 1953. M. Cardeal Patriarca.
2/07/2009
Santinhos da Comunhão Solene e outros
Noutra ocasião já falamos dos clássicos "santinhos", alusivos a algumas cerimónias religiosas, concretamente aos casamentos.
Hoje publicamos mais alguns "santinhos" relativos a outras ocasiões, tais como as emblemáticas Primeira Comunhão Comunhão Solene.
Quem não se recorda da sua Primeira Comunhão ou da Comunhão Solene, também conhecida como Profissão de Fé? Para todas as crianças que seguiam a doutrina católica, estes eram momentos únicos e que certamente ainda são recordados por todos quantos viveram estas etapas do percurso da religião católica. É claro que nessa altura, para as crianças o que mais contava era a festa, o vestido de princesa ou o fato, as prendas dos padrinhos, normalmente uma volta, pulseira ou brincos de ouro, para as meninas e um relógio e um anel para os meninos. Depois também a festa geral da aldeia, que se engalanava para a cerimónia, o banquete, os pais, os irmãos, os familiares e os amigos. Era um dia intenso.
Estas belas litografias, normalmente de origem italiana, são de facto muito bonitas e repletas de ternura, e remetem-nos para um tempo onde estas coisas tinham uma vivência e um valor bem mais autênticos. É claro que nos nossos dias ainda continuam a realizar-se estas cerimónias religiosas mas o artificialismo e a vaidade sobrepuseram-se ao essencial. Nada como dantes.
Quanto aos "santinhos", continuam a existir, mas com grafismos mais modernos e estilizados.
Totobola - Guia do apostador 1973/1974
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