Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Produtos

Schweppes - Para gente exigente

  Cartaz publicitário da década de 1960. 

Fruto Real - Garrafas pirogravadas

  Garrafas dos refrigerantes Fruto Real - Anos 70. Sobre o Fruto Real:

Beba Fruto Real

  Cartaz publicitário aos sumos Fruto Real - Anos 70 Sobre a Fruto Real

Doces e gelados de café

  Publicidade ao consumo de café pela Junta de Exportação de Café. A "Junta de Exportação do Café" (JEC) foi uma entidade estatal colonial portuguesa, criada em 1940, que controlava e padronizava a produção e exportação de café de Angola e outras colónias, atuando como um mecanismo de intervenção económica para gerir o setor cafeeiro, sendo posteriormente extinta em 1961 para dar lugar a outros institutos.  Principais Funções e Contexto: Intervenção Económica:  Tinha como objetivo gerir o mercado do café nas colónias portuguesas, controlando preços, qualidade e volumes de exportação. Padronização:  Implementou práticas de estandardização do café, supervisionadas por agrônomos, garantindo a qualidade do produto para exportação. Dados e Estatísticas:  Produzia e compilava dados estatísticos sobre a produção e comércio de café, como mostra um relatório dos seus primeiros anos de atividade. Contexto Colonial:  Era parte de uma estrutura mais ampla do Império Po...

Os furinhos dos gelados Rajá

Os mais velhos que se recordam da Rajá, associam a marca aos gelados, que se vendiam junto às praias pelos idos de 60 e 70. Esta marca acabou por ser absorvida pela empresa dos gelados Olá (Unilever e Jerónimo Martins) pelo início da década de 1970. Apesar da associação aos gelados, a Rajá, com fábrica em Monsanto - Lisboa, começou pela produção de chocolates e bombons, drops, rebuçados e caramelos. É desse período (anos 50 e 60) a caixinha de furos (na imagem acima) que nas lojas e mercearias da aldeia determinavam o sorteio da guloseima. Caixas semelhantes e até mais conhecidas e generalizadas, esravam relacionadas aos chocolates Regina.

Oliva - Postal

  Postal da OLIVA - 1954

Cauny - À prova de água

  Publicidade em jornal diário de 1967 ao então popular relógio Cauny.

A perder gás

  Algures numa aldeia portuguesa, a perder gás, como quase todas no interior. Os anos não perdoam, nem mesmo aos elementos publicitários afixados há décadas na fachada granítica de um estabelecimento que vendia de tudo um pouco, desde as botijas de gás butano, a linhas, botões e agulhas até o fazer de posto dos Correios. Mesmo nos dias de hoje, ainda que de outras marcas e tamanhos, as botijas (garrafas ou bilhas) são uma das principais fontes de abastecimento doméstico de gás. Quando comecei a construir a minha habitação ali por 1994, fui obrigado a apresentar um projecto próprio, e dotá-la com os respectivos ramais interiores, incluindo a caixa para o contador no muro da rua, prevendo-se a "futura" ligação à rede de gás natural. Passaram 30 anos, imagine-se, e a tal previsão foi um ar, ou mesmo um "gás" que se lhe deu, porque embora a rede fosse instalada em alguns locais, nunca chegou, de todo, a todos. O mesmo com as redes de água e saneamento. As empresas, muni...

Um amor de chocolate - Regina

  Autocolante dos chocolates Regina. Anos 70.

Canada Dry - Beba...como ela

  A Canada Dry é uma marca de refrigerantes com uma história rica que remonta ao início do século XX, conhecida principalmente pela sua Ginger Ale (refrigerante de gengibre). Origens e Inovação A história da Canada Dry começa em 1890 com John J. McLaughlin, um farmacêutico e químico canadense que abriu uma fábrica de água carbonatada em Toronto. Em 1904, McLaughlin aperfeiçoou a fórmula da Canada Dry Pale Ginger Ale, uma versão mais leve e menos doce do que as outras ginger ales da época. O termo "Dry" no nome da marca refere-se justamente a essa característica menos açucarada, similar à classificação de um vinho "seco". Popularidade e Expansão A Canada Dry Ginger Ale começou a ganhar popularidade e, em 1919, McLaughlin expandiu a sua operação para Nova Iorque devido à crescente demanda. Após a sua morte em 1914, o negócio foi vendido em 1923, formando a Canada Dry Ginger Ale, Inc. A sua popularidade disparou durante a Lei Seca nos Estados Unidos, pois o sabor marca...

Lavados com Sunsilk

  Cartaz publicitário à espuma para cabelos da Sunsilk. Década de 1960

Máquina de tricotar ERKA

  Pouco se sabe desta marca, para além de que, como nos diz o cartaz publicitário do final da década de 1960, era francesa e que terá revolucionado a simplicidade na arte de tricotar. Seria verdade porque se generalizou e recordo-me que por cá na aldeia eram várias as mulheres e raparigas que trabalhavam em casa no tricô. Outros tempos, outras modas, outras necessidades.

Tergal - Impermeáveis

  Vai de chuva o tempo, de norte a sul. Vinham, pois, a jeito, os impermeáveis Tergal. Mas desconheço se ainda se fabricam e comercializam. Provavelmente, não. Mas sim pela década de 1960, altura em que foi publicado este cartaz publicitário. A Sociedade Portuguesa La Cellophane, L.da, terá sido constituída na década de 1960, com sede na cidade do Porto, mas em 1968 foi tranferida para Grijó - Seixezelo - Vila Nova de Gaia. A empresa era detida por vários sócios incluindo a francesa Societé Anonyme La Cellophane, fundada em 1913 por J. E. Brandenberger, com sede em Paris. Em Portugal representava os produtos Tergal. Segundo a Wikipédia, Tergal é uma marca registrada de uma fibra sintética feita de poliéster . A palavra tergal também se refere ao tecido produzido a partir desta fibra, muitas vezes misturada com algodão ou lã  Tergal é uma fibra sintética, formada a partir de tereftalato de polietileno e obtida pela condensação de ácido tereftálico e glicol , que foi inventada e...

Trevira - Riopele

  Cartaz publicitário a tecidos em texlene, sobre a etiqueta Trevira, da empresa têxtil Riope - 1964 Resumo de alguns marcos da longa história da empresa Riopele: 1927 José Dias de Oliveira, jovem empreendedor, funda a Riopele ao instalar dois teares em um moinho de água na margem esquerda do rio Pele, em Pousada de Saramagos, Vila Nova de Famalicão, para a produção de tecidos como cotins e riscados. 1933 Com o objetivo de expandir a produção, José Dias de Oliveira transfere a unidade para um novo edifício. Ao longo de duas décadas, a empresa amplia as áreas de Fiação, Tinturaria, Tecelagem e Acabamentos, consolidando sua organização vertical. 1952 A marca Rioplex é criada em parceria com a empresa alemã Bayer, destacando-se pela qualidade superior de cores e padrões em comparação com outros tecidos de algodão, marcando o início da inovação têxtil da Riopele. 1953 Após o falecimento inesperado de José Dias de Oliveira, a liderança da empresa é assumida por seu filho mais velho, Jos...

Cromos MAY - Chewing Gum

  Reproduzo o habitual reverso dos cromos MAY, tão populares que foram pelas décadas de 60/70, e ainda hoje são cobiçados, vendendo-se a preços como se de ouro ou prata revestidos. Pudesse recuar no tempo e tinha guardado as centenas deles que coleccionei. Não obstante, alguns resistiram às vicissitudes do tempo, pelo que ainda tenho um bom lote deles.  Sobre os cromos MAY

Editora ASA

  A ASA Editora foi fundada em 1951 , no Porto, por Américo da Silva Areal (1914-1976), professor, escritor e empresário português. Nascido em Agrela - Santo Tirso, de origem humilde, um de oito irmãos, Américo Areal estudou no Seminário do Porto e trabalhou como prefeito no Colégio Brotero, enquanto prosseguia os seus estudos. Licenciou-se em Geologia e destacou-se pela publicação de sebentas académicas, o que lhe permitiu custear a educação das suas irmãs. Desde o início, a ASA teve uma vocação essencialmente escolar , destacando-se pela edição de manuais escolares para todos os níveis de ensino. A editora apostou na inovação pedagógica e gráfica, expandindo a sua oferta para livros de apoio ao estudo, literatura infantil e juvenil. Além da forte presença no setor da educação, a ASA tornou-se uma referência incontornável na literatura portuguesa , publicando autores nacionais e estrangeiros de qualidade excepcional. Chegou a editar 400 livros por ano. Com um catálogo diversificad...

Banco Pinto & Sotto Mayor - 1979

  Publicidade de 1979.. Já falei, aqui , deste Banco Pinto & Sotto Mayor. Por esses tempos, porventura, os bancos eram instituições mais ou menos sérias, com gente dentro, em quem se podia confiar. Hoje em dia é o que se sabe: seriedade pouca, gente cada vez menos e máquinas a substituir as pessoas. Não surpreende, por isso, que mesmo um banco público como a Caixa Geral de Depósitos, mesmo a dar lucros, esteja em debandada de zonas do interior do país, deixando aquela pessoas, muitas com baixa aptidão na utilização de sistemas de operações automáticas, entregues a elas próprias. Avança-se numa sociedade de números e as pessoas são apenas a massa amorfa necessária a moldar os lucros. O resto, incluindo termos para adormecer burros, como coesão social e territorial, é apenas conversa de políticos e governantes a valer menos que bosta. Esta, ao menos, dá para engordar couves e tomates.

E continuamos com Triumph

  No seguimento do anterior artigo, novamente dois cartazes às reduzidas roupinhas da Triumph. Ano de 1985. In "Crónica Feminina"

Lingerie Triumph - Pelo prazer de ser mulher

  Dois cartazes publicitários à marca de roupa lingerie feminina, a Triumph. 1985 - in Crónica Feminina Já falámos aqui da Triumph, popular marca de roupa íntima de senhora. Hoje partilhamos dois cartazes similares, com a mesma bela modelo, mas com diferentes peças - mas nem tanto.

Nani - O primeiro amigo do seu bébé

  Cartaz publicitário aos produtos para bébé "Nani" - Ano de 1979 - in Crónica Feminina. Por mais que tenha pesquisado, nada encontrei sobre esta marca que publicitava toda uma linha de produtos para o bébé, desde o biberão até ao mobiliário passando pelas roupas e brinquedos. Certamente que era uma ideia de negócio interessante, integrada, mas, como muitas outras, terá ficado pelo caminho, quiçá, dividida ou absorvida por outra empresa. Fica o mistério em suspenso até que possa reunir informação adicional.