Capas da caderneta da colecção de cromos de caramelos da Fábrica de Licores e Xaropes Isabela - 1962-1963
Capas da caderneta da colecção de cromos de caramelos da Fábrica de Licores e Xaropes Isabela - 1962-1963
Equipa do Leixões Sport Clube da época de 1968/1969.
Em cima, da esquerda para a direita: Fonseca, Nicolau, Barros, Adriano, Gentil e Geraldinho.
Em baixo, pela mesma ordem: Ricardo, Horácio, Bené, Neca e Jorge Calado.
Na classificação do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, esta equipa de Matosinhos classificou-se em 11.º lugar entre 14 clubes, com 21 pontos. 26 jogos, 7 vitórias, 7 empates e 12 derrotas. 21 golos marcados e 30 sofridos.
Nessa época, o Campeonato foi conquistado pelo SL Benfica, com 39 pontos, seguindo-se FC do Porto e Vitóra de Guimarães.
Boavista Futebol Clube, da época de 1975-1976.
Uma fantástica equipa que ficou em 2.º lugar do campeonato, a 2 pontos do campeão Benfica. Na tabela classificativa seguiram-se Belenenses, F.C. do Porto e Sporting.
Esta mesma equipa venceu a Taça de Portugal nessa época em confronto final com o Vitória de Guimarães, por 2-1. Já na época anterior, de 1974/1975 venceu na final o S.L. Benfica por 2-1. Repetiria a proeza na Taça vencendo em 1978/1979 contra o Sporting, com direito a final e finalíssima.
Em cima, da esquerda para a direita: Carolino, Mário João, Taí, Alberto, Celso e Botelho.
Em baixo, pela mesma ordem: Francisco Mário, Mané, Salvador, Acácio e João Alves.
Era treinador o carismático José Maria Pedroto.
Equipa do S.L. Benfica em jogo de dérby no Estádio José de Alvalade. No final da partida, um empate de 1-1. De resto o mesmo resultado quando o Benfica recebeu o rival. Marcaram pelo Benfica o Diamantino Costa e pelo Sporting o Fraguito. Apesar disso, o clube encarnado sagrou-se campeão nacional. O Sporting nessa época ficou-se pelo 3.º lugar, atrás do Benfica e F-C. do Porto.
Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Toni, Víctor Baptista, Diamantino Costa, António Simões, Milorad Pavic (treinador) e Moinhos. Em baixo pela mesma ordem: Messias, Artur, Humberto Coelho, Barros e Bento.
Curiosidade, tanto o Simões como o Artur foram "apanhados" em posições pouco fotogénicas. Mesmo o treinador a olhar para o chão, talvez a apreciar o penteado do Bento.
Equipa do S.L. Benfica, na época 1974/1975 (Campeão Nacional). Do tempo em que os adeptos não andavam a torcer por uma equipa quase toda composta por estrangeiros.
Em cima, da esquerda para a direita: Eurico, Toni, Barros, Shéu, Bento.
Em baixo, pela mesma ordem: Nelinho, Artur, Nené, V. Martins, Jordão, Moinhos.
Era treinador: Milorad Pavic
Uma das boas equipas do saudoso clube Grupo Desportivo da CUF. Época de 1967/1968.
Em cima, da esquerda para a direita: Vítor Cabral, Augusto Durand, Bambo, Medeiros, Mário João e Abalroado.
Em baixo, da esquerda para a direita: Vieira Dias, José Monteiro, Fernando Oliveira, Sério e Capitão-Mor.
História e Figuras do campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão – 1955-1956
Uma das interessantes cadernetas de cromos de futebol da década de 50, editada pela APR – Agência Portuguesa de Revistas. Foi pena que esta editora não tivesse dado muita atenção às cadernetas de cromos no tema futebol pois as que editou tiveram sempre uma qualidade acima da média do que era corrente na época. Mesmo assim deixou para a História cerca de uma dezena de títulos dos quais este terá sido o primeiro.
Uma das razões para tão escassa produção neste sector específico do coleccionismo, poderá estar no facto das suas colecções fugirem da norma da altura, com cadernetas associadas a casas de confeitarias com preços de venda muito baixos o que as tornava acessíveis aos consumidores da época, no geral pouco ou nada endinheirados, em que todos os tostões eram contados. Por conseguinte, para além da guloseima, sempre apetecível por mais modesta que fosse, a rapaziada coleccionava os seus ídolos da bola com poucos tostões e ainda com a sempre desejada possibilidade de calhar em rifa um brinquedo ou mesmo uma bola. A qualidade gráfica na época não era de todo tido em conta na hora de investir no quiosque na cidade ou na tasca e mercearia da aldeia.
Hoje trago à memória uma das emblemáticas colecções de cromos de futebol dos anos 70, concretamente a "Penalty", uma edição da Sorcácius referente à época 77/78.
Com uma formato aproximadamente A4, é composta por 272 cromos, incluindo emblemas, treinadores e equipas da II Divisão (zonas norte, centro e sul. Tem ainda os cromos extra do Gomes do F.C. do Porto e Néné do Benfica referentes ao 1º e 2º classificados na lista de melhores marcadores da época anterior que, recorde-se, foi ganha pelo Benfica seguido do Sporting e F.C. do Porto (que viria a ganhar os próximos dois títulos (77/78 e 78/79).
A capa é composta por uma fotografia de um Benfica-F.C. do Porto, vendo-se Bento imponente a defender uma bola nas alturas.
Na contra-capa estão estampadas as equipas do Benfica, campeão nacional da I Divisão, Marítimo, campeão da II Divisão e Futebol Clube do Porto como vencedor da Taça de Portugal.
Esta colecção tinha um número de série na capa que habilitava, pelo lotaria do S. João no ano de 1978, a vários prémios nomeadamente um moderna bicicleta casal, com mudanças no quadro, um órgão musical electrónico Bontempi e uma modernaça máquina fotográfica Anny 35. Como curiosidade, atente-se abaixo no grasso erro na descrição da bicicleta, com “volucidade” em vez da forma correcta “velocidade”. Acontece.
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Plantel: Em cima da esquerda para a direita:
Pedroto(treinador), Rebelo, Vaz, Cardoso, Pedro, Carriço, Correia, José Mendes e Joaquim Torres
Em baixo da esquerda para a direita: José Maria, Arcanjo, Arnaldo, Octávio, Victor Baptista, Wagner, Guerreiro, Jacinto João.
Das muitas colecções de cromos do final da década de 60 e quase toda a década de 70 o Jacinto João era cromo quase obrigatório. Abaixo reproduzo alguns.
Quase toda a sua carreira de futebolista passou-a no clube sadino, desde a época de 65/66, até 78/79, com um curto intervalo quando na época de 75/76 teve uma experiência no futebol brasileiro ao serviço da Portuguesa de Desportos. Curiosamente, em 1963 passou pelo S.L. Benfica para experiência mas não teve sucesso pelo que regressou a Angola para pouco depois voltar de novo a Portugal, já para o V. de Setúbal. De referir que também fez parte da selecção portuguesa entre 1968 e 1974, chegando a alinhar ao lado de Eusébio. Totalizou 11 internacionalizações, sendo que dez das quais ao serviço da selecção A.
[para mais detalhes da sua carreira: excelente artigo sobre Jacinto João]
Acima, uma das excelentes equipas do V. de Setúbal, no início dos anos 70, em que já se destacava o JJ [clicar para ampliar].
Capas da caderneta da colecção de cromos de caramelos da Fábrica de Licores e Xaropes Isabela - 1962-1963