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5/19/2026

Leixões S. C. Época 1968/1969

 


Equipa do Leixões Sport Clube da época de 1968/1969.

Em cima, da esquerda para a direita: Fonseca, Nicolau, Barros, Adriano, Gentil e Geraldinho.

Em baixo, pela mesma ordem: Ricardo, Horácio, Bené, Neca e Jorge Calado.

Na classificação do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, esta equipa de Matosinhos classificou-se em 11.º lugar entre 14 clubes, com 21 pontos. 26 jogos, 7 vitórias, 7 empates e 12 derrotas. 21 golos marcados e 30 sofridos.

Nessa época, o Campeonato foi conquistado pelo SL Benfica, com 39 pontos, seguindo-se FC do Porto e Vitóra de Guimarães.

5/13/2026

Boavista Futebol Clube - 1975/1976

 


Boavista Futebol Clube, da época de  1975-1976.

Uma fantástica equipa que ficou em 2.º lugar do campeonato, a 2 pontos do campeão Benfica. Na tabela classificativa seguiram-se Belenenses, F.C. do Porto e Sporting.

Esta mesma equipa venceu a Taça de Portugal nessa época em confronto final com o Vitória de Guimarães, por 2-1. Já na época anterior, de 1974/1975 venceu na final o S.L.  Benfica por 2-1. Repetiria a proeza na Taça vencendo em 1978/1979 contra o Sporting, com direito a final e finalíssima.

Em cima, da esquerda para a direita: Carolino, Mário João, Taí, Alberto, Celso e Botelho.

Em baixo, pela mesma ordem: Francisco Mário, Mané, Salvador, Acácio e João Alves.

Era treinador o carismático José Maria Pedroto.

5/12/2026

S. L. Benfica - 1974/1975 - Em dia de dérby


Equipa do S.L. Benfica em jogo de dérby no Estádio José de Alvalade. No final da partida, um empate de 1-1. De resto o mesmo resultado quando o Benfica recebeu o rival. Marcaram pelo Benfica o Diamantino Costa e pelo Sporting o Fraguito. Apesar disso, o clube encarnado sagrou-se campeão nacional. O Sporting nessa época ficou-se pelo 3.º lugar, atrás do Benfica e F-C. do Porto.

Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Toni, Víctor Baptista, Diamantino Costa, António Simões, Milorad Pavic (treinador) e Moinhos. Em baixo pela mesma ordem: Messias, Artur, Humberto Coelho, Barros e Bento.

Curiosidade, tanto o Simões como o Artur foram "apanhados" em posições pouco fotogénicas. Mesmo o treinador a olhar para o chão, talvez a apreciar o penteado do Bento.

5/05/2026

S.L. Benfica - 1974/1975

 


Equipa do S.L. Benfica, na época 1974/1975 (Campeão Nacional). Do tempo em que os adeptos não andavam a torcer por uma equipa quase toda composta por estrangeiros.

Em cima, da esquerda para a direita: Eurico, Toni, Barros, Shéu, Bento.

Em baixo, pela mesma ordem: Nelinho, Artur, Nené, V. Martins, Jordão, Moinhos.

Era treinador:  Milorad Pavic

5/04/2026

Grupo Desportivo da CUF - 1967/1968

 


Uma das boas equipas do saudoso clube Grupo Desportivo da CUF. Época de 1967/1968.

Em cima, da esquerda para a direita: Vítor Cabral, Augusto Durand, Bambo, Medeiros, Mário João e Abalroado.

Em baixo, da esquerda para a direita: Vieira Dias, José Monteiro, Fernando Oliveira, Sério e Capitão-Mor.

7/29/2025

F.C. Porto - No tempo dos calções curtos

Equipa do F.C. do Porto. Sem data, mas creio que será da época de 1977/1978, em que foi campeão depois de um longo período sem vencer. Dessa equipa de campeões, nesta formação destacam-se a ausência do goleador Fernando Gomes e do médio Octávio.

6/20/2025

No tempo em que os jornais eram arte - Francisco Zambujal


"Roubada" por aí, esta é uma das muitas páginas do jornal "A Bola" com equipas do nosso futebol, caricaturadas pela mestria do saudoso Francisco Zambujal.

Neste exemplo, uma capa de 1978, quando decorria o Mundial de Futebol 1978, na Argentina, e depois do F.C. do Porto, treinado pelo carismático José Maria Pedroto, ter conquistado o título de campeão nacional, depois de um "seca" de 18 anos, já que o anterior título havia sido conquistado na época1958-1959, então com Béla Guttmann como seu treinador.

Quanto a Francisco Zambujal foi dos melhores caricaturistas portugueses, de sempre, com enfoque no desporto e futebol. Para além das inúmeras colaborações em jornais, sobretudo no "A Bola", foi autor de várias colecções de cromos de jogadores de futebol, de que tenho todas as colecções, nomeadamente: 

- Colecção de Cromos d'A Bola - Caderneta de cromos - 1978-1979

- Génios da Bola - Caderneta de cromos - 1978/7199

- Arte e futebol - Caderneta de cromos - 1979/1980

- Ídolos de Portugal - Caderneta de cormos - 1980/1981

- Caricaturas e Fotos, Mundial de Futebol Espanha - Caderneta de cromos - 1982

Quanto ao caricaturista, Francisco Manuel Marvão Gordilho Zambujal

nasceu em Moura, 15/03/1935 e faleceu em Faro, 12/04/1990. Estudou e foi professor durante 33 anos na Escola nº 1 de S. Luís, do Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro. Foi também coordenador da Direção Geral da Educação de Adultos. Um dos mais famosos caricaturistas / cartoonistas de Portugal, colaborou em diversos jornais locais e nacionais e com "a sua entrada em 1963 para a redação de A Bola, transformou-se em caricaturista “profissional”, impondo-se como um ícone do humor desportivo, um cronista da história de três décadas do desporto em Portugal"

[fonte: Wikialgarve]

Quanto à formação da equipa acima caricaturada: Em cima da esquerda para a direita: Murça, Rodolfo, Simões, Gabriel, Freitas e Fonseca. Em baixo, pela mesma ordem: Duda, Seninho, Octávio, Gomes, Ademir e Oliveira.

6/16/2024

Caricas Schutebol - Schweppes

 


Cartaz de promoção à colecção de caricas dos então populares refrigerantes Schweppes, designada de Schutebol Schweppes, referindo-se à época futebolística de 1978/79 e contava com o apoio do Clube do Cromo, na altura uma editora de cromos de futebol.

A colecção era composta por de 56 caricas que incluía 14 jogadores das equipas do F.C. do Porto, Sporting, Benfica e Belenenses.

3/29/2023

Calabote - O árbitro inocente ou inocêncio

Hoje, data do seu nascimento, trazemos à memória o árbitro de futebol Inocêncio Calabote. Falado e invocado não tanto por quem foi seu contemporâneo e o viu a actuar mas sobretudo por gente de gerações seguintes, em rigor por quem nunca o viu mais gordo ou mais magro, mas tão somente porque a reboque de velhas rivalidades e novas discussões entre os nossos maiores clubes de futebol, nomeadamente o Benfica e o F.C. do Porto. 

Assim, sempre que há casos de arbitragens mais ou menos controversos, esses dois clubes, seja por se sentirem prejudicados ou porque acusados pelo adversário de favorecimento, tanto ao nível de dirigentes como de adeptos, degladiam-se ferozmente, tantas vezes de forma irracional. E nessa discussão o há muito desaparecido árbitro Calabote com frequência lá vem à baila para se esgrimir com mais ou menos fundamentos os casos de favorecimento  de certos clubes pelos homens do apito.

Inocêncio João Teixeira Calabote nasceu em 29 de Março de 1917, na freguesia de Santo Antão, Évora, filho de José Calabote e Caridade Amélia. Faleceu em 2 de Janeiro de 1999, com 81 anos. Como jogador de futebol, informação que não consegui confirmar, terá jogado no Lusitano de Évora e chegou a  árbitro da Associação de Futebol de Évora tendo chegado à categoria de internacional. 

Para a história ficou conhecido sobretudo pela sua actuação no jogo no Estádio da Luz entre Sport Lisboa e Benfica e Grupo Desportivo da CUF, em 22 de Março de 1959, partida que os lisboetas venceram por 7-1 sendo que foi insuficiente face ao resultado do jogo que na mesma altura decorria em Torres Vedras com a equipa local, o Torreense, a defrontar o F.C. do Porto, tendo este jogo terminado com a vitória dos portistas por 0-3 o que lhes garantiu a vitória no campeonato nacional dessa época por diferencial de golos. 

Quanto a Calabote, acabou por ser irradiado devido a questões técnicas relacionadas a esse jogo, não tanto das decisões, incluindo o ter assinalado 3 penalties para o Benfica, mas por ter mentido no relatório ao afirmar que o jogo tinha começado a horas e que tinha tido apenas 2 minutos de compensação, o que não correspondia à verdade já que o início do jogo terá iniciado mais tarde 6 minutos após a hora marcada e o tempo de descontos foram 4 minutos (uma brincadeira comparados com os 10 minutos que agora é habitual em alguns jogos). Todavia, importa dizer que quando Calabote foi afastado da arbitragem, numa carreira de 22 anos,  tinha já mais de 40 de idade o que, convenhamos, estava já na hora de se retirar.

Do que temos lido sobre o assunto, ou o "caso", e há muita coisa escrita, e atentos às versões de portistas e benfiquistas, há nitidamente diferentes leituras e interpretações, como convém. Por isso aos portistas importa realçar e extrapolar os casos que ocorreram na Luz (que de resto nem foram decisivos) e omitirem os que aconteceram em Torres Vedras (esses sim, decisivos), e vice-versa. 

De facto, os portistas, nas considerações sobre esse assunto, nunca abordam ou explicam os "casos" ocorridos no jogo com o Torreense. Já os benfiquistas procuram esgrimir que a história está mal contada ou extrapolada e que em rigor desse jogo nada conseguiram para além de que imprensa da época não encontrou assim tantas anormalidades, para além do atraso do início do jogo que deveria ter coincidido com o jogo de Torres Vedras. De resto, 3 penalties num jogo? Em jogos mais recentes têm sido várias as equipas a beneficiarem de 3 penalties na mesma partida e sem tanto espanto. Também por 4 minutos de descontos? Em jogos recentes, mesmo envolvendo Benfica e Porto, chegam a ser 10 ou mais.

Em resumo, e não disfarçamos uma costela benfiquista, era só o que faltava, mas numa análise tão imparcial quanto possível, parece-nos que em rigor existiram anomalias e "casos" estranhos não só nesses dois jogos finais como mesmo em jornadas anteriores, com resultados muito "esquisitos". Veja-se que a 3 jornadas do fim do campeonato, quando se perspectivava que a coisa poderia vir a ser decidida por diferença de golos, o F.C. do Porto, então bastante atrás nesse requisito, recebeu e venceu o Beleneneses por 7-0, com a particularidade de que a equipa de Belém foi, apenas, a terceira classificada, por isso uma das melhores dessa época e que só nesse jogo sofreu quase 1/3 dos 27 golos que consentiu em todas as 26 jornadas da competição. Ou seja, no mínimo deu para desconfiar de que já havia certas coisas a prepararem-se, tanto mais que, poucas jornadas antes, o Belenenses havia protestado o jogo que perdeu com o Benfica, tendo por isso e a partir daí ficado azedado nas relações. Mesmo no jogo anterior, o Benfica perdeu em Alvalade frente ao Sporting e acabou o jogo com 9 jogadores o que estraga a tese de que estaria a ser "encaminhado" para o título.

Mesmo voltando aos famosos dois jogos da última jornada (26.ª), o F.C. do Porto venceu o Torreense por 3-0 sendo que a 2 minutos do fim estava apenas 1-0 e o terceiro golo que acabou por ditar a conquista do campeonato foi apontado a 20 segundos do apito do árbitro e numa altura em que Torreense já estava a jogar apenas com nove jogadores e com dez a partir dos 20 minutos da segunda parte. Aqui, o árbitro Francisco Guiomar bem que poderia ser também ele um "Calabote". Mas a história não lhe deu tanta fama, desde logo porque os incidentes desse jogo não foram nem têm sido tão discutidos.

Já no jogo da Luz, dos três penalties apontados a favor do Benfica, a imprensa da época considerou que dois deles foram bem assinalados e um com dúvidas, mas em contraponto terá ficado mesmo por marcar a favor dos encarnados um descarado, coisa que até terá sido reconhecido pelo treinador da CUF no final da partida. 

Ou seja, se Calabote estava assim "inclinado" e instruído para beneficiar o Benfica, como querem fazer crer as hostes portistas, de modo a conseguir a tão milagrosa diferença de golos, desempenhou mal o seu papel pois em quase dez minutos de jogo finais não arranjou qualquer "solução" e até se esqueceu de assinalar um penaltie então considerado como evidente, que poderia ter feito a diferença. Certo é que o F.C. do Porto por via do resultado em Torres Vedras sagrou-se campeão da época 1958/1959 com 1 golo de diferença entre marcados e sofridos (81-22 (59) e 78-20 (58), respectivamente). Caso para se dizer que Calabote e por arrasto o Benfica, ficaram com a (má) fama mas sem o proveito. 

Este "caso" terà à época durado apenas alguns dias, arrefecendo logo após os acontecimentos e durante praticamente 20 anos ninguém se lembrou da figura de Calabote. Mas a coisa foi ressuscitada quando o Benfica começou a contestar os favores da arbitragem ao FC Porto no campeonato de 1977/78, que o clube azul e branco venceu após um longo jejum, e o treinador portista, José Maria Pedroto, replicando, provocava na imprensa: "- O que vocês queriam era o Calabote!". Por isso, o Calabote lá foi então ressuscitado (sendo que nessa altura ainda vivinho da silva) e sempre que importa ao caso das rivalidades.

Seja como for, discutir estas coisas, tanto mais na perspectiva de dois clubes fortemente rivais, em que nem sempre a lucidez e imparcialidade são qualidades, bem pelo contrário, este "caso" do Calabote ficou na nossa memória colectiva e há-de continuar a ser periodicamente chamado à actualidade sempre que der jeito.

Inocente ou culpado, Inocêncio Calabote ficou ligado para a história do nosso futebol. Realidade, mito ou lenda, há-de continuar por aí a ser invocado porque o futebol não sabe gerar valores positivos mas antes rivalidades por vezes, quase sempre, doentias e irracionais. Ademais, os casos, mais ou menos escandalosos sempre foram uma parte intrínseca do futebol e no nosso campeonato e nela o Benfica e Porto não são nem nunca foram inocentes. Com mais ou menos decoro, sempre procuraram virar o sistema a seu favor. Ora uns, ora outros. Por isso ficam mal estas discussões de virgens ofendidas a travarem-se de razões e contabilizar prejuízos ou benefícios. E andamos nisto há quase um século. Calabotes, Calheiros, Martins dos Santos, Augustos Duartes, Lucílios, apreciadores de quinhentinhos, viagens ao Brasil e taças de frutas, e tantos que tais, etc, etc,  foi o que nunca faltou ao nosso futebol e outros tantos continuam a andar por aí. Ora para lá, ora para cá e todos se queixam.

Inocêncio Calabote, que já não apita há quase 70 anos e faleceu há mais de 20, bem que merecia que o deixassem em paz! De resto, quase todos nós que ainda falamos nele, nunca o conhecemos e até pode ter sido um árbitro medíocre, como tantos na actualidade, mas provavelmente um excelente ser humano. Por isso, que descanse em paz.

5/08/2019

Adeus, Camolas!





As notícias destes dias deram-nos conta do falecimento de José Carlos da Silva Camolas, antigo avançado que se sagrou bicampeão nacional pelo Benfica em 1966/67 e 1967/68, faleceu segunda-feira, aos 71 anos, ainda relativamente novo.

Camolas representou outros clubes como o S.C. Varzim, Os Belenenses e União de Tomar, clube onde esteve oito épocas e onde se tornou porventura mais popular e reconhecido. Na parte descendente da carreira alinhou também por clubes como o Benfica de Castelo Branco, Alcains, Escalos de Cima e Palmelense.

Para além da notícia, sempre triste mas natural, porque todos morremos, o desaparecimento do mundo dos vivos do Camolas tem o significado de que os nomes populares e emblemáticos do nosso futebol e do nosso imaginário dos anos 60 e 70 também morrem. Foi assim com José Torres, Vitor Baptista, Eusébio e com muitos outros, de vários clubes e não só do Benfica, e assim continuará a ser.
Camolas, para além da qualidade que naturalmente evidenciava como futebolista, tinha o dom de ser um nome de futebolista, daqueles que pegam à primeira e se tornam inesquecíveis pela forma redonda e fácil como saem da boca. Um nome digno de cromo, como, de resto, muitos outros e os exemplos seriam mais que muitos.

Figurará sempre nas nossas memórias e em muitas das nossas cadernetas de cromos, mesmo que naqueles de caramelos, impressos tão toscamente que em muito aumentam a mística e a saudade desses tempos e dessas figuras que povoavam e ainda moram em algumas das nossas cadernetas e colecções.
Que descanse em paz o Camolas! 

6/10/2018

Mundial de Futebol México 86 - Caderneta de cromos



O Campeonato do Mundo em Futebol, edição de 2018, a realizar na Rússia, está prestes a começar e a selecção portuguesa voltará a marcar presença, o que faz com regularidade desde a edição de 2002. Neste contexto, mas numa viagem ao passado, trazemos à memória o mesmo campeonato mas na edição de 1986 realizada no México. A selecção portuguesa esteve presente mas com uma participação de má memória, tanto desportivamente, em que não passamos da fase de grupos, como ao nível da organização e de indisciplina, uma situação que ficou conhecida como Saltillo, no que tem sido considerada como uma das páginas negras do nosso futebol. Portugal até começou bem a prova, com uma vitória sobre Inglaterra, golo de Carlos Manuel, mas as derrotas contra a Polónia (0-1) e Marrocos (1-3), ditaram a sorte e agravaram a tal má imagem. O campeonato veio a ser ganho pela Argentina que derrotou na final a Alemanha por 3-2.

Mas deixando de lado essa triste participação, a propósito dessa edição no México, que de resto já havia recebido a prova em 1970, foram produzidos muitos produtos de merchandising associados ao evento, nomeadamente colecções de cromos. E, numa altura em que ainda não estavam em moda os monopólios e exclusivos, foram várias as editoras a lançar no mercado algumas colecções, nomeadamente a brasileira Editora Morumbi, com uma bela cadernetas, com muito boa qualidade gráfica, em Portugal patrocinada pelas marcas Corte Inglês e Triple Marfel, que vestiram e equiparam a selecção nacional, baptizada de "Os Infantes".

Como atrás se disse, esta colecção foi editada em Portugal pela Editora Morumbi, no entanto certamente sob licença da Panini, já que na realidade para outros países a editora da mesma colecção é precisamente a Panini. Mas não deixa de ser surpreendente esta situação já que na edição da Morumbi não aparece qualquer referência de direitos à Panini.

A selecção portuguesa lá está representada, tanto na contra-capa (imagem abaixo) como nos cromos individuais (16), a saber: Bento, Damas, João Pinto, Venâncio, Frederico, Morato, Inácio, Veloso, André, Sousa, Jaime Pacheco, Carlos Manuel (autor do célebre e monumental golo na Alemanha e contra a respectiva selecção, em 16 de Outubro de 1985) que na última jornada nos deu o apuramento), Futre, Gomes, Diamantino e Jordão. O seleccionador era José Torres, o "Bom Gigante".

Uma fantástica equipa, com jogadores de excelência mas que, infelizmente, numa época em que por cá grassava muito amadorismo na condução do futebol de selecções, ficaram muito aquém das expectativas. De algum modo, o caso Saltillo serviu de exemplo e emenda e hoje em dia podemos apontar muitos defeitos e vícios à Federação Portuguesa de Futebol, mas não seguramente no aspecto de organização e criação de condições para as diferentes selecções, no que tem dado frutos.

11/29/2016

Futbol Club Barcelona



Passam hoje 117 anos sobre a data de fundação do Futbol Club Barcelona, um dos maiores e importantes clubes de Espanha e da Europa e que é um símbolo do nacionalismo catalão.
A sua fundação em 29 de Novembro de 1899 deve-se a um grupo de futebolistas suíços, ingleses e catalães, liderados pelo suíço Joan Gamper.
Ao longo da sua história o Barcelona conquistou inúmeros títulos e pela sua equipa principal de futebol passaram grandes nomes do futebol mundial. Mas o clube é mais do que futebol e tem equipas muito competitivas e vencedoras em várias modalidades, nomeadamente o Hóquei em Patins, Basquetebol, Andebol e Futsal.

11/08/2016

Sandro Mazzola



Passam hoje 74 anos sobre o nascimento de Alessandro "Sandro" Mazzola (Turim - Itália, 8 de Novembro de 1942), um popular jogador de futebol italiano, dos anos 60 e 70. Jogou toda a sua carreira no Internazionale de Milão, como avançado, de que foi capitão entre 1970 e 1977, tendo também sido internacional pela selecção do seu país que ajudou a conquistar o Europeu de 1968 e chegado à final do Mundial de 1970, no México, (que perdeu para o Brasil). Participou ainda nos mundiais de 1966 em Inglaterra e de 1974, na Alemanha.

Pelo Inter de Milão foi tetra campeão italiano, nas épocas de 1962-63, 1964-65, 1965-1966 e 1970-71. Foi bicampeão da Taça dos Campeões Europeus em  1963-64 e 1964-65 e ainda bicampeão da Taça Intercontinental também em 1963-64 e 1964-65.
Sandro Mazzola é filho de Valentino Mazzola, uma grande figura do futebol italiano dos anos 40, cuja carreira foi interrompida tragicamente num acidente aéreo que vitimou toda a equipa do Torino (Turim - Itália), em 4 de Maio de 1949, tendo ficado conhecido como a Tragédia de Superga. Este acidente está ligado à história do Benfica já que a tragédia ocorreu na viagem de regresso de Lisboa onde a equipa italiana, então a dominar o futebol italiano, foi disputar um jogo amistoso que a equipa portuguesa venceu por 4-3.

Sandro Mazzola, pela sua raça e pelo seu nome sonante, era um dos jogadores internacionais muito conhecidos e citados pela rapaziada dos finais dos anos 60 e 70. Nas colecções de cromos com selecções nacionais, o Mazzola, com a sua típica bigodaça, era sempre um dos mais desejados, ombreando com os grandes nomes da época.



10/14/2016

Toni - Benfica - 70 anos


Toni,  o conhecido ex-futebolista do Benfica e treinador, está, neste dia 14 de Outubro, de parabéns já que completa 70 anos. Aquando do seu 67º aniversário fizemos aqui referência à data, com algumas notas da sua biografia e carreira e ainda com um lote de cromos onde  ao longo de toda a década de 70 fez parte de muitas cadernetas.
Parabéns, Toni! Venham muitos mais e bons!

6/15/2016

UEFA



A UEFA (Union of European Football Associations) foi fundada a 15 de Junho de 1954 em Basileia, na Suiça como consequência de discussões entre as federações da França, Itália e Bélgica. A sede ficou instalada em Paris até 1959 ano em que acabou por mudar-se para a capital suíça Berna. Henri Delaunay foi o primeiro Secretário-Geral e Ebbe Shwartz o presidente. O seu centro administrativo desde 1995 é em Nyon, Suíça. Era inicialmente composta por 25 federações; actualmente são 54. A Liga dos Campeões é o seu torneio de clubes mais importante.

(fonte: wikipedia)

4/21/2016

Penalty–Caderneta de cromos de futebol

 

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Hoje trago à memória uma das emblemáticas colecções de cromos de futebol dos anos 70, concretamente a "Penalty", uma edição da Sorcácius referente à época 77/78.
Com uma formato aproximadamente A4, é composta por 272 cromos, incluindo emblemas, treinadores e equipas da II Divisão (zonas norte, centro e sul. Tem ainda os cromos extra do Gomes do F.C. do Porto e Néné do Benfica referentes ao 1º e 2º classificados na lista de melhores marcadores da época anterior que, recorde-se, foi ganha pelo Benfica seguido do Sporting e F.C. do Porto (que viria a ganhar os próximos dois títulos (77/78 e 78/79).
A capa é composta por uma fotografia de um Benfica-F.C. do Porto, vendo-se Bento imponente a defender uma bola nas alturas.
Na contra-capa estão estampadas as equipas do Benfica, campeão nacional da I Divisão, Marítimo, campeão da II Divisão e Futebol Clube do Porto como vencedor da Taça de Portugal.
Esta colecção tinha um número de série na capa que habilitava, pelo lotaria do S. João no ano de 1978,  a vários prémios nomeadamente um moderna bicicleta casal, com mudanças no quadro, um órgão musical electrónico Bontempi e uma modernaça máquina fotográfica Anny 35. Como curiosidade, atente-se abaixo no grasso erro na descrição da bicicleta, com “volucidade” em vez da forma correcta “velocidade”. Acontece.

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