Sporting Clube Campomaiorense
Sporting Clube S. João de Vêr
União Desportiva de Santarém
Voltamos a falar do Milo, umas das míticas marcas da multinacional Nestlé, que apesar de ainda se continuar a fabricar e a vender em diversos países, em Portugal já só como produto de importação.
Neste poster publicitário de 1964, é salientada a importância do Milo servido fresco, apresentado como uma excelente bebida para os dias de calor, daí a cena na praia.
Confesso que das vezes que me deliciei com o Milo, este sempre foi servido bem quentinho, a fumegar bem na ponta do nariz. Na versão em frio, não me recordo de experimentar. Depois, na praia, o que sabia mesmo bem era uma laranjada fresquinha ou um gelado de ananás da Rajá.
Anteriores artigos sobre o MILO:
Botões e mais botões.
Estes simpáticos objectos são intemporais e existem desde há milhares de anos, quase desde o tempo em que o homem sentiu necessidade de se vestir.
Os botões estão presentes em quase todo o tipo de vestuário, desde a roupa interior até às camisas, casacos, calças e sobretudos, mas também em calçado e outros acessórios.
Para além da sua função, prática ou meramente decorativa, os botões sempre foram feitos com variados materias, desde osso ao moderno plástico, passando por pedra, madeira, metal, vidro, etc. Há ainda os botões num determinado material base mas revestidos com outro, como tecido, couro e metal.
Apesar de existirem em diversos tamanhos e formatos, não deixam de ser objectos pequeninos e predominantemente de forma circular.
Há botões com dois ou mais buracos e também sem buracos, com sistema de argola na base.
Os botões estão integrados num grupo de artigos a que se chama de retrosaria. Sempre achei piada a esta designação e desconheço a sua origem concreta, sendo que deriva do substantivo retrós, um termo ligado à costura, assim como sempre me intrigou o termo marroquinaria, para os acessórios de couro, como cintos e malas.
Nos meus tempos de criança os botões eram uma preciosa moeda de troca e de participação em muitos jogos, incluindo o do pião, o rapa, as cartas e outros. Por conseguinte, era norma cada criança ter uma latinha ou caixinha repleta de botões, desde os mais pequenos e discretos até aos maiores, coloridos e exóticos. Para abastecer as necessidades, muitas vezes os botões eram propositadamente surripiados à roupa pelo que normalmente faltavam botões nas camisas, no casaco e até na braguilha. Recordo ainda que tinha umas primas costureiras pelo que frequentemente por lá dava a volta sempre pronto a roubar um ou outro botão.
Aos botões grandes, normalmente de casacões ou sobretudos, chamávamos de pincholas. Desconheço se o termo é usado noutras regiões.
É claro que, a modos do dinheiro, a uma pinchola correspondia o valor de vários botões, porque eram naturalmente mais raras e valiosas.
Há ainda quem coleccione botões, mas sendo um artigo tão diversificado, é uma colecção que nunca mais tem fim.
Pode parecer uma minudência, mas foi bom recordar a importância dos botões nas nossas brincadeiras de criança.
Ah, já agora, o desenho que ilustra este post foi desenhado por mim, para que o não reclamem....
Assunto relecionado, ou não:
Rei, capitão, soldado, ladrão...
*****
É verdade que ultimamente, com alguma frequência, temos falado aqui de sabonetes e detergentes pelo que é caso para se dizer que as nossas recordações andam muito bem lavadas.
Seja como for, e até porque também já temos falado do sabão Clarim, não hesito a publicar mais um delicioso cartaz publicitário, de 1963, deste popular produto, tão conhecido das donas de casa portuguesas, desde há várias décadas.
O sabão Clarim é, de facto, um daqueles produtos que apesar da passagem dos anos, mantém-se fiel a si mesmo, numa prova provada de que o que é bom não precisa de ser melhorado. É claro que o sabão nos dias de hoje já não tem a importância de outros tempos, mas mesmo assim continua a ter um lugar muito próprio no dia-a-dia das limpezas da casa e da roupa.
Outros assuntos, relacionados ou não:
Publicidade nostálgica - Sabão Clarim
Sabão Clarim - Com Clarim toca a lavar!
Detergente OMO - OMO lava mais branco!
Cartaz publicitário de 1964.
O detergente OMO é uma marca de origem inglesa, da empresa multinacional Unilever.
A designação OMO refere-se à expressão inglesa “Old mother
owl”, a velha mãe coruja, numa alusão à sabedoria e dedicação maternal.
Entre nós, desconheço a data exacta da sua introdução mas foi seguramente por volta dos anos 60, já que no Brasil, onde é uma marca popular e líder de vendas, foi introduzida em 1957.
O detergente OMO, aquele pó granulado, de tom azulado, a partir dos anos 70 fazia parte dos produtos de tratamento de roupa da minha mãe e das donas de casa da aldeia. Antes, o produto principal era o sabão e a lixívia e muita força a esfregar na áspera pedra de granito do lavadouro comunitário.
A marca ao longo dos anos foi acompanhando a evolução tecnológica, dando resposta às múltiplas necessidades de consumo, produzindo diferentes variantes, incluindo o OMO destinado à máquina de lavar.
Os cartazes publicitários ao detergente OMO sempre foram uma constante nos jornais e revistas, bem como na rádio e televisão. Quem não tem presente o seu slogam, "OMO lava mais branco" ?
Outros assuntos, relacionados, ou não:
Voltamos a publicar um novo cartaz publicitário, de 1963, do sabonete LUX, o tal que é usadado por 9 em cada 10 estrelas.
Desta feita a estrela era a bela Susan Strasberg, infelizmente já desaparecida. A sua estrela certamente continua a brilhar algures no universo.
A bela actriz americana participou no elenco de diversos filmes, incluindo o popular Força Delta, Picnic , Stage Struck e Psych-Out, entre muitos outros.
- Anteriores publicações sobre o sabonete LUX:
- Link 1:
- Link 2:
- Link 3:
Publicidade de 1962 - Fertilizante Foskamónio da CUF - Companhia União Fabril