Depois da versão feminina deste cartaz publicitário ao desodorizante 8x4, fica a versão masculina.
5/20/2013
5/18/2013
Os Robinsons Suiços – Série TV
Como se poderá verificar, este tema baseado no livro, deu “pano para muitas mangas”, ou seja, tem sido motivo para várias versões e formatos e em diferentes tempos, numa prova de que as séries de aventuras sempre foram populares porque despertam a nossa imaginação, sobretudo dos mais novos, bem como reacendem o espírito aventureiro à volta de viagens marítimas, ilhas desertas, espírito de luta e sobrevivência, união e camaradagem. De tudo isto nos fala esta interessante série bem como todos os sucedâneos da obra de R. Wyss.
Elenco:
Diana Leblanc como Elizabeth Robinson (mãe)
Chris Wiggins como Johann Robinson (Pai)
Michael Duhig como Ernest Robinson
Ricky O'Neill como Franz Robinson
Heather Graham como Marie Robinson
5/16/2013
George – Série TV
A série, baseada no filme homónimo, de 1971, tinha como cenário as belas paisagens dos Alpes suíços e girava em torno das aventuras de um bonacheirão cão da raça S. Bernardo e seu dono, Jim ( Marshall Thompson - conhecido pela sua interpretação em "Daktari", outra popular série dos anos 60), o pequeno órfão Freddie (Volker Stewart) e outras personagens.
Foram produzidos 26 episódios de cerca de 25 minutos cada. Em 1973 a série era exibida na RTP às sextas-feiras logo a seguir ao almoço.
Cast:Marshall Thompson - JimTrudy Young - HelgaErna Sellmer - Frau GerberVolker Stewart - Freddie
5/15/2013
Desodorizante 8x4 – A fescura da manhã
Mais um interessante cartaz publicitário do desodorizante 8x4.
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Publicidade nostálgica - Desodorizante 8x4
Desodorizante 8x4 – Aumenta a sua chance
Desodorizante 8x4
5/14/2013
António Mourão - “Oh tempo volta p´ra trás”
Das minhas muitas memórias ligadas ao mundo das canções e dos cantores em Portugal, António Mourão surge como um nome incontornável, desde logo, mas não só, pelo inesquecível tema " Oh tempo volta p´ra trás", cujo refrão ainda hoje é facilmente cantarolado até mesmo por malta de gerações mais novas.
António Mourão, é o nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, nascido no Montijo no ano de 1936, portanto a caminho dos 80 anos. Principiou a sua carreira de fadista no ano de 1964 e o seu grande e emblemático êxito, que atrás referimos, aconteceu em 1965, interpretado durante a revista "E viva o velho" no Teatro Maria Vitória.
Teve uma carreira bastante popular, recheada de temas que se tornaram êxitos nacionais e que andaram de boca-em-boca, como o já falado "Oh tempo volta p´ra trás", mas também "Os Teus Olhos Negros, Negros", "Chiquita Morena", esta particularmente do gosto do meu saudoso pai, "Oh Vida dá-me outra vida", "Fado do Cacilheiro" ou "Varina da Madragoa".
Ainda tenho presente a sua característica voz a saír do velho gira-discos do meu tio quando no princípio dos anos 70 visitava a casa de meus avôs maternos e em pleno terraço da casa montava ali a aparelhagem oferecendo música a todo o lugar, no que então era uma quase novidade.
Fonte: Link
4/25/2013
25 de Abril de 1974 – 39 anos
À passagem dos 39 anos sobre a data da revolução do 25 de Abril de 1974, trazemos aqui à memória uma das capas da emblemática revista dessa época, a “Gaiola Aberta”, com o inconfundível traço e humor do José Vilhena e que lembrava precisamente o primeiro aniversário da “revolução dos cravos”.
Na capa, algumas das figuras mais marcantes desse período da nossa História contemporânea, como Álvaro Cunhal, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Mário Soares, Melo Antunes e Magalhães Mota. A figura de trás, à direita, será o José Manuel Tengarrinha?
4/18/2013
Adelino Amaro da Costa
Quiz o destino e um qualquer assassino (por conta própria ou a mando de outros – dizem que da CIA) que o então ministro da Defesa morresse permatura e tragicamente no conhecido atentado de Camarate, em 4 de Dezembro de 1980, em que também sucumbiu o grande político, Francisco Sá Carneiro, então primeiro-ministro de Portugal.
Nesse atentado, logo após descolar para uma viagem em direcção ao Porto, despenhou-se o avião ligeiro Cessna na sequência de uma explosão no seu interior. Morreram ainda, para além dos dois tripulantes, Maria Pires, esposa de Amaro da Costa, Snu Abecassis, companheira de Sá Carneiro e ainda António Patrício Gouveia, chefe do gabinete do primeiro-ministro. Foram, pois, sete as vítimas deste atentado que muitos teimam defender como tendo sido apenas um infeliz acidente.
4/16/2013
Maria Luísa Torres Pires
Certamente que esta transmontana será merecedora de outras homenagens e por outros motivos da sua vida profissional ligada ao Ensino, mas pelo que nos toca, por ter sido um dos nomes associados à equipa de autores do meu querido livro de leitura da primeira classe.
A pedagoga Maria Luísa Torres Pires, 85 anos, uma das autoras de livros de leitura da instrução primária em Portugal, durante décadas, morreu esta sexta-feira, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse uma familiar à Lusa.Natural de Grijó de Vale Benfeito, no concelho de Macedo de Cavaleiros, a pedagoga foi autora, com Francisca Laura Batista e Glória Gusmão Morais, dos livros de leitura do ensino oficial, a partir de 1967, com ilustrações Maria Keil e Luís Filipe de Abreu.Estes livros, inicialmente concebidos para os primeiros anos do ensino básico, sucederam aos adotados nos anos da ditadura do Estado Novo, nas décadas de 1930-50, dando corpo a reformas iniciais do ensino, no sentido de modernização dos conceitos de aprendizagem.Textos de Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Pessoa ou António Gedeão começaram então a entrar nos manuais escolares.O livro da 1ª classe, do qual Maria Luísa Torres Pires foi co-autora, progredia no sentido da sofisticação da leitura, desde as primeiras letras até às pequenas histórias protagonizadas por Pedro e Rita.Um longo excerto de "A árvore", de Sophia de Mello Breyner Andresen, encerrava o livro de leitura da 2. classe.Maria Luísa Torres Pires também dirigiu o Instituto Adolfo Coelho, em Lisboa, destinado a crianças do ensino especial.Lusa
4/08/2013
Um Ano sem Domingos – Série TV
4/05/2013
Tele Cabeças – Concurso da revista Tele Semana
Apesar da suas particularidades, podemos entende-la como uma colecção de cromos, de resto num esquema de incentivo à compra e fidelização de leitura da revista seguido por várias publicações, nomeadamente alguns jornais diários.
Antes do lançamento desta colecção, tendo como motivo as figuras populares que então faziam parte da RTP (sobretudo os apresentadores e repórteres), a revista Tele Semana já tinha publicado a rubrica TV Gente, onde semana a semana eram caricaturadas as respectivas figuras da única estação de televisão na época, então pela mão do artista Edmundo Tenreiro. A ideia certamente acabou por dar motivo, poucos anos mais tarde, ao Tele Cabeças, desta feita com as caricaturas desenhadas pelo José Pezarat Correia.
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