Do detergente Juá, trazemos hoje à memória um cartaz publicitário de Julho de 1965 referente a uma oferta de chávenas.
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Do detergente Juá, trazemos hoje à memória um cartaz publicitário de Julho de 1965 referente a uma oferta de chávenas.
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Hoje trago à memória a caderneta de cromos de futebol "Ídolos dos Clubes", referente à época 63/64, uma das raras edições da Carsel.
Trata-se de uma caderneta que segue o esquema de muitas outras da época, com 11 cromos/jogadores por página e por equipa.
Os cromos representam as fotografias dos jogadores a meio-corpo sobre o emblema do clube.
A colecção é composta por 209 cromos representando 18 clubes e a Selecção Nacional. Sendo que está referenciada à época 63/64, significa que para além dos 14 clubes que faziam parte do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, bem como da Selecção Nacional, estão representados mais 4 clubes da Segunda Divisão, nomeadamente o Atlético Marinhense, da Zona Norte e o Farense, Desportivo de Beja e Leões de Santarém, da Zona Sul. Nesse época o vencedor da Segunda Divisão Foi o S.C. Braga (primeiro classificado da Zona Norte) que no apuramento do campeão venceu por 2-1 o Torreense (primeiro classificado da Zona Sul).
Equipas da Primeira Divisão: Benfica, Sporting, F.C. Porto, Belenenses, Vitória de Guimarães, Leixões, Académica de Coimbra, Lusitano de Évora, Olhanense, Vitória de Setúbal, G.D. da CUF, Barreirense, Seixal e Varzim.
Como seria de esperar, a colecção oferecia vários prémios e brindes incluindo uma bicicleta para homem ou senhora, contra a entrega da cadernete completa.
A Carsel, de Carvalho & Sobrinho, L.da, tinha a particularidade de estar implantada em Rossio ao Sul do Tejo - Abrantes - Ribatejo, no que era estranha à localização das principais casas da época que produziam cromos quase todas de Lisboa ou Porto.
Esta empresa, como outras ligadas à edição de cromos como brindes em rebuçados de caramelo, estava ligada à produção de confeitarias, rebuçados e também a torrefação de cafés e ainda aos célebres jogos-brindes popularmente conhecidos como "cartazes de furos" ou "furinhos" que enfeitavam tentadoramente as nossas mercearias ou quiosques das vilas e aldeias.
São poucas e raras as edições de cromos de caramelos da Carsel pelo que naturalmente são valiosas no círculo de coleccionadores dos cromos.
Passam hoje 834 anos (23 de Maio de 1179) sobre a bula papal Manifestis Probatum passada pelo Papa Alexandre III pela qual reconhece Portugal como reino independente e D. Afonso Henriques como seu legítimo rei.
A bula papal Manifestis Probatum
Depois da versão feminina deste cartaz publicitário ao desodorizante 8x4, fica a versão masculina.
Como se poderá verificar, este tema baseado no livro, deu “pano para muitas mangas”, ou seja, tem sido motivo para várias versões e formatos e em diferentes tempos, numa prova de que as séries de aventuras sempre foram populares porque despertam a nossa imaginação, sobretudo dos mais novos, bem como reacendem o espírito aventureiro à volta de viagens marítimas, ilhas desertas, espírito de luta e sobrevivência, união e camaradagem. De tudo isto nos fala esta interessante série bem como todos os sucedâneos da obra de R. Wyss.
Elenco:
Diana Leblanc como Elizabeth Robinson (mãe)
Chris Wiggins como Johann Robinson (Pai)
Michael Duhig como Ernest Robinson
Ricky O'Neill como Franz Robinson
Heather Graham como Marie Robinson
Cast:Marshall Thompson - JimTrudy Young - HelgaErna Sellmer - Frau GerberVolker Stewart - Freddie
Mais um interessante cartaz publicitário do desodorizante 8x4.
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Das minhas muitas memórias ligadas ao mundo das canções e dos cantores em Portugal, António Mourão surge como um nome incontornável, desde logo, mas não só, pelo inesquecível tema " Oh tempo volta p´ra trás", cujo refrão ainda hoje é facilmente cantarolado até mesmo por malta de gerações mais novas.
António Mourão, é o nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, nascido no Montijo no ano de 1936, portanto a caminho dos 80 anos. Principiou a sua carreira de fadista no ano de 1964 e o seu grande e emblemático êxito, que atrás referimos, aconteceu em 1965, interpretado durante a revista "E viva o velho" no Teatro Maria Vitória.
Teve uma carreira bastante popular, recheada de temas que se tornaram êxitos nacionais e que andaram de boca-em-boca, como o já falado "Oh tempo volta p´ra trás", mas também "Os Teus Olhos Negros, Negros", "Chiquita Morena", esta particularmente do gosto do meu saudoso pai, "Oh Vida dá-me outra vida", "Fado do Cacilheiro" ou "Varina da Madragoa".
Ainda tenho presente a sua característica voz a saír do velho gira-discos do meu tio quando no princípio dos anos 70 visitava a casa de meus avôs maternos e em pleno terraço da casa montava ali a aparelhagem oferecendo música a todo o lugar, no que então era uma quase novidade.
Fonte: Link
À passagem dos 39 anos sobre a data da revolução do 25 de Abril de 1974, trazemos aqui à memória uma das capas da emblemática revista dessa época, a “Gaiola Aberta”, com o inconfundível traço e humor do José Vilhena e que lembrava precisamente o primeiro aniversário da “revolução dos cravos”.
Na capa, algumas das figuras mais marcantes desse período da nossa História contemporânea, como Álvaro Cunhal, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Mário Soares, Melo Antunes e Magalhães Mota. A figura de trás, à direita, será o José Manuel Tengarrinha?
A história da 7UP, conforme registada pela marca em Portugal, revela um percurso de inovação que começou muito antes da sua chegada à Euro...