12/31/2013

Psssssst–Shampoo seco instantâneo

 

psssssst shampoo

- cartaz publicitário de 1980

É bem esquisito o nome desta marca “Psssssst”. No entanto percebe-se perfeitamente a sua analogia ao característico som de um spray.

Este produto, um shampoo seco (que permite lavar os cabelos sem utilização de água),  parece ter surgido no mercado em 1950, produzido por Woodridge Labs, dos Estados Unidos. Devido à sua popularidade, sobretudo nos anos 70 (havendo quem o considere um ícone da cultura pop) depois de um interregno, o produto parece ter ressurgido e é possível encontrá-lo à venda em alguns sítios da web, nomeadamente no Ebay e Amazon.

12/30/2013

Stop Acne–Produtos PYL

 

stop acne pyl

- cartaz publicitário de 1984

 

O acne, esse eterno problema dermatológico associado à adolescência, sempre foi um cabo dos trabalhos e preocupações pelo que, com maior ou menor eficácia sempre existiram produtos, cremes e loções, que se anunciavam como salvadores dos rostos juvenis. Desde o popular Clearasil, até outros menos conhecidos, creio que em rigor, pelo menos no que me diz respeito, nunca nenhum resolveu a fundo o problema do acne e das borbulhas. Estas acabavam invariavelmente por ser tratadas à espremedela entre dois dedos nervosos.

Neste contexto, trazemos à memória um dos “salvadores”, o “STOP Acne”, uma marca dos Produtos PYL. Do pouco que conseguimos descobrir, a PYL está associada como uma marca do grupo F.J. Campos, nascido oficialmente em 1976.  Quanto ao “Stop Acne” foi introduzido no mercado em 1977, nas versões sabonete e loção.

12/29/2013

Go Gay–Helen Curtis

 

go gay helen curtis

- cartaz publicitário de 1963

 

“Go Gay” nos anos 60 poderia ser um nome normal mas nos dias que correm pode ter uma segunda leitura. Seja como for, esta marca de spray para cabelo é um dos muitos produtos da Helen Curtis, um nome que remonta a 1927, a partir de Chicago – Estados Unidos. Na actualidade e desde meados dos anos 90, a marca pertence ao grupo Unilever.

- Outros cartazes da marca:

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12/28/2013

Hoover – Liberdade para as donas de casa

 

hoover

- cartaz publicitário de 1963

Depois da Nilfisk, agora uma memória sobre a Hoover, marca de electrodomésticos mas sobretudo conotada a aspiradores. A sua já longa história remonta a 1907, nos Estados Unidos, quando Murray Spangler inventou um aparelho rudimentar com o objectivo de aspirar o pó que o afectava no seu problema de asma.  Depois vendeu a patente da sua criação e daí para cá foi a natural evolução da empresa e dos seus produtos, tornando-se numa marca de prestígio amplamente reconhecida.

12/27/2013

Philishave com o Pai Natal

 

philshave

- Cartaz publicitário de 1973


As Philishave, da Philips,  são por demais conhecidas e popularizadas sendo uma das marcas mais conceituadas no segmento das máquinas de barbear. As suas cabeças rotativas tornaram-se símbolos de um barbear prático para homens modernos.

No meu caso, no final dos anos 70 cheguei a usar uma que havia sido oferecida a meu pai, mas, verdade se diga, nunca me adaptei, preferindo o método clássico com lâminas, Gillete ou Schick. Todavia, há cerca de um mês decidi fazer nova experiência e adquiri uma máquina da marca Braun, com cabeça cilíndrica, mas cheguei à mesma conclusão, pois pelo método clássico continuo a escanhoar-me de forma mais rápida e eficiente. Há coisas que não mudam.

12/26/2013

Timothy - C'est la vie c'est joli


No Verão de 1977, debaixo do seu êxito  “C'est la vie c'est joli”,  chegava a Portugal um jovem naturalizado como belga, chamado Timothy. Não veio actuar mas apenas dar entrevistas e promover junta da imprensa o lançamento do seu próximo disco.
Na altura era anunciado como um concorrente ou rival de outro belga bem parecido que pela mesma altura fazia bater os corações do público feminino, exactamente o Art Sullivan, que até tinha uma música com o mesmo nome e que estivera a actuar em Portugal pela mesma altura.
 
Efectivamente basta ouvir os dois artistas para se perceber que o estilo romântico é muito semelhante. Todavia, não deixa de ser curioso que Timothy, talvez a pensar na comunidade portuguesa por terras francófonas, tenha interpretado alguns temas relacionados a Portugal, incluindo Lisboa e Alentejo. De resto, Timothy apaixonou-se por Portugal e chegou mesmo a viver em Lisboa. Fala fluentemente português e passa por cá longas temporadas várias vezes ao longo do ano.
 
Como muitos dos artistas cantores virados para o público feminino, apesar de alguns discos e alguns sucessos, Timothy passou à história, mas não deixa de ser motivo de nostalgia porque evoca toda uma época. Daí a nossa memória.
 
Como curiosidade, nesse Verão de 77, dominavam os tops de vendas em Portugal, entre outros, os singles “L´Oiseau et L´Enfant”, de Marie Myriam e “Dont´t Cry for me Argentina”, de Julie Convington e os LP´s “Hotel California” dos The Eagles e “Even in the Quietest Moments”, dos Supertramp.

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12/25/2013

Feliz Natal 2013

 

Do catecismo “Que quereis de nós, Senhor?”, ficam aqui duas belas ilustrações (de Zé Manel) alusivas à celebração do Natal. Por aqui na minha aldeia a consoada é no próprio dia 25, pelo que ainda ansiosos pela ceia e encontro fraternal da família, deixamos votos renovados de um santo e feliz natal para todos os nossos visitantes, de modo especial para os mais frequentes.

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12/22/2013

Leituras dos Pequeninos – Janeiro Acabado

 

Hoje trazemos à memória um interessante livro, dos muitos editados pelo professor Janeiro Acabado. Trata-se de “Leituras dos Pequeninos”, com belas ilustrações de Álvaro Duarte de Almeida e Fernando Bento.

Tem as dimensões de 230 x 160 mm e comporta um total de 64 páginas, sendo profusamente ilustrado. Foi distribuído pela Livraria Avis. Não tem data impressa mas presumo que será dos anos 70.

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- Tópicos relacionados:

O professor Janeiro Acabado
ABC dos Pequeninos - Livro escolar

12/20/2013

John Steinbeck – As vinhas da ira

 

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Passam hoje 45 anos sobre a morte do escritor norte-americano  John Steinbeck (27 de Fevereiro de 1902 - 20 de Dezembro de 1968).


Recordo-o sobretudo como autor do livro "As Vinhas da Ira", de 1939, considerada a sua obra-prima, que li em adolescente. O livro, no formato de bolso, edição da Europa-América, ainda mora na minha estante apesar de algumas folhas soltas, como era característica desses livros, devido ao sistema da lombada colada, que ressequia e quebrava.

Um pouco paradoxalmente, porque pouco dado a filmes, nunca cheguei a ver do princípio ao fim  a versão no grande ecrã, de 1940, com John Ford.

Porque é quase Natal!

 

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(clicar para ampliar)

 

Mais postais de Natal aqui.

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