Mais um cartaz publictário (de 1972) ao tecido de Terylene. Desta feita um elegante fato masculino produzido pela Rifer, empresa fundada em 1968 e que ainda existe.
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Mais um cartaz publictário (de 1972) ao tecido de Terylene. Desta feita um elegante fato masculino produzido pela Rifer, empresa fundada em 1968 e que ainda existe.
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Depois de um cartaz publicitário à marca de whisky Ballantine´s, cabe agora a vez ao Johnnie Walker, também do início dos anos 70.
Esta marca, estabelecida desde 1820, como nos informa o cartaz, é uma das mais conceituadas na produção do famoso scoth whisky. Veja aqui a sua já longa história a partir do seu fundador que deu nome à marca.
Cartaz publicitário do início dos anos 70 ao popular whisky Ballantine´s , uma das inúmeras marcas conceituadas da famosa bebida relacionada sobretudo à Escócia, mas também com fortes tradições noutros países, nomeadamente a Irlanda. A Ballantine´s está estabelecida desde 1897 e foi fundada por George Ballantine.
Passam hoje 524 anos (12 de maio de 1490) sobre o falecimento da Princesa Santa Joana, filha do rei português D. Afonso V e sua primeira esposa, D. Isabel, e irmã do rei D. João II.
Esta figura deminina é de algum modo emblemática na História de Portugal e uma das suas populares personagens.
Desde logo recordo-a pelos tempos de escola primária já que a sua memória fazia parte do meu livro de leitura da terceira classe. Também por essa época, lembro-me de um passeio escolar que a minha turma da quarta classe fez à cidade de Aveiro, tendo-se então visitado o museu com o seu nome.
Abaixo as páginas da referida leitura escolar sobre a morte da Princesa Santa Joana.
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Passam hoje 36 anos (9 de Maio de 1978) anos sobre a morte de Aldo Moro, político italiano do centro-esquerda e ex-primeiro ministro em vários mandatos, assassinado pelo grupo terrorista Brigadas Vermelhas depois de um sequestro e cativeiro de 55 dias, entre 16 de Março de Março e 9 de Maio daquele ano. Nessa operação de sequestro foram assassinados os 5 guarda-costas do político.
Esse período de cativeiro e incerteza quanto ao seu desfecho, transformou-se num folhetim de buscas, caçadas e negociações infrutíferas e para quem seguia o caso dia-a-dia nos jornais, rádio e televisão o caso foi marcante e tornou-se inesquecível pelo seu teor dramático.
A organização terrorista pretendia trocar Aldo Moro pela libertação de 16 dos seus membros, incluindo alguns supostos dirigentes, que estavam sob prisão. O Governo italiano, liderado então por Giulio Andreotti não correspondeu às pretensões da organização nem aos pedidos da família e de parte da sociedade e assim o sequestro terminou da pior forma. De referir que o então Papa Paulo VI chegou a oferecer-se como moeda de troca por Aldo Moro, o que não teve sequência já que os objectivos das “Brigate Rosse” eram bem mais amplos.
O assassino confesso de Aldo Moro terá sido Mário Moretti o qual veio a ser preso e condenado a várias penas de prisão perpétua sendo que ao fim de 15 anos de pena cumprida passou a regime de liberdade condicional estando autorizado a trabalhar fora da prisão mas obrigado a nela pernoitar à noite e aos fins-de-semana.
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Aldeia da Castanheira em plena Serra da Freita, na freguesia de Albergaria da Serra, concelho de Arouca, local onde se localiza o raro fenómeno geológico das pedras parideiras. Ao fundo pode vislumbrar-se a Frecha da Mizarela, uma cascata com uma queda abrupta no rio Caima.
Talvez por, erradamente, ser considerado um parente pobre dos vinhos portugueses, o vinho verde, face ao vinho maduro, sempre teve necessidade de se reafirmar como uma opção de valor e de diferença positiva pelo que em diferentes tempos apostou na sua promoção e publicidade. É o caso do cartaz acima, do início dos anos 70, impresso numa revista conceituada na altura.
Esta situação ainda hoje acontece, embora o reconhecimento pela diferença e qualidade dos vinhos verdes seja já mais notória e global e por isso gozam merecidamente de prestígio nacional e internacional.
Popular:
Ai! Verdinho, meu verdinho
Esquecer-te não há maneira,
Escorrega devagarinho
Apaga-me esta fogueira.
Que importa o verde ser verde
Se nos faz cantar na rua,
Ai! Verdinho, meu verdinho
Não há cor igual à tua.
Passam hoje 30 anos sobre o acidente que veio a tornar-se fatídico para o grande nome do ciclismo nacional e internacional, o popular Joaquim Agostinho.
Aconteceu a 30 de Abril de 1984 quando participava na X Volta ao Algarve, que liderava. A queda, provocada pelo atravessamento de um cão, aconteceu a cerca de 300 metros do final da 5ª etapa. Ajudado, ainda se levantou e cortou a meta mas as complicações do traumatismo craniano acabaram por o vitimar 10 dias depois, terminando assim de forma dramática uma excelente carreira (de resto, desportivamente, já na sua fase descendente).
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- Cartaz publicitário do ano de 1968
Já aqui falamos da Outdoor Girl, marca de produtos de cosmética. Hoje regressamos com um novo cartaz.
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