11/07/2016
A Sebenta do Tempo - Mário Augusto
11/06/2016
O Sabichão – Pergunte que eu Respondo - Jogo educativo da majora
O jogo consistia num suporte ou tabuleiro em cartão, constituído pela própria caixa, onde se aplicavam vários conjuntos de cartões contendo um círculo de perguntas e um círculo de respostas sobre diversos temas de cultura geral. Primeiramente colocava-se o boneco Sabichão no centro do círculo de perguntas, encaixado num suporte próprio e de seguida, rodando-se o mesmo pela cabeça, apontava-se-lhe a sua vara metálica para a pergunta pretendida. Seguidamente mudava-se o boneco para o centro do círculo de respostas, sobre uma base chamada espelho mágico e o boneco então rodava apontando a sua varinha em direcção à resposta certa. Na altura, para a criançada, era um pouco misterioso o artifício desta aparente magia, mas obviamente que o sistema consistia em ímans que obrigavam o boneco a girar e a apontar para a resposta em função do ângulo que havia sido rodado na base do círculo das questões.
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11/04/2016
Crónica Feminina - 203
Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 203 de 13 de Outubro de 1960.
Uma capa impensável para as revistas similares dos dias de hoje. Não por já não se venderem a 15 tostões mas porque predominam temas nada condizentes com a candura e ar feliz do rapazinho. Enredos de telenovelas, mortes, traições, divórcios, erotismo a roçar a pornografia, dicas de sexo, etc, são o actual pão-nosso do que a casa gasta. Um fartote.
É certo que os tempos ditam a evolução das coisas e obviamente da imprensa escrita, jornais ou revistas. Não se poderia esperar que, 56 anos passados, uma revista de mexericos fizesse capa com uma criancinha, a não ser que fosse o Cristianinho Ronaldo ou outro rebento de um qualquer jet-set. Todavia, porventura, passamos de um 8 muito condicionado por um regime fechado e conservador para um 80 desbragado e excessivo. O meio termo nunca foi apanágio dos portugueses pelo que as coisas são como são, no bom e no menos bom.
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11/01/2016
Roupas dos anos 60 - 01112016
- Modelos de roupas de Outono/Inverno do início dos anos 60.
- Clicar para ampliar.
10/29/2016
Waldorf–Papel higiénico
Cartaz publicitário do ano de 1960 ao papel higiénico da marca Waldorf.
Poder-se-ía pensar que o papel higiénico é coisa recente entre nós, mas não, é um artigo já com muitos anos ou não fosse necessário à limpeza de um dos actos mais elementares da nossa fisiologia.
Hoje em dia o papel higiénico e produtos similares, como guardanapos, toalhetes e rolos de papel de cozinha estão presentes em todos os ambientes domésticos, comerciais e industriais e por isso movimentam muitas empresas. Ora entre nós há marcas reconhecidas e identificadas com estes produtos, como a Renova - Fábrica de Papel do Almonda, SA, fundada em 1818 em Torres Novas, mas deixando esta empresa para outras calendas, importa referir a nível mundial a Scott, porventura umas das mais internacionais e conceituadas neste sector.
A Scott Paper Company Limited foi fundada em 1879 pelos irmãos Edward Irvin e Clarence Scott, de Filadélfia – Estados Unidos mas originalmente como fabricante de sacos e papel para embrulhos. Apenas uns dez anos depois é que começou por fabricar o papel higiénico, em rolo, para essa função específica. Entretanto já existia uma outra marca, a Waldorf a qual veio a ser adquirida em 1902 pelos irmãos Scott. O papel higiénico Waldorf torna-se assim o principal produto da Scott. Nos anos 30 são introduzidos os papéis para uso na cozinha e ainda nessa década os guardanapos.
Em meados dos anos 90 a Scott foi adquirida pela Kimberly-Clark passando assim a integrar uma rede de distribuição global.De então para cá, a empresa cresceu, multiplou e diversifiocu os produtos e obviamente adaptou-se às novas tecnologias para corresponder às exigências de mercado e competetividade.
10/28/2016
Postais de Natal 2016
Temo-la já como uma tradição, a de rabiscar e publicar por aqui alguns postais de natal.
Postais acima: - Clicar para ampliar.
10/27/2016
Pijamas Silma–Belarte
Dois cartazes publicitários do ano de 1961 aos pijamas Silma.
Infelizmente mesmo depois de algumas pesquisas nada encontramos sobre a origem desta marca e se a empresa fabricante ainda existe. São daquelas coisas que apesar de parecer terem tido alguma notoriedade num passado mais ou menos recente, a avaliar pelos anúncios, acabam por não deixar rasto. Será mesmo assim?
Das pesquisas efectuadas pelo menos ficamos a saber que ambos os cartazes foram produzidos pela Agência de Publicidade Belarte, fundada pelo artista gráfico e plástico Roberto Araújo Pereira (1908-1969), conjuntamento com seu irmão Alfredo Araújo Pereira e Mário Neves.
Não nos custas acreditar e é de supor que as ilustrações destes dois cartazes tenham sido de autoria do referido Roberto Araújo Pereira.
Laranjina C - Refresco vitaminado
10/25/2016
Sopas Knorr
Cartaz publicitário do ano de 1968 aos caldos Knorr.
10/23/2016
Livro de leitura da 4ª classe–Joaquim Gaspar
Hoje trago à memória o livro de leitura da 4ª classe de autoria de Joaquim Gaspar.
Dimensões: 15 x 20 cm, com capa dura. 144 páginas, com muitas ilustrações e fotografias a cores e a preto-e-branco.
O exemplar que possuo é do ano de 1968 e corresponde à 9ª edição com edição, impressão e distribuição da Atlântida Editora, de Coimbra. A capa tem a fotografia de parte de uma tapeçaria existente na sala de sessões dos Paços do Município do Porto de autoria do Arq. Guilherme Camarinha, intitulada “Hino em Louvor, Honra e Glória da Cidade do Porto“. Como curiosidade, refira-se que esta tapeçaria é a maior de um grupo de três do mesmo autor e que decoram a sala de sessões. As duas mais pequenas, nas paredes laterais da sala têm como temas "A faina no Douro" e "S. João".
A tapeçaria maior e central procura retratar a história da cidade do Porto e foi elaborada entre 1955 e 1958, contendo 8 milhões de pontos, tantos quantos os habitantes da época.
Voltando ao livro escolar, as ilustrações do livro são de autoria de Marques Elias.
O autor, Joaquim Gaspar tem vários outros manuais escolares, nomeadamente o “Vidas em Flôr”, também da 4ª classe e sobre o qual já aqui falamos e com edição posterior ao agora relembrado.
Não foi o meu livro da quarta classe, mas é um belo exemplar e que certamente, até a avaliar pelo número de edições, passou pelas mãos de muitos portugueses. Certamente que serão muitos os que guardam dele boas memórias.
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