3/03/2017

Detergente JUÁ–Roupa alegre

 

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Mais um cartaz publicitário ao popular detregente JUÁ, publicado em maio de 1962. Na imagem uma bucólica cena com a roupa a corar estendida sobre a relva como era vulgar nos meios rurais.

“Juá a lavar…é sol a corar! Roupa alegre, fresca e saudável, corada pelo sol, perfumada pela natureza.”

3/01/2017

Juá–Compre 3 e pague 2

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A técnica de venda “compre 3 e pague 2” não é de agora. Veja-se este anúncio ao então popular detergente JUÁ, publicado em Março de 1965. Por isso, a coisa já tem mais do que meio século mesmo que em certas coisas similares na actualidade até pareça que andamos a descobrir a pólvora ou a inventar a roda.


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2/28/2017

Desinfex–Publicidade vintage

 

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Cartaz publicitário ao produto DESINFEX. Publicado em Maio de 1962.

Pelo preço de 35$00, o produto prometia muito: “DESINFEX é o moderno aerossol terapêutico desinfectante instantâneo para ambientes fechados em enfermarias, consultórios, escolas, quartos de doentes, etc.

Não prive os seus filhos de carinho só porque está constipado.DESINFEX diminui-lhe as possibilidade de contágio.”

Não conseguimos apurar grande coisa sobre a história desta marca ou produto. É certo que pesquisando pela mesma, aparece associada ao grupo Organnact – Brasil (área de saúde animal), mas tudo indica que para além do mesmo nome do produto, não haverá qualquer ligação entre ambos. Por outro lado, era depositária deste DESINFEX a empresa Paolo Cocco, L.da, com sede na Rua do Quelhas, 22, em Lisboa. Também não foi possível apurar a existência desta empresa embora surja Paolo Cocco Herdeiros, mas estes ligados à produção de conservas de peixe, no Algarve. Haverá alguma relação? Não o conseguimos apurar. De resto esta é uma situação comum a muitas marcas e produtos que foram populares há umas décadas atrás e que, por contingências, várias desapareceram quase sem deixar vestígios históricos.

2/22/2017

Crónica Feminina - 486

 

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Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 486 de 17 de Março de 1966. A bela e elegante noiva, Maria do Rosário Nobre Cardoso Faustino. Que será feito dela? Será certamente, senhora já na casa dos setenta.

2/20/2017

Crónica Feminina - 429

 

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Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 429 de 11 de Fevereiro de 1965. Em destaque, a bela noiva Maria Margarida Ribeiro dos Santos Pinto, com o seu perfumado ramo de flores de laranjeira como convinha ás noivas castas. As noivas e noivos eram tema recorrente nas capas da emblemática revista.

2/19/2017

O papel químico

 O "papel-químico", também conhecido por papel de carbono, faz parte da nossa história e memória colectivas. Durante muitas décadas foi um elemento imprescindível em tudo quanto era gabinete, agência, escritório ou repartição onde se tratasse de papelada, cartas, ofícios, facturas e muitos outros documentos e fosse necessária a sua duplicação ou reprodução. Também usado para reproduzir documentos escritos manualmente, mas também e sobretudo com uso na máquina de escrever, sendo colocado entre duas folhas e por vezes até mais.

Os tempos mudaram, vieram as reproduções por álcool, os duplicadores rotativos com stencil, os computadores e com eles as impressoras a laser e jacto de tinta que se tornaram acessíveis, porque baratas, e hoje o papel químico, ainda produzido e comercializado, serve apenas para uns trabalhos específicos, desenrascanços e sobretudo para utilizadores avessos às novas tecnologias e que vão resistindo a trabalhar ainda à moda antiga. Apesar disso, embora com tecnologia diferente, o princípio do papel químico está ainda amplamente  incorporado em muitos documentos, formulários e impressos burocráticos.

O papel-químico, do inglês carbon-paper, terá sido patenteado no longínquo ano de 1806, em Inglaterra por Ralph Wedgwood, pioneiro na reprodução e cópias em escritórios, a que chamou de “noctograph” uma vez que o seu propósito inicial era ajudar a escrita no escuro, ou seja, para os invisuais, com a ajuda de um estilete. Há, porém, fontes que referem a sua invenção ter ocorrido uns anos antes, em 1801, em Itália, pelo inventor Pellegrino Turri que o concebeu como suporte de tinta para a sua primeira máquina de digitação mecânica, vulgo máquina de escrever, fazendo impregnar  as folhas de papel com tinta preta a que baptizou de  “carbonated paper”. Nessa altura ainda não havia sido inventado o sistema de fita.  A ideia, embora inovadora numa época em que quase todos os documentos eram escritos à mão, não se popularizou e por questões de segurança  e receio de falsificação de documentos, os tribunais não aceitaram a sua utilização quase até ao final do séc. XIX. No entanto, nos Estados Unidos, com a crescente generalização das máquinas de escrever, o papel-químico tornou-se popular e depressa o seu uso e importância alargaram-se à escala global.
Em cor base azul ultramarino ou preto, mas também em vermelho e verde, este emblemático papel foi sendo comercializado entre nós por várias marcas mas sobretudo pela Pelikan ou a Kores, esta fundada em Viena – Áustria, fabricante de papel químico desde 1887 e que em  1912 lançou o sistema de fita para as máquinas de escrever.

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2/18/2017

Moinhos de Portugal–Caixas de fósforos

 

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Trazemos hoje à memória algumas das doze caixas de fósforos com a colecção de etiquetas referentes a Moinhos Nacionais. A edição é da Sociedade Nacional de Fósforos – Porto (fundada em 1926 e extinta em 1993), do início dos anos 70. As caixas continham 40 amorfos, vendidas ao preço de 35 centavos.

Foram produzidas pelo menos duas variantes na cor de fundo, o vermelho e o azul.

 

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2/07/2017

Crónica Feminina - 677

 

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Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 677 de 13 de Novembro de 1969. A dar rosto à edição, a menina Maria Helena Silva com ares de fotógrafa a manusear a sua Rolleiflex da Franke & Heidecke.

1/29/2017

Iniciação da Leitura–Livro escolar

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Hoje trago à memória o livro escolar “Iniciação da Leitura”, de autoria de Manuel Subtil, Cruz Filipe, Faria Artur e Gil Mendonça e ilustrações do conceituado Eduardo Romero. Trata-se de uma edição da Livraria Sá da Costa, de Lisboa, integrada na colecção “A Escola Primária”. O exemplar que possuo refere-se à 2ª edição e está datado de 1931.

O manual tem dimensões de 155 x 210 mm e 64 páginas, muitas delas a quatro e a duas cores. Tem ainda um desdobrável, com as dimensões de aproximadamente 800 x 500 mm em que são reprduzidas muitas das ilustrações do livro.

De todos os antigos manuais escolares dedicados ao ensino da leitura, este é sem dúvida um dos mais bonitos e completos.

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1/24/2017

Rabiscos

 

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Continuamos com a publicação das nossas ilustrações no blog parceiro “Inkscapes” . Podem visitar.

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