5/02/2008
Os Pequenos Vagabundos
5/01/2008
Roy Rogers - O rei dos cowboys
Roy Rogers e toda a sua saga, com a imagem muito romantizada da figura do cowboy, foi e ainda continua a ser uma fonte de popularidade nos Estados Unidos, cuja memória se encontra explorada por diversas formas de comércio e marketing, incluindo um museu.
Quanto a nós, faz parte da nossa memória da infância, sobretudo pelas suas aventuras publicadas na banda desenhada.
Sobre o tema dos cowboys: De algum modo Roy Rogers representa o estereótipo do cowboy do oeste americano, nomeadamente pelo uso de indumentárias coloridas e espalhatafosas. Um estilo muito romantizado pelo cinema e que de algum modo tornou-se como padrão. Mas na realidade os cowboys do velho oeste americano não eram exatamente como são retratados nos filmes. A imagem que temos dos cowboys é, em grande parte, baseada na cultura popular e em representações cinematográficas, que muitas vezes romantizam e exageram certos aspectos da vida nessa região dos Estados Unidos.
Os cowboys do velho oeste não usavam necessariamente chapéus de cowboy, botas de cowboy, coletes de franjas ou bandanas de pescoço, que são elementos comuns em representações populares dos cowboys.
Os cowboys não eram todos brancos. Muitos cowboys eram afro-americanos, nativos americanos, mexicanos ou de outras origens étnicas.
A vida no oeste não era apenas sobre cavalgar e perseguir bandidos. Os cowboys eram, na maioria das vezes, trabalhadores rurais que trabalhavam em fazendas e ranchos, cuidando do gado, arando campos e realizando outras tarefas agrícolas.
A vida dos cowboys era difícil e perigosa. Eles trabalhavam longas horas em condições difíceis, suportando o clima extremo, os ataques de animais selvagens e a possibilidade constante de confrontos violentos com outras pessoas.
A violência era comum no velho oeste, mas não era tão romantizada como regra geral é transmitida nos filmes. A maioria dos cowboys preferia evitar confrontos violentos sempre que possível, e muitas vezes recorriam à negociação ou à persuasão para resolver conflitos.
Em resumo, os cowboys do velho oeste eram essencialmente trabalhadores rurais e ligados à criação de gado, que desempenhavam um papel importante na economia e na cultura da região então em franco desenvolvimento, mas sua vida era muito diferente da imagem idealizada que tantas vezes é retratada no cinema e na cultura popular, sobretudo nas produções das décadas de 1940 a 1960. De facto, nem sempr eo que parece, é.
4/25/2008
O pião - Jogos e brincadeiras de infância
O pião é um brinquedo fabricado em madeira, torneado, com forma sensivelmente de ás-de-espadas, e com um bico metálico espetado na sua parte inferior. Fazia ainda parte inseparável do pião um fio com um comprimento mais ou menos de 1,50 m, o qual era primeiramente preso na saliência superior do pião e depois enrolado em espiral a partir do bico metálico, envolvendo parte do corpo do pião. Seguidamente, a ponta restante do fio era enrolada no dedo indicador e o pião era aconchegado na palma da mão. Depois o braço era puxado atrás e num gesto rápido, lançava-se para a frente arremessando o pião ao chão, num movimento de retorno, de modo a que o fio nesse movimento fizesse rodar o pião.
O fio tem vários nomes, dependendo da região. Na minha zona chamava-se de liceira, mas também é conhecido por baraço, cordel ou guita.
Os piões de bico grosso eram utilizados no "jogo da nica", em que o objectivo era acertar alternadamente no pião dos colegas de modo a pô-lo fora de um círculo e do combate, quanto mais danificado melhor. Por essa razão, nesse jogo eram utilizados piões velhos, já desgastados de anteriores batalhas, sendo assim menor o prejuízo. Quando se conseguia de um golpe rachar ao meio o pião do adversário era uma vitória inesquecível que, não raras vezes, era precedida de uma cena de pancadaria entre os intervenientes.
4/22/2008
Crónica Feminina
A Agência Portuguesa de Revistas, depois de altos e baixos foi à falência, com esta a ser decretada em 7 de Abril de 1988, sendo que a componente editorial e gráfica já havia sido suspensa há vários meses. Neste contexto, mesmo que sem data e números rigorosos e documentados, será de supor que a embelmática revista "Crónica Feminina" tenha conhecido o fim do seu longo percurso editorial lá pelo ano de 1987.
Vendem-se cromos de caramelos
4/14/2008
Dois anos de férias - A Ilha Chairman
Do sítio: Júlio Verne em Portugal
No iate «Sloughi» tinham embarcado catorze rapazes com idades compreendidas entre os oito e os catorze anos, todos eles alunos de um colégio da Nova Zelândia.
Aconteceu, porém, que o iate quebrou misteriosamente as amarras na altura em que toda a tripulação se encontrava em terra, exceptuando um grumete. Lançado, assim, no mar sem a presença de qualquer adulto, o «Sloughi» será precipitado por uma violenta tempestade para uma ilha deserta nas proximidades da América do Sul.
Começam, então, as longas «férias» involuntárias, durante as quais os jovens caçam, pescam, inventam armadilhas, domesticam animais, cultivam a terra, enfrentam rivalidades provocadas pelo antagonismo nascido das diferenças de caracteres e de raças.
No decurso do segundo ano desembarcam na ilha outros náufragos: bandidos temíveis condenados a pesadas penas que, deste modo, evitam cumprir. Trava-se então uma luta implacável entre jovens que apenas possuem inteligência e coragem e homens que não conhecem fé nem lei...
Volvido um quarto de século, estou a reler "Dois anos de férias", um dos famosos livros de aventuras do escritor francês Julio Verne. Estou a fazê-lo com o mesmo entusiasmo da primeira vez, até porque, para além da sinopse, já tinha esquecido grande parte da história, que recordo também da série de TV, que entre nós, creio, passou em meados dos anos 70.
Uma das coisas que me apraz na leitura desta aventura é a existência do mapa da ilha (baptizada pelos naufragos de Ilha Chairman), desenhado por um antigo residente, possivelmente, tal como o grupo de jovens, também ele um náufrago.
Neste sentido, é espantoso como o relacionamento da história em todos os aspectos geográficos, sai sobremaneira enriquecido com o conhecimento do tal mapa, pelo que a compreensão da história é assim melhor assimilada.
Neste aspecto Júlio Verne foi exemplar, pois os mapas estão presentes em quase todas as suas grandes aventuras, funcionando assim como um auxiliar de leitura e até uma espécie de interactividade narrativa.
Em suma, é como se o leitor estivesse ali presente em cada um dos locais da acção.
Há aventuras que sabe bem reviver.
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