7/21/2008

Cerveja Cuca

 

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CUCA ( Companhia União de Cervejas de Angola) - A cerveja angolana, por excelência, e que noutros tempos se consumia regularmente por cá e que hoje se encontra apenas em boas cervejarias.

Em Angola a marca continua a ter muita importância pelo que estão previstos vários investimentos neste importante sector.

- Notícia 1 - Notícia 2

7/20/2008

Fiat 127




Com toda a legitimidade de um quarentão, é claro que tenho fortes recordações de diversos modelos de automóveis dos anos 60, 70 e 80 e que actualmente já são autênticos clássicos. Hoje, porém, trago à memória o Fiat 127.
Este clássico modelo da fabricante italiana, tornou-se entre nós um carro muito popular, graças às suas elegantes linhas, a que hoje se classificariam como desportivas e à sua fácil condução. Em termos económicos, como a maior parte dos modelos da Fiat, tinham preços relativamente acessíveis, mesmo no contexto das dificuldades da altura, até porque comprar um carro, caro ou barato, era um luxo ao alcance de poucos. A solução era mesmo comprar como usado, por vezes depois de já ter passado pelas mãos de meia dúzia de proprietários.

Um dos motivos que lembro o Fiat 127, é que foi precisamente o primeiro carro que conduzi depois de obtida a carta de condução. Pertencia ao meu irmão mais velho, sempre bem estimado, e com alguns extras que lhe reforçavam a pinta de um desportivo. Era azul escuro, tinha um airlon traseiro, um volante pequeno e revestido a couro, faróis de nevoeiro, uma excelente aparelhagem de som, com colunas Pioneer e equalizador. Uma bomba. Infelizmente para mim e felizmente para o seu proprietário, apenas fiz uma viagem, pois, novato como era, esqueci de baixar totalmente o travão de mão e ao fim de poucos quilómetros o carro já estava todo envolvido em fumo que saía dos tambores das rodas.
Seja como for, o Fiat 127 será sempre um dos carros a quem devo algumas memórias do meu passado e sem dúvida de muitos portugueses.

- Mais sobre o Fiat 127

7/16/2008

Os Flintstones

 

Tema de abertura (com karoke)

Os Flintstones, é uma das séries de animação mais populares de sempre, transversal às décadas posteriores à sua criação, no início dos anos 60.
Esta emblemática série de desenhos animados foi criada e produzida pela dupla americana Hanna-Barbera, entre 1960 e 1966, tendo sido realizados 166 episódios.
A série centra-se na família Flintstone, composta pelo casal Fred e Wilma, a sua filha Pedrita e os seus vizinhos e amigos Barney Rubble e Betty e o seu filho adoptivo BamBam.

O cenário de toda a acção, a cidade de Bedrock, com 25000 habitantes,  reporta-se a uma sociedade moderna mas adaptada à idade da pedra, algures no ano 1.040.000 A.C, assumindo assim toda uma emblemática normalmente atribuída a esse período da história da Terra e do Homem. Por conseguinte, desde as cidades, casas, veículos, máquinas e objectos do dia-a-dia, tudo é feito em pedra, madeira e com a componente intrínseca da presença dos dinossáurios, aqui postos ao serviço do homem e do seu bem estar.

Os episódios giravam em torno de histórias recambolescas e divertidas suscitadas e provocadas pelas personagens, de modo especial o desastrado Fred, sempre com o seu famoso grito yabadabadoo.

Estas são de facto as características que marcaram o êxito dos Flinstones, não só nos Estados Unidos como em quase todo o mundo. Em Portugal, de memória recordo que a série passou ainda a preto-e-branco, na RTP, no início dos anos 70. Claro que nos anos posteriores foi reposta várias vezes.

O êxito da série conheceu novos desenvolvimentos com a produção de variantes, incluindo uma com os personagens principais em idade infantil The Flintstones Kids, em 1986), bem como a realização em 1994 de uma versão em filme The Flintstones), com John Goodman e Rick Moranis, que  teve uma sequela em 2000 (Os Flintstones em Viva Rock Vegas), agora com Mark Addy, no papel de Fred Flintstone, Stephen Baldwin no papel do amigo Barney Rubble, Jane Krakowski a interpretar a doce Betty Rubble e Kristen Johnston a desempenhar a charmosa Wilma Flintstone.

Os Flintstones são actualmente uma poderosa marca, com toda a envolvência de marketing, que continua  a gerar grandes receitas.

Genérico do final

Alguns apontamentos sobre a produção da série

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7/14/2008

Cartaz TV - Por Jorge Alves


santa nostalgia cartaz tv jorge alves

No princípio dos anos 70, um dos meus programas de televisão preferidos era o CARTAZ TV, apresentado pela simpática figura da Rádio e Televisão que foi o saudoso Jorge Alves. Para mim e para muitos portugueses de então, era o programa dos programas já que através dele ficávamos com a antevisão do que de mais importante ía passar em cada semana na RTP. Creio que habitualmente o Cartaz TV passava às Sextas, por volta das 20:00 horas, depois do Telejornal. 

Jorge Alves nasceu em 13 de Novembro de 1914, na Parede - Lisboa, e faleceu ainda nos anos 70, mais concretamente em 30 de Setembro de 1976.
Estreou-se pelo Rádio Clube Português com apenas 18 anos e foi um dos fundadores da Emissora Nacional, em 1935, onde se manteve quase até ao seu desaparecimento.
Na RTP, onde foi um dos seus primeiros locutores, logo no seu início em 1957, para além do CARTAZ TV apresentou outros programas bem populares como o MELODIAS DE SEMPRE  e o SABER NÃO FAZ MAL, de 1965, este co-apresentado por Maria José Baião. 

Pelo seu programa dos programas, Jorge Alves era assim uma presença sempre ansiada por todos quantos acompanhavam a magia da "caixinha mágica". Para além do mais, a própria pequenada gostava do programa porque geralmente terminava com um bocadinho de desenhos animados. Bastava esse facto para ser um bom programa.

7/13/2008

Publicidade nostálgica - Cerveja Clok

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A Clok foi uma marca de cervejas lançada pelo final dos anos da década de 1970 pela empresa Copeja, em Santarém e essencialmente para o mercado regional, passando depois para a CUFP onde chegou a ser produzida nas instalações em Loulé - Algarve.

No ano de 1982, então uma marca de Unicer , a marca deixou de se fabricar. Vinte e poucos anos mais tarde tentou-se o relançamento mas a coisa parece que não pegou e hoje não passa de uma das muitas marcas que ficaram pelo caminho e sobretudo pela memória.

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