Recordamos novamente o clássico detergente OMO, num cartaz publicitário de meados dos anos 60. Nessa altura foram produzidos diversos cartazes dedicados a este produto com o slogan “A sua vizinha nota logo!”.
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Recordamos novamente o clássico detergente OMO, num cartaz publicitário de meados dos anos 60. Nessa altura foram produzidos diversos cartazes dedicados a este produto com o slogan “A sua vizinha nota logo!”.
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O sabonete Cadum foi lançado no nosso país pela Colgate-Palmolive em 1962. Todavia, teve a sua origem muito antes, em 1907, fruto de uma parceria de um homem de negócios americano, ligado à publicidade, Michaël Winburn, e um farmacêutico francês, Louis Nathan, que depois de uma primeira boa experiência com um creme à base de extractos de óleo, com a qual o primeiro curou um eczema, em 1912 desenvolveram com êxito um sabão em barra à base de óleo de amêndoa doce a que deram o nome de Cadum, na altura um luxo, e que depois deu lugar ao formato sabonete. Um pouco mais tarde foi associada à marca o conhecido bébé Cadum (Cadum Baby), que se tornou durante muito tempo numa referência comercial do produto, a qual foi apenas abondonada em 1952 aquando da integração da marca no universo da Colgate-Palmolive.
Apesar disso, o ícone do BéBé Cadum ainda está muito presente sobretudo na sociedade francesa. Em 1924 deu lugar a um popular consurso destinado a eleger anualmente o Bébé Cadum. Também nos primeiros anos, a marca procurou estar associada a nomes de mulheres famosas da época, no que terá sido predecessora das famosas estrelas que mais tarde usariam um outro popular sabonete, o Lux.
A ligação da marca à Colgate-Palmolive terminou em 2003, com a aquisição por parte de um grupo anglo-francês, e actualmente a Cadum S.A. continua a ser uma empresa e marca de sucesso, fiel à sua História, retomando o clichê do Bébé Cadum, com produtos inovadores na área da cosmética e higiene pessoal, sobretudo higiene íntima. Da empresa, em França são muito populares as marcas Donge e Cleópatra.
Pessoalmente, lembro-me muito bem do sabonete Cadum e, entre outras marcas, era usado frequentemente em casa embora, pela tal figura do Cadum Baby, já falada, era pejorativamente associado a bébés e a raparigas. Ora a ser assim, os rapazes preferiam cheirar mal do que cheirar a "menina". Coisas de rapazes.
Publica-se imediatamente abaixo um cartaz publicitário do Talco Cadum, datado de Dezembro de 1968, tinha eu então 6 anitos e deveria andar pela primeira classe do Ensino Primário. Também de seguida publico alguns dos famosos cartazes da marca bem mais antigos, nomeadamente o tal famoso Cadum Baby.
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Hoje recordamos o Borotalco ou Pó Talco Ausonia, um dos clássicos produtos de higiene íntima, e desde há várias décadas uma marca muito popular e conceituada, e certamente presente na maioria das casas portuguesas. Não conseguimos obter muitas informações sobre a história da empresa, para além de que actualmente se denomina Arbora & Ausonia, com sede e fábrica em Espanha mas também com instalações em Portugal.
A Ausónia terá sido fundada em 1929, em Barcelona e em 1997 aconteceu a fusão com a Arbora, esta fundada em 1978, dando assim origem à Arbora & Ausonia.
Na actualidade a Arbora & Ausonia detém um leque popular de marcas e produtos ligados igualmente à higiene íntima, nomeadamente os pensos higiénicos Evax e Ausonia, as fraldas descartáveis Dodot, Lindor, as toalhitas Charmim e o papel higiénico Kandoo, entre outros.
Como já recordei em anteriores artigos, “tenho muitas memórias à volta do pó-de-talco, desde logo porque muitas vezes o usei na muda das fraldas a alguns dos meus irmãos mais novos”. De facto, de quase uma dezena de irmãos, eu era (e sou) o segundo na hierarquia, pelo que muitas vezes fiz de ama dos irmãos imediatamente a seguir. Por isso, o pó talco era à fartazana até para disfarçar alguns odores. O pó talco Ausónia era assim um produto sempre presente.
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Hoje trazemos à memória mais um belo caderno escolar de outros tempos, sem data confirmada mas provavelmente dos anos 40/50. É mais um exemplar da fabricante Pêbêcê.
Quem não se recorda dos tempos maravilhosos da escola primária e destes auxiliares preciosos, tanto na escrita como nas contas? Eventualmente um pouco desprezados nesses tempos, até porque eram sinónimo de trabalho escolar, e nesse tempo não havia lugar nem espaço de manobra à malandrice e indisciplina, hoje são objectos nostálgicos e que merecem a atenção cuidada de coleccionadores. Não é o meu caso mas mesmo assim possuo largas dezenas de diferentes exemplares e colecções, muitos dos quais me passaram pelas mãos em tempo de escola. Aos poucos serão motivo das nossas memórias e nostalgias.
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