3/04/2011

Desodorizante Rexina

 

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De novo o desodorizante Rexina, num cartaz dos anos 60.

Não deixa de ser curioso que passados 50 anos os produtos similares actuais continuem ainda na senda de propalar a garantia de um efeito que dure as 24 horas do dia. Há coisas que não mudam e desodorizante que se preze deve ter isso em conta mesmo que na prática assim não seja. Mais do que ser, é conveniente que pareça.

 

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3/02/2011

Belas pernas com meia-calça C.D.

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Cartaz publicitário, do ano de 1969, à meia-calça Bea, da C.D., fabricada na Dinamarca. Resta saber se a bela modelo é de origem nórdica ou muito portuguesa.

Curiosamente, as meias-calças, em diferentes materiais ou texturas, mas quase sempre em tons escuros, e complementadas com botas altas e mini-saias ou vestidos de malha, também curtos, têm estado  na moda neste Outono/Inverno e realçam, de facto, a elegância das pernas femininas.
Como se vê, há modas que são intemporais, assim como a beleza de umas bonitas pernas.

- Sobre o tema:
Meias C.D – Com C.D quem ganha é você!
Meias e peúgas CD

3/01/2011

Maizena – Uma longa história


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A farinha de amido de milho MAIZENA nasceu nos Estados Unidos no distante ano de 1856, uma criação dos irmãos Duryea. A empresa dos irmãos, a Corve Stach Manufacturing inicialmente vendia farinha fina de milho mas de uma forma a granel pelo que a Maizena surgiu devidamente embalada de modo a oferecer melhores condições de higiene e depressa se tornou num produto comercial com muita popularidade.
A Maizena chegou a Portugal quase meio século depois, em 1905 e desde então tem-se mantido num produto muito popular, com diversas utilizações. Inicialmente e durante várias décadas foi até utilizado como produto adequado para engomar vestuário mas  sobretudo na confecção de papas para bébés. Contudo, com a chegada ao mercado de produtos como as papas Cerelac, Milupa e outros,  mais adequados e elaborados, a Maizena perdeu importância nesse sector mas continuou a ser comercializada sobretudo para culinária e pastelaria, sendo um popular espessante de molhos e sopas.
Pessoalmente, enquanto bébé, também fui alimentado com a papa da farinha Maizena, bem como os meus irmãos mais novos. Recordo que muitas vezes lhes preparei e dei  a papa a comer.
A Maizena faz assim parte das nossas memórias de infância e tiveram um importante papel na nossa alimentação e crescimento nesses primeiros meses de vida.
Quanto à imagem da Maizena, cujo nome deriva do termo “maíz”, a palavra espanhola para milho, destaca-se sobretudo pela viva cor amarela das suas caixas e o grafismo tem-se mantido quase inalterável desde há longas décadas, no que tem contribuído para a referenciar e reforçar como um produto clássico e tradicional.
Na actualidade, depois de um percurso por vários proprietários ao longo da sua história,  a Maizena é uma das populares marcas da multinacional Unilever, sendo comercialiazada em diversos produtos, específicos para diferentes utilizações.


2/27/2011

Tabuada de Multiplicar - Livrinho

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A tabuada de multiplicar, uma das bases da aritmética que tão diligentemente se ensinava e aprendia nos meus tempos de escola.

2/26/2011

Primeiro Livro da Infância

 

Hoje trazemos à memória o “Primeiro Livro da Infância”, sitema legográfico de leitura inicial, de autoria de Augusto Gomes de Oliveira, com distribuição por Domingos Barreira - Editor e Livraria Simões Lopes.

O livro em questão é da 12ª edição, do ano de 1939 e estava inserido na Campanha Nacional Contra o Analfabetismo. É um livro muito interessante e bem estruturado, com os passos necessários à aprendizagem da leitura e escrita.

Este exemplar em particular, está muito bem conservado, apesar do amarelado do tempo.

Não deixa de ser curiosa a nota introdutória do autor à edição:

“Mais uma edição; mais um triunfo na gloriosa e extenuante luta em prol da criança. E se é certo que os lucros materiais por nós auferidos têm sido nulos, também, é verdade que, a satisfação moral resultante da nossa obra a favor do ensino é para nós a melhor recompensa.”

Esta mensagem soa de facto a desactualizada, pois hoje em dia o negócio dos livros escolares é tudo menos “…um triunfo na gloriosa e extenuante luta em prol da criança".” Hoje faz-se tudo por lucro e a criança e o ensino em si mesmos são apenas um meio.

Por outro lado, com a actual crise no ensino e na educação, que de modo especial afecta a classe dos professores, pressionados, nada dignificados e muito desautorizados nos aspectos do exercício da disciplina e respeito, estamos em crer que sobra pouca “...satisfação moral”.

Sinais dos tempos. Afinal, passam já mais de 70 anos sobre a edição do livro e de todos quantos por ele aprenderam poucos já estarão entre nós, o que não deixa de ser comovente pensar-se que um velhinho de 78 anos aprendeu as primeiras letras por este belo e intemporal livo.

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2/20/2011

Bandeira de Portugal

 

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(clicar para ampliar)

PORTUGAL

Minha terra, quem me dera
Ser humilde lavrador,
Ter o pão de cada dia,
Ter a graça do senhor!
Cavar-te por minhas mãos,
Com caridade e amor.

Minha terra, quem me dera
Ser um poeta afamado,
Ter a sina de Camões,
Andar em naus embarcado,
Mostrar às outras nações
Portugal alevantado.

 

António Correia de Oliveira


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