3/10/2011

Art Sullivan – Em Portugal em Outubro de 1976

 

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Como o tempo passa, e estão já quase decorridos dois anos e meio após termos recordado aqui uma das figuras musicais da segunda metade dos dos anos 70, o belga Art Sullivan, que na plenitude do seu êxito e popularidade, com as suas canções românticas  arrebatou o coraçao de muitas portuguesas.

Hoje relembramos uma das suas passagens por Portugal, com um cartaz publicitário estampado numa das revistas da época.

O espectáculo, “a pedido das suas admiradoras”, estava marcado para o Pavilhão dos Desportos, em cascais, no dia 10 de Outubro de 1976, pelas 21:45 horas.


3/08/2011

Santa Nostalgia no Facebook

 

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O nosso espaço no Facebook tem estado um pouco desmazelado pelo que pedimos desculpa por alguns inconvenientes e até por questões colocadas e não respondidas.

Tínhamos já um grupo extenso de pessoas a aguardar a confirmaçao ao pedido de amizade.

Prometemos acompanhar de forma mais regular.


RTP – 54 anos

 

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A RTP celebrou ontem os seus 54 anos de vida e o seu canal Memória fez a evocação da data.

Recortado de uma revista de Fevereiro de 1961, publicamos um cupão de inscrição para o Concurso “Diga, Diga”, que se tornou popular na primeira metade dos anos 60, tal como outros mais, nomeadamente o "Passaporte TV", "Dize Tu, Direi Eu".

Os concursos nesses primeiros tempos foram um dos pilares da programação e popularidade da RTP, o que de resto ainda se mantém.

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No “Diga, Diga”, os concorrentes respondiam a perguntas de cultura geral, escolhendo para o efeito dois temas.

Hoje em dia os concursos continuam a ter a sua componente de entretenimento, mas servem sobretudo para constatar a fraca cultura geral, mesmo de pessoas licenciadas. Tomando como exemplo o concurso “Quem quer ser milionário”, custa a crer que mesmo perante questões  de xaxa, e em sistema de escolha múltipla, se revele tanta ignorância. Mas vale o entretenimento porque tudo é feito nesse pressuposto, pois, ao contrário dos primeiros tempos da RTP, os concursos deixaram de ser um veículo de cultura por onde se podia aprender. Hoje, paradoxalmente, paga-se e premeia-se quem não sabe, bastando ter a pontinha de sorte e ser bafejado pelos 25% de hipótese ao alcance de um qualquer ignorante.

Também é verdade que os concursos hoje em dia são muita parra e pouca uva e já não são por isso tão rendosos como noutros tempos, motivando então o aparecimento de alguns profissionais ou papa-concursos.


3/04/2011

Desodorizante Rexina

 

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De novo o desodorizante Rexina, num cartaz dos anos 60.

Não deixa de ser curioso que passados 50 anos os produtos similares actuais continuem ainda na senda de propalar a garantia de um efeito que dure as 24 horas do dia. Há coisas que não mudam e desodorizante que se preze deve ter isso em conta mesmo que na prática assim não seja. Mais do que ser, é conveniente que pareça.

 

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3/02/2011

Belas pernas com meia-calça C.D.

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Cartaz publicitário, do ano de 1969, à meia-calça Bea, da C.D., fabricada na Dinamarca. Resta saber se a bela modelo é de origem nórdica ou muito portuguesa.

Curiosamente, as meias-calças, em diferentes materiais ou texturas, mas quase sempre em tons escuros, e complementadas com botas altas e mini-saias ou vestidos de malha, também curtos, têm estado  na moda neste Outono/Inverno e realçam, de facto, a elegância das pernas femininas.
Como se vê, há modas que são intemporais, assim como a beleza de umas bonitas pernas.

- Sobre o tema:
Meias C.D – Com C.D quem ganha é você!
Meias e peúgas CD

3/01/2011

Maizena – Uma longa história


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A farinha de amido de milho MAIZENA nasceu nos Estados Unidos no distante ano de 1856, uma criação dos irmãos Duryea. A empresa dos irmãos, a Corve Stach Manufacturing inicialmente vendia farinha fina de milho mas de uma forma a granel pelo que a Maizena surgiu devidamente embalada de modo a oferecer melhores condições de higiene e depressa se tornou num produto comercial com muita popularidade.
A Maizena chegou a Portugal quase meio século depois, em 1905 e desde então tem-se mantido num produto muito popular, com diversas utilizações. Inicialmente e durante várias décadas foi até utilizado como produto adequado para engomar vestuário mas  sobretudo na confecção de papas para bébés. Contudo, com a chegada ao mercado de produtos como as papas Cerelac, Milupa e outros,  mais adequados e elaborados, a Maizena perdeu importância nesse sector mas continuou a ser comercializada sobretudo para culinária e pastelaria, sendo um popular espessante de molhos e sopas.
Pessoalmente, enquanto bébé, também fui alimentado com a papa da farinha Maizena, bem como os meus irmãos mais novos. Recordo que muitas vezes lhes preparei e dei  a papa a comer.
A Maizena faz assim parte das nossas memórias de infância e tiveram um importante papel na nossa alimentação e crescimento nesses primeiros meses de vida.
Quanto à imagem da Maizena, cujo nome deriva do termo “maíz”, a palavra espanhola para milho, destaca-se sobretudo pela viva cor amarela das suas caixas e o grafismo tem-se mantido quase inalterável desde há longas décadas, no que tem contribuído para a referenciar e reforçar como um produto clássico e tradicional.
Na actualidade, depois de um percurso por vários proprietários ao longo da sua história,  a Maizena é uma das populares marcas da multinacional Unilever, sendo comercialiazada em diversos produtos, específicos para diferentes utilizações.


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