12/10/2012

Leixões Sport Clube – 105 anos

 

Passam hoje 105 anos sobre a data de fundação do Leixões Sport Club (28 de Novembro de 1907), um clube desportivo sediado em Matosinhos, de que se destaca a sua equipa de futebol, associada ao epíteto de “homens do mar”. Ao longo dos tempos por ali passaram e saíram excelentes jogadores.

Ao longo de décadas e da sua história, o Leixões Sport Club foi sempre uma boa referência nos diversos campeonatos de futebol, de modo especial no campeonato principal. Infelizmente nas últimas duas décadas, com raras excepcções, tem andado arredado da principal competição nacional, o que é pena já que tem uma massa adepta abrangente e bastante fiel.

Em jeito de simples homenagem, deixamos aqui uma das boas equipa dos “homens do mar”, da época de 67/68, extraída de uma das clássicas cadernetas de cromos, edição da Agência Portuguesa de Revistas.

 

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emblema   Fonseca   Geraldinho
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Moreira   Nicolau   Raúl
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Teixeira   Bené   Praia
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Horácio   Necas   Rosas
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Gentil       emblema

11/28/2012

Postais de Natal 2012 - 1

 

O Natal aproxima-se a passos largos. Sabemo-lo porque a publicidade nos media encarrega-se de no-lo dizer com bastante antecedência. Não admira, pois, que tanto em habitações como em espaços de comércio e locais públicos já estejam devidamente instaladas as luzes e aplicadas as ornamentações.

Por cá, no blog, vivemos esta época especial com a habitual publicação de alguns postais de natal elaborados de forma simples por nós próprios.

Em tamanho mais generoso podem ser vistos no nosso espaço complementar ou clicando nos postais abaixo.

 

postal de natal 

postal de natal

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11/15/2012

D. Maria II

 

Passam hoje 159 anos sobre o falecimento de Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança, conhecida como raínha portuguesa D. Maria II (Rio de Janeiro, 4 de Abril de 1819 – Lisboa, 15 de Novembro de 1853). Filha do rei D. Pedro IV (D. Pedro I como imperador do Brasil) recebeu o cognome de A Educadora.

Remetendo esta figura da História de Portugal para as nossas memórias  de infância ela surge como uma das belas notas de 1000 escudos a qual entrou em circulação em 1967 e foi retirada 20 anos depois, em 1987.

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Tudo indica que o desenho da nota seguiu o quadro de Sir Thomas Lawrence (1769-1830) representando a jovem raínha com a idade de 10 anos. (curiosamente em algumas fontes o retrato é dado como de autor desconhecido).

10/19/2012

Jonathan Swift – As Viagens de Gulliver

 

Jonathan Swift

as viagens de gulliver

Passam hoje 267 anos sobre o falecimento do escritor irlandês do séc. XVI-XVIII, Jonathan Swift (Dublin, 30 de Novembro de 1667 — Dublin, 19 de outubro de 1745) que ficou conhecido sobretudo pela sua popular obra "As Viagens de Gulliver" provavelmente uma das aventuras mais conhecidas do universo infanto-juvenil.


Na primeira das viagens do aprendiz de cirurgião londrino, Lemuel Gulliver, depois de uma tempestade apanhar o navio onde seguia rumo às Índias orientais,  vai dar como náufrago à costa de LIliput,  um país povoado por gente minúscula, tornando-se assim num gigante face aos liliputianos.
Já na segunda viagem, tomou-lhe o gosto, Gulliver vai dar a um país de gigantes, Broddingnog, tornando-se agora um mínusculo ser face aos mesmos.

Foram quatro as viagens avntureiras de Gulliver mas na realidade as mais conhecidas são as primeiras duas e destas a primeira.

 
Estes opostos e todas as nuances,  decorrentes são o êxito de um livro que desde há mais de dois séculos, tem extravasado das suas páginas, para ser argumento de inúmeras versões em filmes, séries, liadpatações em livro, banda desenhada, etc. A imagem ou cena do povo liliputiano a amarrar o “gigante” adormecido na praia, tornou-se ela própria emblemática e resume toda a aventura e será certamente uma das imagens que qualquer pessoa reconhecerá e atribuirá a Gulliver.

Apesar das aventuras e dos imaginários que desperta, a essência do livro pretende ser uma visão crítica de Swift sobre a sociedade inglesa/francesa do seu tempo. Mas é claro que as sociedades mudam mas a génese da aventura permance de forma actual e intemporal e esse é um dos méritos da obra de Swift.


O universo de Gulliver, imaginado por Jonathan Swift continua por isso actualizado e a despertar o imaginário de quem o lê ou vê, crianças ou mesmo adultos. Quantos de nós já não imaginamos ser gigantes e com isso dominar ou tirar proveito?

10/11/2012

Colecção Educativa

 

A Colecção Educativa, foi um projecto editorial do Ministério da Educação Nacional - Direcção Geral da Educação Permanente, no tempo do Estado Novo, cujos livros, sensivelmente em formato de bolso (110 x 165 mm) foram publicados a partir dos anos 50 até meados dos anos 70, alguns impressos mesmo já depois da revolução de 25 de Abril de 1974.

Fazia parte do chamado Plano de Educação Popular e a diversidade e profundidade dos temas tanto cabiam no interesse educacional dos alunos da escolaridade primária como à formação e cursos de e para adultos. Os autores eram reconhecidos como competentes técnicos ou especialistas nas diferentes áreas temáticas abordadas, no que conferiam aos diversos títulos garantias de qualidade embora se procurasse quase sempre uma linguagem ou abordagem menos erudita por isso de fácil compreensão. Muitos profissionais estiveram assim envolvidos nesta colecção, desde os autores aos ilustradores e empresas gráficas e de impressão.

A colecção é composta por 19 séries, classificadas de Série A a Série T. As duas primeiras séries, A e B, referem-se respectivamente a temas de Doutrina e Informação e Propaganda, apesar de normalmente serem omitidas no plano da publicação, como se demonstra na imagem abaixo,  impressa nas últimas páginas de cada volume.

direccao_geral_educacao_permanente

coleccao_educativa_sumario

plano_01

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plano_02

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Como se vê pelo plano, há assuntos e temas das várias áreas da educação, desde a geografia, história, ciência, tecnologias, agricultura, pecuária, etc, etc.

Há informações de que foram publicados 115 títulos distribuídos pelas diferentes séries.

Infelizmente, pela sua conotação ao Estado Novo e ao regime salazarista, considerados os livros como referências doutrinárias e propagandísticas, numa visão exarcebada e nem sempre racional,  logo após a revolução do 25 de Abril, os “novos defensores das liberdades e garantias” por iniciativa própria e por despachos oficiais, organizaram autênticos actos de censura  com queimas em fogueiras inquisitórias, destruindo na praça pública milhares de volumes arrancados às bibliotecas das escolas, escapando a essa fúria poucos volumes. Uma nódoa na História que suja aqueles que, reclamando a liberdade, tornaram-se eles próprios censuradores e inquisidores.

Hoje, à distãncia e com a depuração pelo filtro do tempo, constata-se que toda a colecção foi um importante contributo para a formação de milhares de portugueses e que em muitos aspectos dispõe de temas ainda muito actuais e se fossem divulgados e lidos ainda poderiam ajudar a complementar a cultura de muita gente. Porque de qualidade e raros, tornaram-se também objectos de colecção, bastante procurados nos alfarabistas.

 

coleccao_educativa_1

serie_educativa (63)

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9/07/2012

Tudor – Pilhas e baterias

 

pilhas baterias tudor

 

Hoje trazemos à memória um cartaz publicitário dos anos 60 referente à popular marca de pilhas e baterias eléctricas, a TUDOR.

Trata-se de uma marca que desde longa data  faz parte do nosso imaginário sempre que pensamos em aparelhos que necessitam dessa fonte de energia autónoma, como rádios, lanternas, brinquedos, etc. É certo que hoje está mais ou menos eclipsada por outras marcas globais como a Duracell, Energizer, Sony, Varta, etc, mas a TUDOR, até porque ainda continua a fabricar-se, nomeadamente baterias para o mercado automóvel, continuará a ter um lugar próprio em muitas das nossas recordações e memórias de tempos idos.

Recordo-me que quando ainda criança, por algum tempo a minha família viveu provisoriamente numa dependência da casa de meus avós paternos (que herdara e estava em obras) em que não existia luz eléctrica. A iluminação era ainda assegurada pela luz da fogueira na lareira e por velas de cera. Para distracção nocturna, como ainda não tínhamos televisão, um autêntico luxo nessa época, havia na casa um pequeno rádio transistor a pilhas e desde então a TUDOR era presença obrigatória não fosse calar-se a música e as notícias.

 

Alguns dados históricos da marca, recolhidos no próprio site:

A Sociedade Portuguesa do Acumulador Tudor, Lda (SPAT), foi fundada a 1 de Julho de 1920, e a partir da sua fundação importantes acontecimentos ocorreram, tais como:

1935 – Instalação no Dafundo da primeira unidade industrial de baterias.

1950 – Fundação da nova fábrica da Castanheira do Ribatejo devido à saturação da fábrica do Dafundo.

1979 – Inicio da produção de baterias em polipropileno numa nova unidade industrial em Castanheira do Ribatejo. Nesse mesmo ano foi criada a AZAI a fim de produzir componentes em plástico para baterias.

1984 – Foi fundada a SONALUR a fim de se iniciar o processo de reciclagem de baterias de chumbo. É a única empresa do ramo a operar em Portugal.

1992 – Neste ano inicia-se um vasto programa estrutural a fim de preparar a empresa para as transformações ocorridas no mundo das baterias industriais.

1994 – Integração no maior grupo mundial de baterias , a EXIDE CORPORATION.

1996 – Início da produção de baterias VR, AGM e GEL com electrólito imobilizado.

Desde 1994 que a empresa está certificada pelo Instituto Português da Qualidade, norma ISO 9002.

1999 – EXIDE decide reestruturar as suas actividades em Portugal.
Divisão em 2 actividades principais :    DETA e TUDOR.

2001 – Transferencia dos escritórios da TUDOR em Lisboa para a fábrica da Castanheira.

2002 – Fusão das empresas DETA e TUDOR na actual SOCIEDADE PORTUGUESA DO ACUMULADOR TUDOR Lda.

2008 - Alteração da denominação para:
EXIDE Technologies,Lda, alteração verificada tambem am quase todas as outras Empresas do Grupo.

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