Mais um cartaz publicitário do 8x4, de 1977.
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Mais um cartaz publicitário do 8x4, de 1977.
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Já tivemos a oportunidade de falar da Nacional, fábrica portuguesa de produtos alimentares, então a propósito das bolachas Imperial. Hoje trazemos à memória um cartaz publicitário do produto Corn Flakes, dos anos 80, o qual ainda hoje continua a ser muito popular, fazendo parte da ementa do pequeno-almoço de muitos portugueses.
A Nacional é uma empresa centenária, fundada em 1849, por João de Brito, autorizado a utilizar a denominação Nacional pela raínha D. Maria II, por proposta do Duque de Saldanha. Volvidos 30 anos, os herdeiros do fundador constituem a empresa com a denominação de Companhia Nacional de Moagem dando início à utilização dos cereais em produtos como massas alimentícias, bolachas e rações para alimentação animal.
Já no séc. XX, às portas dos anos 20, num contexto político conturbado, a empresa altera a designação social para Companhia Industrial de Portugal e Colónias (C.I.P.C.) decorrente da fusão da Nova Companhia Nacional de Moagem com a Companhia Nacional de Alimentação.
Desde então e até aos nossos dias, a empresa conheceu as naturais alterações e transformações próprias do mundo empresarial, quer ao nível de instalações e equipamentos, quer na renovação de imagem e embalagens, bem como da sua estrutura social, mas também adaptando-se ao mercado e ao sector, com a introduções de novos produtos, dando resposta aos modernos hábitos de consumo, sempre com um espírito de inovação e modernidade de modo a respeitar regulamentações e índices de qualidade mas a competir com empresas e grupos importantes à escala global que também operam no mercado português. Por tudo isso, pela sua longa história mas sobretudo pela qualidade e diversidade dos seus produtos, a marca continua a fazer jus ao feliz slogan “o que é Nacional é bom!”.
imagem-fonte: link
Passam hoje 47 anos (6 de Agosto de 1966) sobre o dia da inauguração da emblemática Ponte Sobre o Tejo, não oficial mas popularizada com a designação de Ponte Salazar, ligando as margens norte (Lisboa) e sul (Almada). O nome foi rebaptizado para Ponte 25 de Abril, logo após a revolução dessa data em 1974. Poder-se-ía perfeitamente ter mantido o nome oficial (Ponte Sobre o Rio Tejo) mas o exacerbismo pós-revolução assim o ditou numa tentativa de reescrever a História.
A ponte sobre o rio Tejo será porventura um dos elementos arquitectónicos, em certa medida já um monumento, mais conhecidos de Lisboa e de Portugal, logo um dos mais fotografados, sobretudo com Almada e o monumento ao Cristo Rei como cenário numa das margens.
Ironicamente, num período em que se acusava Portugal e o seu regime como sub-desenvolvido e atrasado face à Europa, a ponte surgiu como elemento tão necessário quanto emblemático, como que a desmentir os acusadores da incapacidade do país. Rapidamente tornou-se motivo de orgulho nacional e depressa passou a fazer parte de muitas das páginas dos manuais escolares de História e Ciências.
Transpôr o largo Tejo pela sua ponte, tornou-se também motivo e objectivo de passeios e excursões de gente vinda da província, do Minho ao Algarve. Pessoalmente, também de autocarro, tive essa experiência pela primeira vez por volta dos 16 anos.
Apesar da construção da ponte Vasco da Gama, inaugurada em Março de 1998, a qual passou a desviar um grande fluxo de trânsito da cidade de Lisboa, a verdade é que a ponte 25 de Abril, para muitos ainda a ponte Salazar, continua a ter um papel fundamental para o sistema viário da Grande Lisboa até porque também engloba a ligação ferroviária, prevista desde a sua construção mas apenas concretizada em Julho de 1999.
Dados históricos e técnicos sobre a ponte: LINK
Já aqui falamos do Nivea creme. Hoje, um cartaz de 1977, com o NIVEA leite solar, com a curiosidade de integrar um cupão que permitia a habilitação a uma de 2000 camisolas de verão.
Não deixa de ser interessante que o termo t-shirt, então ainda pouco popularizado, fosse substituído pela designação de camisola de verão.
A expressão gráfica nesta peça de vestuário desenvolveu-se ainda nos anos 60 (então com técnicas de tinjimento, com expressão sobretudo no movimento hippie), e nos anos 70, mas só nas décadas seguintes se globalizou e alargou a contextos diferentes e hoje em dia é um inesgotável filão de merchandising que toca e interessa a quase todas as empresas e marcas bem como se tornou em elemento e tendência de modas. Basta ver pela web a quantidade de empresas que disponibilizam serviços de venda de t-shirts personalizadas para se perceber que esta peça de roupa, em formato T, originalmente uma simples peça de roupa interior, se tornou tão vulgar e global, usada de forma transversal por diferentes gerações, povos e culturas. Tanto pode ser observada num qualquer desfile de moda, ambiente de jet-set como num índio em plena selva amazónica ou num indígena africano.
A história da 7UP, conforme registada pela marca em Portugal, revela um percurso de inovação que começou muito antes da sua chegada à Euro...