10/24/2013

Os Césares – Série TV

 

Hoje trago à memória a série inglesa de televisão “Os Césares”, no original “The Caesars”, produzida em 1968  pela Granada Television. Em Portugal, na RTP, passou em 1973, tendo o primeiro dos seus seis episódios, com uma duração de cerca de 60 minutos cada, sido exibido na noite de uma quarta-feira, 11 de Julho de 1973.

Tal como o nome sugere, tratava-se de uma série em que de algum modo retratava as figuras de seis emblemáticos imperadores romanos, nomeadamente Augustus, Germanicus, Tibérius, Sejanus, Calígula e Cláudio. A cada episódio correspondia um dos imperadores.

O tema da Roma Imperial e suas figuras sempre exerceram um fascínio no público de televisão e cinema  porque aliavam a História à conquista, aventura e acção, sempre salpicados por traições, intrigas e assassinatos.  Não surpreende por isso que esta série, como outras posteriores, fossem bastante populares aquando da sua exibição original.

Roland Culver - Augustus
Eric Flynn - Germanicus
André Morell - Tiberius
Barrie Ingham - Sejanus
Ralph Bates - Caligula
Freddie Jones - Claudius
Sonia Dresdel - Livia
Nicola Pagett - Messalina

 

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[no Youtube]

10/23/2013

10/22/2013

D. Fernando de Portugal

 

 

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Passam hoje 630 anos sobre o falecimento do rei D. Fernando de Portugal (Coimbra, 31 de Outubro de 1345 — Lisboa, 22 de Outubro de 1383).  Por não ter deixado filho varão, mas apenas D. Beatriz, casada com o rei D. João I de Castela, este reclama o direito ao trono português e assim é despoletada a crise de 1383-1385, um interregno que dilacerou o país, com convulsões sociais políticas e militares que vieram a culminar com a escolha do Mestre de Aviz para rei de Portugal com o nome de D. João I.

A garantia da independência face a Castela  só veio a ser assegurada após a resistência ao cerco de Lisboa, em 1384 e depois de várias batalhas entre as quais a de Aljubarrota em 14 de Agosto de 1385.

Com a morte de D. Fernando terminava a I Dinastia, a Afonsina, iniciada com D. Afonso Henriques e com  D. João I iniciava-se a II Dinastia, da Casa de  Aviz.

10/21/2013

A lâmpada eléctrica


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Passam hoje 134 anos sobre a data de 21 de Outubro de 1879, considerada como a da invenção da lâmpada eléctrica, também conhecida como incandescente, pelo inventor norte-americano Thomas Alva Edison, culminando uma demanda que vinha desde o início do séc. XIX.
Edison, foi uma das muitas figuras da ciência que tentaram obter uma prática fonte de iluminação a partir da energia eléctrica e depois de várias e infrutíferas opções no uso do filamento adequado, lá acertou, ao usar um componente de carvão. Como aconteceu em muitas grandes invenções, foi por mero acaso e como resultado de várias  tentativas e erro. Apenas em 1880 a sua invenção foi patenteada.

Esta foi uma das invenções que veio revolucionar definitivamente a nossa relação com a noite e a escuridão, tanto no campo como na cidade e com ela o mundo nunca mais foi o mesmo.
De lá para cá, a lâmpada incandescente foi conhecendo alguns aperfeiçoamentos tecnológicos até ao ponto em que na Europa tem sido substituída por versões chamadas de nova geração, com sistemas fluorescentes e de halogéneo, tornado-se mais caras mas energeticamente mais eficientes e com maior durabilidade. 

Paradoxalmente, mesmo no nosso país, no interior remoto  ainda há pequenas aldeias  que não têm rede eléctrica. Para além disso até há pouco menos de meio século uma grande parte do interior de Portugal também não dispunha de rede eléctrica. Na minha aldeia, considerada como zona de litoral, só na segunda metade da década de 50 é que passou a beneficiar desta infra-estrutura e mesmo assim de forma parcial, tendo-se generalizado apenas no final dos anos 70.

10/20/2013

Eurovisão

 

eurovisao logo mira tecnica

eurovisao logo mira tecnica acual

Passam hoje 54 anos sobre a data de integração da RTP na União Europeia de Radiodifusão (em inglês, European Broadcasting Union (EBU), em francês, L'Union Européenne de Radio-Télévision (UER)), entre nós popularizada como Eurovisão. Esta entidade foi fundada a 12 de Fevereiro de 1950 por 23 organizações de radiodifusão da Europa e do Norte de África.

Quando na velhinha RTP do preto-e-branco nas décadas de 60 e 70, surgia a mira técnica da Eurovisão acompanhada pela popular e inconfundível música de abertura, um tema clássico de Marc-Antoine Charpentier, da peça "Te Deum", era garantida a transmissão, quase sempre, de um evento desportivo, fosse futebol, atletismo, râguebi, patinagem artística, etc, ou então mesmo o Festival da Eurovisão da Canção, o qual surgiu em 1956. Mais tarde, já a cores, a partir da década de 80, uma ligação à Eurovisão era sinónimo do popular concurso "Jogos Sem Fronteiras".
As coisas foram sendo modernizadas, como a mira técnica do início da transmissão,  e já não são o que foram e actualmente a Eurovisão já quase só nos remete para um festival da canção de muita parra e pouca uva em que, como diria o outro, a fama dos vencedores é efémera como manteiga em nariz de cão.

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