10/29/2013

Jacinto João – Jota Jota

 

jacinto_joao_10

Plantel: Em cima da esquerda para a direita:
Pedroto(treinador), Rebelo, Vaz, Cardoso, Pedro, Carriço, Correia, José Mendes e Joaquim Torres
Em baixo da esquerda para a direita: José Maria, Arcanjo, Arnaldo, Octávio, Victor Baptista, Wagner, Guerreiro, Jacinto João.


Passam hoje 9 anos sobre o prematuro falecimento de Jacinto João (Luanda, 25 de Janeiro de 1944 — Setúbal, 29 de Outubro de 2004), um dos mais conhecidos jogadores de futebol do Vitória de Setúbal, popularizado como o JJ (jota jota). 

Das muitas colecções de cromos do final da década de 60 e quase toda a década de 70 o Jacinto João era cromo quase obrigatório. Abaixo reproduzo alguns.

Quase toda a sua carreira de futebolista passou-a no clube sadino, desde a época de 65/66, até 78/79, com um curto intervalo quando na época de 75/76 teve uma experiência no futebol brasileiro ao serviço da Portuguesa de Desportos. Curiosamente, em 1963 passou pelo S.L. Benfica para experiência mas não teve sucesso pelo que regressou a Angola para pouco depois voltar de novo a Portugal, já para o V. de Setúbal. De referir que também fez parte da selecção portuguesa entre 1968 e 1974, chegando a alinhar ao lado de Eusébio. Totalizou 11 internacionalizações, sendo que dez das quais ao serviço da selecção A.

[para mais detalhes da sua carreira: excelente artigo sobre Jacinto João]

Acima, uma das excelentes equipas do V. de Setúbal, no início dos anos 70, em que já se destacava o JJ [clicar para ampliar].

jacinto_joao_4 

jacinto_joao_1

jacinto_joao_2

jacinto_joao_3 

jacinto_joao_5

jacinto_joao_6

jacinto_joao_7

jacinto_joao_8

jacinto_joao_9

10/28/2013

Fuss Frisch – Pés sempre frescos

fuss frish pub

- Cartaz publicitário do ano de 1976.

O cartaz acima é do Verão de 1976, mas o produto ainda continua popular e a vender-se. É o Fuss Frisch, da Beiersdorf, proprietária de entre outros produtos, dos cremes Nivea e Atrix.
Todos nós sabemos dos inconvenientes de pés transpirados e com maus cheiros, vulgo chulé. É sabido que o mesmo depende de vários factores, desde logo as questões de higiene, mas sobretudo do tipo de calçado, peúgas e da própria actividade de cada um, sendo que há pessoas em que este problema, pela sua própria natureza biológica, é mais acentuado [sobre o assunto].

Pode parecer banal, mas conheço pelo menos um caso em que um jovem casal se divorciou alegadamente pela esposa não suportar o chulé do marido e seu odor natural por mais higiénico que procurasse ser. Aqui cai um pouco por terra o mito de que a mulher gosta do cheiro a cavalo.

10/24/2013

Os Césares – Série TV

 

Hoje trago à memória a série inglesa de televisão “Os Césares”, no original “The Caesars”, produzida em 1968  pela Granada Television. Em Portugal, na RTP, passou em 1973, tendo o primeiro dos seus seis episódios, com uma duração de cerca de 60 minutos cada, sido exibido na noite de uma quarta-feira, 11 de Julho de 1973.

Tal como o nome sugere, tratava-se de uma série em que de algum modo retratava as figuras de seis emblemáticos imperadores romanos, nomeadamente Augustus, Germanicus, Tibérius, Sejanus, Calígula e Cláudio. A cada episódio correspondia um dos imperadores.

O tema da Roma Imperial e suas figuras sempre exerceram um fascínio no público de televisão e cinema  porque aliavam a História à conquista, aventura e acção, sempre salpicados por traições, intrigas e assassinatos.  Não surpreende por isso que esta série, como outras posteriores, fossem bastante populares aquando da sua exibição original.

Roland Culver - Augustus
Eric Flynn - Germanicus
André Morell - Tiberius
Barrie Ingham - Sejanus
Ralph Bates - Caligula
Freddie Jones - Claudius
Sonia Dresdel - Livia
Nicola Pagett - Messalina

 

image

image

image

image

image 

[no Youtube]

10/23/2013

10/22/2013

D. Fernando de Portugal

 

 

rei_d_fernando_portugal

Passam hoje 630 anos sobre o falecimento do rei D. Fernando de Portugal (Coimbra, 31 de Outubro de 1345 — Lisboa, 22 de Outubro de 1383).  Por não ter deixado filho varão, mas apenas D. Beatriz, casada com o rei D. João I de Castela, este reclama o direito ao trono português e assim é despoletada a crise de 1383-1385, um interregno que dilacerou o país, com convulsões sociais políticas e militares que vieram a culminar com a escolha do Mestre de Aviz para rei de Portugal com o nome de D. João I.

A garantia da independência face a Castela  só veio a ser assegurada após a resistência ao cerco de Lisboa, em 1384 e depois de várias batalhas entre as quais a de Aljubarrota em 14 de Agosto de 1385.

Com a morte de D. Fernando terminava a I Dinastia, a Afonsina, iniciada com D. Afonso Henriques e com  D. João I iniciava-se a II Dinastia, da Casa de  Aviz.

Pesquisar no Blog

7UP - Beber e arrotar

  A história da 7UP, conforme registada pela marca em Portugal, revela um percurso de inovação que começou muito antes da sua chegada à Euro...

Populares