3/06/2014

Century – Lover Why

 

A qualidade da música pop que foi produzida durante toda a década de 80, principalmente da sua primeira metade, é amplamente reconhecida não só pelos apreciadores como pelos críticos. Ainda hoje, não só é recordada com verdadeira nostalgia pelas gerações que a vivenciaram como continua a passar com frequência na rádio, pelo que diríamos que se mantém actual. No caso de Portugal, mas também de muitos outros países, existe até uma estação (M80) cuja essência assenta sobretudo na música dessa década. Também na TV por cabo existem canais onde os vídeo clips da música dos anos 80 são exibidos a toda a hora.

Neste contexto, dos inúmeros temas que aqui poderíamos elencar e recordar, hoje salta-nos à memória uma balada rock, "Lover Why", dos franceses "Century". Esta banda, fundada em Marselha no ano de 1979 foi liderada pelo cantor e compositor Jean Duperron. Dos seus vários trabalhos, não há dúvida que a balada "Lover Why", do álbum "And Soul it Goes", de 1986, foi o mais marcante e aquele que tornou famoso o grupo e por essa altura animava romanticamente todas as pistas de dança, mesmo as festas de anos caseiras e bailaricos organizados pelos jovens de então.

No meu caso pessoal, o primeiro contacto com o “Lover Why” e os “Century” foi precisamente numa festa de aniversário caseira (um colega fazia 20 anos) e a meia-luz, com a bola-de-cristal, em reflexos coloridos, a girar no tecto da garagem, dancei apaixonados “slows” com a então namorada e hoje minha esposa. Por isso, para o bem ou para o mal, há efectivamente temas musicais que marcam uma época ou mesmo uma vida.

Ainda quanto aos “Century”, para além do líder, Jean Duperron (na voz), era formada por Jean-Louis Milford (nas teclas), Éric Traissard e Jean-Dominique Sallaberry  (nas guitarras), Laurent Cokelaere (no baixo), Christian Portes (na bateria). Infelizmente o grupo terminou ainda nos anos 80 (1989), mas “Lover Why” ficou como o seu tema marcante e certamente que assim continuará a ser no futuro.

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[Vídeo clip no Youtube]

- Letra:

A sign of time
I lost my life, forgot to die
Like any man, a frightened guy
I'm keeping memories inside
Of wounded love

But I know
I'm more than sad and more today
I'm eating words too hard to say
A single tear and I'm away
Away and gone

I need you
So far from hell, so far from you
'Cause heaven's hard and black and gray
You're just a someone gone away
You never said goodbye

Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?

Everytime
I hear your voice, you heard my name
You built the fire, I wet the flame
I swim for life, can't take the rain
No turning back

I need you
So far from hell, so far from you
'Cause heaven's hard and black and gray
You're just a someone gone away
You never said goodbye

Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?

Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?

3/05/2014

Cigarros Dunhill

cigarros dunhill

Cartaz publicitário de 1970

Cigarros Dunhill, do tabaqueiro e inventor inglês Alfred Dunhill.

A marca, para além de cigarros de luxo, está igualmente associada a vestuário e acessórios de moda masculinos e perfumaria . Possui um vasto catálogo onde constam, entre outros,  isqueiros e canetas.

3/03/2014

Mónica

 

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Passam hoje 51 anos sobre o primeiro aparecimento público da personagem de banda desenhada “Mónica”, uma criação do brasileiro Maurício de Sousa, que se inspirou na sua própria filha. Foi na tira do Cebolinha, publicada em 3 de março de 1963, no jornal “Folha de S. Paulo”.

2/28/2014

Banco Fonsecas & Burnay

 

banco fonsecas e burnay

- Cartaz dos anos 70

 

O Banco Fonsecas & Burnay nasceu em 1967, resultado da fusão entre o Banco Burnay e o Banco Fonsecas, Santos e Vianas, e foi uma das várias instituições bancárias que, sobretudo depois do 25 de Abril de 1974 e anos 80, acabou por ser integrado noutro banco ou grupo de bancos. No caso, foi adquirido em 1991 pelo BPI – Banco Português de Investimentos.

Outros antigos bancos e com histórias similares: O Banco Borges & Irmão (também adquirido pelo BPI), o Banco Pinto & Sotto Mayor e Banco Português do Atlântico (adquiridos pelo BCP), o Banco Totta & Açores (hoje Santander Totta), Banco Nacional Ultramarino (da Caixa Geral de Depósitos), Banco Pinto Magalhães (que passou para a União de Bancos Portugueses, juntamente com o Banco de Angola e Banco da Agricultura), entre vários outros.

Hoje em dia, naturalmente já só as gerações mais velhas se recordam dessas anteriores instituições bancárias.

2/27/2014

Coluna – S. L. Benfica

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Faleceu nesta Terça-Feira, 25 de Fevereiro, Mário Coluna, popularizado como “Monstro Sagrado”, antigo futebolista do S. L. e Benfica e grande figura das suas equipas do final dos anos 50 e de toda a década de 60. Fez parte da equipa que venceu por duas vezes a Taça dos Campeões Europeus (1961 e 1962), bem como da selecção portuguesa de futebol, tendo integrado e capitaneado a famosa equipa dos Magriços, que participou no Campeonato do Mundo de Futebol, em 1966 na Inglaterra, em que conquistou um excelente 3º lugar.
Como simples homenagem nossa, recordam-se aqui alguns dos muitos cromos que integraram várias cadernetas em que Coluna alinhava ao lado de outras grandes figuras do futebol benfiquista, como o já saudoso Eusébio, José Augusto e Simões, entre muitos outros.

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2/26/2014

Publicidade à publicidade

 

publicidade a publicidade

- Cartaz dos anos 70

Curioso cartaz, com publicidade à publicidade.

A publicidade sempre teve um papel fundamental, tanto no aspecto de promoção como no da informação sobre um produto ou um serviço. Todavia, nem sempre a ética e a boa conduta são atributos do mercado da publicidade e muitas vezes esta limita-se a ser vendedora de “gato por lebre”, prometendo virtudes duvidosas  e por vezes autênticos milagres. Noutros tempos também, mas hoje em dia mais do que nunca, a publicidade é feroz e não hesita em ser persistente e enganosa.

À laia do que apregoa o cartaz acima, a publicidade continua a ter uma importância fundamental para a informação do consumidor, mas importa que as autoridades mantenham um controlo apertado sobre as suas regras e seus limites, mas também cabe a cada um de nós, consumidores, saber estar atento e fazer sempre um juízo sensato e elucidado e não confiar de forma cega em tudo o que nos é publicitado e proposto.

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