3/19/2014

Terylene – A moda mundo

 

terylene moda mundo

- Cartaz publicitário de 1974

 

Terylene, da ICI, é uma das várias fibras sintéticas que vieram revolucionar o mundo dos tecidos e da indústria têxtil sobretudo nos anos 50 e 60.

Terylene, tal como o Dracon e o Poliéster, tem como base o tereftalato de polietileno – PET, com origem nos anos 40.

Depois do seu auge, o vestuário em fibras sintéticas caíu em relativa má fama, pelo desconforto face às fibras naturais mas nos últimos tempos têm recuperado dessa má imagem com o aparecimento de micro-fibras de poliéster como sinónimo de qualidade e luxo.

3/17/2014

Zundapp - Motorizadas

 

zundapp motorizadas

- Cartaz publicitário de 1964

 

A Zündapp, foi fundada na Alemanha no ano de 1917 e terminou a sua actividade em 1984. Nos anos 70 e ainda nos anos 80 era muito popular como marca de motores que equipava vários modelos de motorizadas, então um veículo muito utilizado. Um dos modelos mais emblemáticos dos anos 80 era a Famel XF17 (imagem abaixo), equipada com um motor Zündapp, a raínha dos aceleras da época.

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3/12/2014

Cromos rebuçados Victória – Estão de volta

 cromos rebucados victoria
A reboque da nostalgia do passado, alguém decidiu oportunamente relançar as saudosas colecções de cromos dos rebuçados Victória.

É uma iniciativa interessante e que permite matar saudades para quantos nos anos 50,60 e 70 coleccionaram os “bichinhos” ou os “animais” enquanto lambiam rebuçados. 
Infelizmente, à custa disso, já não falta quem por aí, em conhecidos sítios de vendas online,  procure revender as cadernetas novas a preços exorbitantes, como se das originais se tratasse, e anunciando-as com a propositada omissão quanto ao facto de serem uma nova edição. 

Do mesmo modo vendem-se cromos novos, avulsos como se fossem dos antigos. É caso para se dizer que alguém pretende vender o cromo do gato pelo cromo da lebre. Convém estar atento e pedir os prévios esclarecimentos.

Oportunistas sempre houve e o seu sucesso assenta no desconhecimento ou ignorância dos demais. Haja, pois, cuidado com estas coisas novas que se pretendem que sejam antigas, porque, convenhamos, no que ao valor das colecções diz respeito uma coisa não tem nada a ver com a outra. 

cromos rebucados victoria folha

3/06/2014

Century – Lover Why

 

A qualidade da música pop que foi produzida durante toda a década de 80, principalmente da sua primeira metade, é amplamente reconhecida não só pelos apreciadores como pelos críticos. Ainda hoje, não só é recordada com verdadeira nostalgia pelas gerações que a vivenciaram como continua a passar com frequência na rádio, pelo que diríamos que se mantém actual. No caso de Portugal, mas também de muitos outros países, existe até uma estação (M80) cuja essência assenta sobretudo na música dessa década. Também na TV por cabo existem canais onde os vídeo clips da música dos anos 80 são exibidos a toda a hora.

Neste contexto, dos inúmeros temas que aqui poderíamos elencar e recordar, hoje salta-nos à memória uma balada rock, "Lover Why", dos franceses "Century". Esta banda, fundada em Marselha no ano de 1979 foi liderada pelo cantor e compositor Jean Duperron. Dos seus vários trabalhos, não há dúvida que a balada "Lover Why", do álbum "And Soul it Goes", de 1986, foi o mais marcante e aquele que tornou famoso o grupo e por essa altura animava romanticamente todas as pistas de dança, mesmo as festas de anos caseiras e bailaricos organizados pelos jovens de então.

No meu caso pessoal, o primeiro contacto com o “Lover Why” e os “Century” foi precisamente numa festa de aniversário caseira (um colega fazia 20 anos) e a meia-luz, com a bola-de-cristal, em reflexos coloridos, a girar no tecto da garagem, dancei apaixonados “slows” com a então namorada e hoje minha esposa. Por isso, para o bem ou para o mal, há efectivamente temas musicais que marcam uma época ou mesmo uma vida.

Ainda quanto aos “Century”, para além do líder, Jean Duperron (na voz), era formada por Jean-Louis Milford (nas teclas), Éric Traissard e Jean-Dominique Sallaberry  (nas guitarras), Laurent Cokelaere (no baixo), Christian Portes (na bateria). Infelizmente o grupo terminou ainda nos anos 80 (1989), mas “Lover Why” ficou como o seu tema marcante e certamente que assim continuará a ser no futuro.

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[Vídeo clip no Youtube]

- Letra:

A sign of time
I lost my life, forgot to die
Like any man, a frightened guy
I'm keeping memories inside
Of wounded love

But I know
I'm more than sad and more today
I'm eating words too hard to say
A single tear and I'm away
Away and gone

I need you
So far from hell, so far from you
'Cause heaven's hard and black and gray
You're just a someone gone away
You never said goodbye

Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?

Everytime
I hear your voice, you heard my name
You built the fire, I wet the flame
I swim for life, can't take the rain
No turning back

I need you
So far from hell, so far from you
'Cause heaven's hard and black and gray
You're just a someone gone away
You never said goodbye

Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?

Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?

3/05/2014

Cigarros Dunhill

cigarros dunhill

Cartaz publicitário de 1970

Cigarros Dunhill, do tabaqueiro e inventor inglês Alfred Dunhill.

A marca, para além de cigarros de luxo, está igualmente associada a vestuário e acessórios de moda masculinos e perfumaria . Possui um vasto catálogo onde constam, entre outros,  isqueiros e canetas.

3/03/2014

Mónica

 

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Passam hoje 51 anos sobre o primeiro aparecimento público da personagem de banda desenhada “Mónica”, uma criação do brasileiro Maurício de Sousa, que se inspirou na sua própria filha. Foi na tira do Cebolinha, publicada em 3 de março de 1963, no jornal “Folha de S. Paulo”.

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