6/24/2014
6/19/2014
Postcrossing – Partilha de postais
Sobre o Postcrossing:O projecto
O objectivo deste projecto é permitir a qualquer pessoa receber postais de todo o mundo, gratuitamente. Ou quase. A regra base é: se enviar um postal, irás receber um de volta, de um outro postcrosser algures no mundo.Porquê? Porque, tal como o fundador do projecto, existem muitas pessoas que gostam de receber correio.
O factor surpresa de receber postais de diferentes sítios do mundo (muitos dos quais provavelmente nunca se ouviu sequer falar) pode tornar uma simples caixa de correio num pequena caixa de surpresas - e quem não gostaria disso?Como funciona?
Primeiro, a versão simplificada:
pedir uma morada no site enviar um postal para essa morada esperar para receber um postal registar o postal que se recebeuO primeiro passo é pedir uma morada de outro utilizador para onde se deverá enviar um postal. Irá receber uma morada por email, em conjunto com um ID (ex: PT-567) que identifica univocamente esse postal no sistema.
Depois, deverá enviar o postal sem esquecer de escrever o ID do postal que lhe foi dado - isso irá permitir à pessoa que o vai receber registá-lo neste website.Isso irá tornar a morada da pessoa que enviou o postal na próxima a ser seleccionada quando alguém pedir uma morada.
Pode ter até 5 postais a viajar em simultâneo, e cada vez que um postal que enviou for registado, pode pedir outra morada.
[fonte: Postcrossing]
6/17/2014
Exposição dos pintores Margarida e Filipe Abreu
6/13/2014
Casamentos de Santo António
Sendo católico, não tenho, todavia, absolutamente nada contra os casamentos civis sem qualquer cerimónia religiosa. Infelizmente a tendência é que a convicção, seriedade e sentido de compromisso para com um casamento de carácter religioso sejam atributos menosprezados, pelo que na maior parte dos casos um casamento religioso não é mais que o pretexto e cenário para a festa, para inglês ver, como se costuma dizer. Sendo assim, não existindo essa convicção de princípios, casando-se só por civil, pelo menos dispensa-se o ridículo de um casamento religioso só para a fotografia ou como um frete para contentar alguém, nomeadamente os pais e famíliares.
Para além do mais, um casamento religioso nos dias que correm, porque sem as bases intrínsecas, não tem qualquer garantia de responsabilidade e compromisso e são tão vulneráveis a separações precoces quanto os formalizados apenas pelo civil.
Serve esta contextualização para dizer que apesar de tudo o que expressei, há coisas que são elementares e não fica nada bem que se desrespeitem ou se relativizem. Veja-se o caso da tradição dos casamentos de Santo António em Lisboa – que ainda ontem foram realizados: É uma tradição bonita e meritória mas também já não é o que era.
Sendo Santo António uma figura da Igreja e da religião católica, soa a ridículo que parte desses casamentos possam ser realizados apenas pelo civil, mantendo, no entanto, a associação ao santinho. É uma incoerência e banalização, mesmo sabendo-se que nos tempos que correm vale tudo.Se houvesse mais rigor e respeito pela figura do santo e dos valores da Igreja associados, tanto pelos organizadores como pelos noivos, só deveriam ter lugar casamentos com celebração religiosa. Nestas coisas é possível respeitar-se tudo e todos mas não podemos é ser oportunistas e incoerentes nas nossas opções. Ou somos ou não somos. Casem-se só por civil, porque têm todo o direito, mas deixem lá o santinho em paz e chame-se-lhes, nesse caso, casamentos do manjerico ou outra designação que o valha. Mas, vá lá, haja coerência e respeito por princípios e valores.
6/12/2014
Roberto Ivens – O explorador
Passam hoje 164 anos sobre o nascimento de Roberto Ivens (12 de Junho de 1850 - 28 de Janeiro de 1898), oficial da Marinha e explorador português. É uma das figuras da História de Portugal, sobretudo pelas explorações em terras de África que realizou com Hermenegildo Capelo e também com Serpa Pinto no séc. XIX. concretamente as explorações de Benguela-Angola às terras de Iaca (1877-1880) e de Angola à Contra-Costa (Moçambique) (1884-1885)
6/11/2014
John Wayne – O cowboy
Passam hoje 35 anos sobre o falecimento de John Wayne, nome artístico de Marion Robert Morrison, (Estados Unidos - Winterset, 26 de Maio de 1907 — Los Angeles, 11 de Junho de 1979) popular actor norte-americano, intérprete principal de um grande número de filmes, alguns dos quais verdadeiramente emblemáticos, nomeadamente os do género western, sobretudo os realizados por John Ford e Howard Hawks, onde aparece recorrentemente como a figura carismática de cowboy durão e intratável.
Na figura acima, recordado num dos emblemáticos cartões dos cowboys, que muita rapaziada coleccionou nos princípios dos anos 70.
Totobola - Guia do apostador 1973/1974
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