3/30/2016

Pastorinhos de Fátima - Fotografia



É uma das mais conhecidas e emblemáticas fotografias dos pastorinhos de Fátima (Lúcia, Jacinta e Francisco). Todavia, serão poucos os que saberão algo mais da sua história. A sua autoria está atribuída a Joshua Benoliel (Lisboa, 13 de Janeiro de 1873 — Lisboa, 3 de Fevereiro de 1932), judeu, nascido em Portugal, descendente de uma família hebraica que se havia instalado em Gibraltar.

A fotografia foi publicada originalmente em 29 de Outubro de 1917 (ano das aparições) na revista "Ilustração Portuguesa", do jornal "O Século" para o qual trabalhava o referido fotógrafo.

Joshua Benoliel é considerado o principal fotógrafo português do inicio do século XX. A sua vasta obra retrata os principais acontecimentos da época bem como paisagens e cenas do quotidiano. Conforme se pode respigar na Wikipedia "...fez a cobertura jornalística dos grandes acontecimentos da sua época, acompanhando os reis D. Carlos e D. Manuel II nas suas viagens ao estrangeiro, assim como a Revolução de 1910, as revoltas monárquicas durante a Primeira República, assim como exército português que combateu na Flandres durante a Primeira Guerra Mundial. As suas fotografias caracterizam-se pelo intimismo e humanismo com que abordava os temas."


- Joshua Benoliel


- página da revista "Ilustração Portuguesa" de 29 de Outubro de 1917, onde é publicada a fotografia dos três pastorinhos de Fátima



Gibbs - Creme de barbear com G11


aqui falamos do creme de barbear "Gibbs". Voltamos hoje à sua memória com a publicação de um cartaz publicitário datado do final dos anos 60, integrado na revista VIDA MUNDIAL..

3/29/2016

Blackadder - Série inglesa





















Está a passar na RTP Memória (de segunda a sexta-feira, por volta das 21:30 horas, a série inglesa "Blackadder" que na RTP passou originalmente em meados dos anos 80. A série foi produzida na primeira metade dos anos 80 e serviu de catapulta artística de Rowan Atkinson que veio a ser popularizada pela interpretação de Mr. Bean.

Descrição da série a partir da Wikipédia:
Blackadder (em português Víbora negra) é a denominação de quatro séries de televisão da BBC One. Foram produzidas por John Lloyd e estreladas por Rowan Atkinson (conhecido por interpretar Mr. Bean) como o anti-herói epónimo "Edmund Blackadder" e Tony Robinson como seu subalterno/criado, Baldrick.

A primeira temporada foi escrita por Richard Curtis e Rowan Atkinson, e as 3 outras foram escritas por Curtis and Ben Elton.

Apesar de cada série ambientar-se em diferentes épocas, todas seguem as fortunas (ou melhor, infortúnios) de Edmund Blackadder (Interpretado por Atkinson), quem em cada série é um membro de uma dinastia familiar inglesa presente em muitos significantes períodos e lugares na História Inglesa.

Embora o personagem comece sendo pouco inteligente na primeira série e gradualmente se torna inteligente e mais perceptivo através de cada passagem de geração (ao mesmo tempo cai seu status social), cada Blackadder é cínico, covardemente oportunista interessado com a manutenção e o crescimento de seu próprio status e fortuna, independentemente do que o cerca. Em cada série, Blackadder é usualmente uma cínica (quase moderna) voz que mostra suas pretensões e estupidez daqueles que estão ao seu redor, e que podem ser vistas (através de seus modernos olhos) como as mais ridículas e insanas peripécias da história.

A vida de cada um dos Blackadders é também entrelaçadas com seus serventes, todos da família Baldrick (interpretados por Tony Robinson). Cada geração atua como o capacho de seu respectivo Blackadder. Eles ficam cada vez mais burros (e cada vez mais porcos) assim como o intelecto de seu mestre aumenta. Cada Blackadder e Baldrick estão acompanhados de um aristocrata estúpido, cuja presença Blackadder de certa forma tolera. Esse papel foi interpretado nas duas primeiras séries por Lorde Percy Percy (Tim McInnerny), na terceira série por Príncipe George, Príncipe Regente e na quarta pelo Tenente George, os dois últimos interpretados por Hugh Laurie (Dr. House).

Cada série foi ambientada em períodos diferentes da História Inglesa, começando em 1485 e terminando em 1917, compreendendo seis episódios de meia hora. A primeira série, feita em 1983, foi chamada The Black Adder. Seguida de Blackadder II em 1985, Blackadder the Third em 1987 e finalmente Blackadder Goes Forth em 1989.

2/28/2016

English Leather

english leather

Cartaz publicitário do ano de 1970. English Leather é uma marca que remonta ao final dos anos 40 e que ainda continua a ser comercializada, ligada à casa Dana. Tem uma característica particular de algumas das tampas dos seus produtos ser em madeira.

2/15/2016

Yes Minister–Yes Prime Minister –Série TV

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A quem pretender trazer à memória uma lista das muitas e boas séries de televisão produzidas na Inglaterra entre os anos 70 e 80, será imperdoável que nela não inclua "Yes Minister" ("Sim Senhor Ministro") e sua sequela “Yes Prime Minister”.

Esta série com textos saídos da pena de Sir Antony Jay e Jonathan Lynn, foi protoganizada por Paul Eddington no papel de Jim Hacker, ministro dos Assuntos Administrativos, Nigel Howthorne como Sir Humphrey Appleby, o secretário permanente do ministro e Derek Fowlds como o secretário particular do ministro Bernard Woolley.

Foi exibida originalmente pela BBC entre 1980 e 1984, em três temporadas, sendo composta por 21 episódios de cerca de 30 minutos cada e um episódio mais longo (60 minutos). Seguiu-se a sequela “Yes, Prime Minister” (Sim, Primeiro Ministro), entre 1986 e 1988 com 16 episódios e com os mesmos atores.

A série procura retratar com o inigualável humor británico os meandros do Governo de sua majestade e as relações entre todo o pessoal político e administrativo, a socieade e os média. Por outro lado descreve um ministro novo e cheio de boas intenções, disposto a efectuar cortes de despesas e redução da pesada máquina do funcionalismo britânico mas invariavelmente esbarra ou embate mesmo no próprio aparelho protagonizado pelo seu secretário permanente que, sempre numa ardilosa teia de interesses e teorias feitas de um discurso emaranhado, confunde o ministro e acaba por o demover ou fazer gorar as suas intenções. Claro está que com o desenrolar da série o próprio ministro acaba por trocar o passo ao seu secretário mas de um modo geral vê-se obrigado a desistir, a protelar ou mesmo a inverter as suas posições muitas vezes tomadas tendo em vista a sua boa imagem face aos média. Acima de tudo, salve-se o cargo.

A série é pois um constante manancial de bom humor inglês com protagonistas à altura e um excelente retrato satírico dos meandros da política e governantes, não fosse o facto dos escritores terem assessores que trabalhavam na própria máquina do Governo. Não custa nada a acreditar que “Yes Minister” é um retrato demasidp real de muitos dos governos democráticos desta nossa Europa.

Esta série, para além de ter dado azo a outros subsidiários televisivos, em Portugal inspirou séries como “A mulher do Sr. Ministro”, com Ana Bola e Vitor de Sousa  (um pseudo-ministro do Governo de António Guterres, a sua sequala “A Senhora Ministra”  e mais recentemente “A Mãe do Senhor Ministro”, 20 anos depois ainda com Ana Bola, Vitor de Sousa e Manuel Marques no papel de ministro. Obviamente que apesar da boa fonte da inspiração, estas três versões lusitanas nunca passaram de engraçadas e quase sempre com enredos e piadas pobres e a viver em muito da força humorística dos intérpretes, nomeadamente Ana Bola e Manuel Marques. Mas foi o que se arranjou.

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2/02/2016

O Vitinho faz hoje 30 aninhos


O Vitinho faz hoje 30 anos. Ficou conhecido por durante 10 anos, na RTP, ao final da tarde, dar o sinal de dormida para os mais pequenos numa ternurenta animação.
O Vitinho cresceu foi estudar, tirou o curso de psicologia infantil e está ainda desempregado a viver à custa dos pais. Pelo meio vai fazendo uns contratozitos de alguns meses em superfícies comerciais, a repor chouriços e toucinho nas prateleiras da charcutaria. Namora, mas não pensa em casar pois a namorada, engenheira química, também está desempregada e também a viver à custa dos pais. Afinal esta é uma opção mais em conta para cada vez mais jovens mesmo já a passar dos trintas. À custa disso, os pais perdem cada vez mais a esperança de terem um reforma um pouco desafogada pois continuam a ter que dar conta do recado da vida dos filhinhos e quantas vezes já dos netos.
Será esta a geração do Vitinho, ou nem por isso?

Notícia sobre a efeméride: link

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