Cartaz publicitário ao refrigerante Schweppes, publicado em 1961.
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Cartaz publicitário ao refrigerante Schweppes, publicado em 1961.
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Cartaz publicitário de 1967 aos doiradinhos Biskin, comercializados pela FIMA – Fábrica Imperial de Margarina, L.da.
A FIMA - Fábrica Imperial de Margarina, L.da foi inaugurada pela empresa Jerónimo Martins em 1944. iniciando-se assim na componente de fabricação, numa altura em que estava no seu auge a II Guerra Mundial. Nessa instalação, para além de óleo alimentar, passou a ser produzida a emblemática margarina Vaqueiro, então com o nome "Cowerd-Vaqueiro". Todavia, o registo da marca foi feito anos antes pela Jerónimo Martins & Filho, em 1926, pelo que se tratava de uma marca e produto importado.
A Jerónimo Martins e o actual grupo com o mesmo nome, que entre outros negócios detém a cadeia de distribuição Pingo Doce, tem origens como loja de venda de mercearias e outros artigos para uso doméstico, na baixa lisboeta, no Chiado, no distante ano de 1792. Jerónymo Martins era um emigrante galego.
Em 1881 com a morte do filho João António Martins e à falta de sucessores, a empresa foi retomada pelos funcionários que mantiveram a mesma designação comercial. A empresa deu outras voltas até à entrada em cena nos anos 20 do século XX, de Elysio Pereira do Vale e seu sócio Francisco Manuel dos Santos, avô do actual empresário Alexandre Soares dos Santos, proprietários dos Grandes Armazéns Reunidos, do Porto que tomam conta da empresa lisboeta para dar lugar à empresa com denominação “Estabelecimentos Jerónimo Martins & Filho, L.da” continuando o seu crescimento e internacionalização que teve um notório incremento com a sua parceria, a partir de 1949 com o grande grupo anglo-holandês Unilever.
Ainda em relação à FIMA, em Janeiro de 2007, a própria FIMA, a Lever e a Iglo-Olá são fundidas numa só companhia, a Unilever Jerónimo Martins, Lda., com fábricas em Sacavém e Santa Iria de Azóia.
Cartaz publicitário de 1961 às bolachas Shortcake da popular marca Aliança.
A Aliança na actualidade e desde 1997, ano em que foi adquirida, pertence à empresa Vieira de Castro – Produtos Alimentares, S.A. com artigos alimentares comercializados sob a marca Vieira. É uma das maiores fábricas do país com instalações em Gavião – Vila Nova de Famalicão. A Vieira de Castro foi fundada em 1943, então como fabricante de pastelaria tradicional e regional.
Por sua vez a Aliança remonta a 1919 altura em que é criada a Sociedade Industrial Aliança originada pela fusão das anteriores empresas "Fábrica do Caramujo" de Viúva de A.J. Gomes e C.ª e "Cruces & Barros", obviamente mais antigas.
Pelo que se tem lido, porventura na senda do êxito de marcas e artigos vintage, a Vieira de Castro tem o propósito de relançar produtos com a marca Aliança. Não confirmei se já o fez. Oxalá que sim e que mantenha a qualidade e a tradição.
Da Vieira de Castro gosto sobretudo das bolachas de água-e-sal e das amêndoas pela altura de Páscoa. Das bolachas Aliança, tenho memória, de criança, das emblemáticas caixas cúbicas no balcão da mercearia da aldeia de onde se retiravam com cuidado para serem vendidas de forma avulsa. Tants vezes pedi 100 gramas de Bolachas Maria da Aliança. Gostava particularmente das torradas.
É verdade, no Verão de 1983 o Gô-Gô era anunciado como “o brinquedo de todos, a nova “febre” do Verão de 83”.
Este produto da MMD, da qual não conseguimos descobrir grande coisa, consistia em lançar uma bola ao ar e fazer com que ela entrasse no buraco do suporte em plástico. A bola estava presa ao suporte com um fio e o objectivo era fazer várias vezes o mesmo movimento até que o fio ficasse todo enrolado. Claro está que quando esta brincadeira era feita a dois ou a três, como no cartaz acima, ganhava quem enrolasse primeiramente todo o fio. Resta acrescentar que quando se falhava a recepção da boa no buraco, muitas vezes ela batia no pulso ou nos dedos e por vezes até na cabeça, o que acabava para fazer mossa pois a bola era de um plástico duro e pesado.
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