11/07/2016

A Sebenta do Tempo - Mário Augusto

Conforme previsto, neste sábado passado, dia 5 de Novembro, pelas 18:00 horas, no auditório do Centro Multimeios da cidade de  Espinho, decorreu o evento da apresentação do mais recente livro do conhecido jornalista da RTP, Mário Augusto.  "A Sebenta do Tempo", uma autêntica viagem pelas memórias e nostalgias de um espaço temporal centrado entre 1965 e 1985. São as memórias e a visão do Mário Augusto, mas comuns às gerações de 50, 60 e 70, seguramente. Como não podia deixar de ser, o Santa Nostalgia marcou presença.

Pela popularidade do autor, a sala António Gaio do Multimeios de Espinho esteve repleta de gente interessada e que pode assistir a uma viagem no tempo já que Mário Augusto preparou para o efeito uns vídeos que nos transportaram a esses deliciosos tempos de infância e adolescência.

Pela nossa parte, apesar do humilde contributo para este livro do Mário Augusto, ficamos lisonjeados pela referência que fez ao Santa Nostalgia. 

Certamente que o livro vai ser um sucesso editorial da Bertrand e o Mário Augusto merece, porque tem qualidade, humildade e um grande coração cheio de calor "com propriedades turbo-eléctricas", como as saudosas camisolas interiores  Thermotebe.

11/06/2016

O Sabichão – Pergunte que eu Respondo - Jogo educativo da majora


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Hoje trago à memória um dos mais bem sucedidos e emblemáticos jogos educativos da Majora, "O Sabichão". Com a referência 628, este jogo foi criado em 1962 e desde logo tornou-se popular graças à particularidade do boneco (o Sabichão) que com o seu ar de mágico ou feiticeiro, com um chapéu cónico, dava a resposta certa à pergunta seleccionada.

O jogo consistia num suporte ou tabuleiro em cartão, constituído pela própria caixa, onde se aplicavam vários conjuntos de cartões contendo um círculo de perguntas e um círculo de respostas sobre diversos temas de cultura geral. Primeiramente colocava-se o boneco Sabichão no centro do círculo de perguntas, encaixado num suporte próprio e de seguida, rodando-se o mesmo pela cabeça, apontava-se-lhe a sua vara metálica para a pergunta pretendida. Seguidamente mudava-se o boneco para o centro do círculo de respostas, sobre uma base chamada espelho mágico e o boneco então rodava apontando a sua varinha em direcção à resposta certa. Na altura, para a criançada, era um pouco misterioso o artifício desta aparente magia, mas obviamente que o sistema consistia em ímans que obrigavam o boneco a girar e a apontar para a resposta em função do ângulo que havia sido rodado na base do círculo das questões.

Os temas das perguntas eram diversos: História de Portugal; Corografia de Portugal; Geografia Geral; O Corpo Humano; Descobertas e Invenções; Os Astros; Artes e Artistas; Literatura Portuguesa.

Numa época em que não havia Internet e a televisão estava a dar os primeiros passos, estes jogos educativos eram meios divertidos de se aprender. Neste aspecto, a Majora tem um rico historial de jogos que em muito contribuiu para o divertimento e cultura de gerações e por conseguinte faz parte das mais carinhosas memórias da nossa infância e adolescência.

A Majora, tem uma longa história, quase com oito décadas. Foi fundada na cidade do Porto em 1939, por Mário José Oliveira. Depois de ter sido encerrada em 2013, felizmente foi adquirida logo depois por um grupo empresarial (The Edge Group) que a pretende relançar aproveitando o insubstituível peso da sua longa história e tradição.Tem sido notícia de que a nova gerência da marca pretende relançar até ao Natal deste ano de 2016 alguns dos seus muitos jogos, incluindo este Sabichão, o Jogo da Glória e tantos outros, bem como entrar no mundo das versões electrónicas de modo a acompanhar as tendências de consumo actual. Boas notícias, sem dúvida.


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- Outros Tópicos:
Santa Nostalgia: Colecção Formiguinha – Editorial Majora
Santa Nostalgia: Majora – Colecções Princesinha e Varinha
Santa Nostalgia: História da Fátima contada aos pequeninos

11/04/2016

Crónica Feminina - 203

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Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 203 de 13 de Outubro de 1960.

Uma capa impensável para as revistas similares dos dias de hoje. Não por já não se venderem a 15 tostões mas porque predominam temas nada condizentes com a candura e ar feliz do rapazinho. Enredos de telenovelas, mortes, traições, divórcios, erotismo a roçar a pornografia, dicas de sexo, etc, são o actual pão-nosso  do que a casa gasta. Um fartote.

É certo que os tempos ditam a evolução das coisas e obviamente da imprensa escrita, jornais ou revistas. Não se poderia esperar que, 56 anos passados, uma revista de mexericos fizesse capa com uma criancinha, a não ser que fosse o Cristianinho Ronaldo ou outro rebento de um qualquer jet-set. Todavia, porventura, passamos de um 8 muito condicionado por um regime fechado e conservador para um 80 desbragado e excessivo. O meio termo nunca foi apanágio dos portugueses pelo que as coisas são como são, no bom e no menos bom.

Tópicos relacionados:

Santa Nostalgia: Crónica Feminina

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Santa Nostalgia: Casamentos de Santo António

Santa Nostalgia: 50 anos depois…

10/29/2016

Waldorf–Papel higiénico

 

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Cartaz publicitário do ano de 1960 ao papel higiénico da marca Waldorf.

Poder-se-ía pensar que o papel higiénico é coisa recente entre nós, mas não, é um artigo já com muitos anos ou não fosse necessário à limpeza de um dos actos mais elementares da nossa fisiologia.

Hoje em dia o papel higiénico e produtos similares, como guardanapos, toalhetes e rolos de papel de cozinha estão presentes em todos os ambientes domésticos, comerciais e industriais e por isso movimentam muitas empresas. Ora entre nós há marcas reconhecidas e identificadas com estes produtos, como a Renova - Fábrica de Papel do Almonda, SA, fundada em 1818 em Torres Novas, mas deixando esta empresa para outras calendas, importa referir a nível mundial a Scott, porventura umas das mais internacionais e conceituadas neste sector.

A Scott Paper Company Limited  foi fundada em 1879 pelos irmãos Edward Irvin e Clarence Scott, de Filadélfia – Estados Unidos mas originalmente como fabricante de sacos e papel para embrulhos. Apenas uns dez anos depois é que começou por fabricar o papel higiénico, em rolo, para essa função específica. Entretanto já existia uma outra marca, a Waldorf a qual veio a ser adquirida em 1902 pelos irmãos Scott. O papel higiénico Waldorf torna-se assim o principal produto da Scott. Nos anos 30 são introduzidos os papéis para uso na cozinha e ainda nessa década os guardanapos.

Em meados dos anos 90 a Scott foi adquirida pela Kimberly-Clark passando assim a integrar uma  rede de distribuição global.De então para cá, a empresa cresceu, multiplou e diversifiocu os produtos e obviamente adaptou-se às novas tecnologias para corresponder às exigências de mercado e competetividade.

10/28/2016

Postais de Natal 2016




Temo-la já como uma tradição, a de rabiscar e publicar por aqui alguns postais de natal.
Para além dos que ao longo do tempo foram sendo por cá publicados, temos estado a publicar noutros espaços parceiros. Podem, por isso, encontrá-los aqui nestes espaços:



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Postais acima: - Clicar para ampliar.

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