Pode-se ou não apreciar o político a quem Mário Soares acusou em 6 de Novembro de 1975 (no célebre frente-a-frente na RTP) de pretender instalar uma ditadura comunista em Portugal, a que Cunhal respondeu sorridente com a famosa expressão "Olhe que não, olhe que não!". mas o líder histórico do Partido Comunista Português é sem dúvida um nome incontornável da nossa política antes e pós revolução do 25 de Abril de 1974..
11/10/2016
Álvaro Cunhal - Olhe que não, olhe que não!
Pode-se ou não apreciar o político a quem Mário Soares acusou em 6 de Novembro de 1975 (no célebre frente-a-frente na RTP) de pretender instalar uma ditadura comunista em Portugal, a que Cunhal respondeu sorridente com a famosa expressão "Olhe que não, olhe que não!". mas o líder histórico do Partido Comunista Português é sem dúvida um nome incontornável da nossa política antes e pós revolução do 25 de Abril de 1974..
11/09/2016
Crime, Disse Ela - Murder, She Wrote - Série TV
Jessica Fletcher (interpretada por Angela Lansbury) é uma professora reformada e escritora, com um livro policial em mão com o título que dá nome à série "Murder, She Wrote", e que na comunidade local, Cabot, no Estado do Maine - Estados Unidos, frequentemente se intromete nas investigações policiais sobre casos de homicídio, assaltos, fraudes, etc, acabando por desvendar os crimes e revelar os autores, mesmo quando a polícia os dá como resolvidos ou por resolver, de resto um pouco à imagem de Miss Marple, de Agatha Christie. Não raras as vezes, pelo seu envolvimento, Jessica se vê ela própria em situações de perigo e mesmo como suspeita.
A série resultou de uma co-produção da CBS e Universal TV e depois com a Corymare Productions.
Foi uma série longa, com 12 temporadas com um total de 264 episódios com cerca de 50 minutos cada e ainda mais uns quatro filmes. Foi produzida e exibida entre os anos de 1984 e 1996. Em Portugal, na RTP, foi exibida sensivelmente no mesmo período.
11/08/2016
Sandro Mazzola
Pelo Inter de Milão foi tetra campeão italiano, nas épocas de 1962-63, 1964-65, 1965-1966 e 1970-71. Foi bicampeão da Taça dos Campeões Europeus em 1963-64 e 1964-65 e ainda bicampeão da Taça Intercontinental também em 1963-64 e 1964-65.
Sandro Mazzola, pela sua raça e pelo seu nome sonante, era um dos jogadores internacionais muito conhecidos e citados pela rapaziada dos finais dos anos 60 e 70. Nas colecções de cromos com selecções nacionais, o Mazzola, com a sua típica bigodaça, era sempre um dos mais desejados, ombreando com os grandes nomes da época.
11/07/2016
A Sebenta do Tempo - Mário Augusto
11/06/2016
O Sabichão – Pergunte que eu Respondo - Jogo educativo da majora
O jogo consistia num suporte ou tabuleiro em cartão, constituído pela própria caixa, onde se aplicavam vários conjuntos de cartões contendo um círculo de perguntas e um círculo de respostas sobre diversos temas de cultura geral. Primeiramente colocava-se o boneco Sabichão no centro do círculo de perguntas, encaixado num suporte próprio e de seguida, rodando-se o mesmo pela cabeça, apontava-se-lhe a sua vara metálica para a pergunta pretendida. Seguidamente mudava-se o boneco para o centro do círculo de respostas, sobre uma base chamada espelho mágico e o boneco então rodava apontando a sua varinha em direcção à resposta certa. Na altura, para a criançada, era um pouco misterioso o artifício desta aparente magia, mas obviamente que o sistema consistia em ímans que obrigavam o boneco a girar e a apontar para a resposta em função do ângulo que havia sido rodado na base do círculo das questões.
11/04/2016
Crónica Feminina - 203
Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 203 de 13 de Outubro de 1960.
Uma capa impensável para as revistas similares dos dias de hoje. Não por já não se venderem a 15 tostões mas porque predominam temas nada condizentes com a candura e ar feliz do rapazinho. Enredos de telenovelas, mortes, traições, divórcios, erotismo a roçar a pornografia, dicas de sexo, etc, são o actual pão-nosso do que a casa gasta. Um fartote.
É certo que os tempos ditam a evolução das coisas e obviamente da imprensa escrita, jornais ou revistas. Não se poderia esperar que, 56 anos passados, uma revista de mexericos fizesse capa com uma criancinha, a não ser que fosse o Cristianinho Ronaldo ou outro rebento de um qualquer jet-set. Todavia, porventura, passamos de um 8 muito condicionado por um regime fechado e conservador para um 80 desbragado e excessivo. O meio termo nunca foi apanágio dos portugueses pelo que as coisas são como são, no bom e no menos bom.
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