8/12/2021
7/18/2021
SEB - Panelas de pressão
Cartaz publicitário do ano de 1964 às panelas de pressão SEB.
Por cá, talvez sejam populares as panelas de pressão da Silampos, ou a sua conterrânea Celar, ambas de Cesar - Oliveira de Azeméis. Também as da Tefal. Provavelmente, passam despercebidas as da SEB. Todavia, esta marca remonta a 1857 em França, quando o funileiro Antoine Lescure decide montar a sua empresa, que um pouco mais tarde adopta o nome de SEB - Societé d´Emboutissage de Bourgogne.
Em 1954 surge a sua famosa panela de pressão que rapidamente se transforma no produto de charneira.
Em 1962 a empresa, já com um vasto leque de produtos, lança o seu primeiro electrodoméstico, uma cafeteira eléctrica. Um pouco mais tarde, em 1967, lança a primeira fritadeira eléctrica "sem odor".
A empresa avançou, em crescimento e inovação e hoje é um grande grupo ao qual pertence, veja-se, a Tefal, acima referida, porventura maior fabricante mundial de louça e apetrechos de cozinha. Ao grupo pertencem ainda as conhecidas marcas Moulinex, Rowenta e Krups.
7/05/2021
Passagem por Fátima - Exposição
Em Fátima, na instalação do Convivium de Santo Agostinho, na Basílica da Santíssima Trindade, está a decorrer a Exposição "OS ROSTOS DE FÁTIMA" - Fisionomias de uma paisagem espiritual. De 28 de novembro de 2020 a 15 de outubro de 2022
Entrada Livre - Segunda-feira a domingo: 09h00 às 12h45 (última entrada) e 14h00 às 17h45 (última entrada).
“Os rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual” é uma história de Fátima contada a partir dos nomes que a fizeram.
Em tempo de pandemia, a exposição convida a refletir sobre o tema da morte e da vida como momentos luminosos da peregrinação do homo viator.
Para além da vertente religiosa, uma interessante exposição artística e cultural com um vasto leque de elementos que contextualizam o tema de Fátima, das aparições e do Santuário.
7/01/2021
Jornal do Cuto
Foi em 1935 que no jornal espanhol "Boliche" apareceu o Cuto, uma criação do artista Jesus Blasco, um rapaz adolescente, impregnado de espírito de aventura. Inicialmente num registo mais humorístico, na companhia dos amigos Gurripato e Camarilla, mas a partir de 1945 apenas acompanhado pela sua namorada Mary, é levado nessas aventuras a vários locais do mundo num envolvimento audaz em situações de guerras, conflitos, mistérios e investigações policiais.
Cá por Portugal a sua aparição deu-se em 12 de Fevereiro de 1949 na revista "Gafanhoto, no número 10.
Em face da crescente popularidade em 7 de Julho de 1971 o personagem deu nome a uma publicação própria, o "Jornal do Cuto", propriedade da Portugal Press, dirigida por Roussado Pinto. Esta revista para além das aventuras do Cuto continha diversas outras histórias de outros autores em regime de continuação.
A revista, indicada como para maiores de 12 anos, durou de 1971 a 1978, com um total de 174 números, com um número irregular de páginas.
Começou por ser de tiragem semanal (do Nº 1 ao Nº 53, com alterações no dia de saída), passando depois, por dificuldades económicas, a mensal, desde o nº 94 ao 107.
Depois, a partir do nº 108 passou a quinzenal. Em 1 de Junho de 1974, no nº 109, por alegadas dificuldades no mercado do papel, é anunciada a suspensão da publicação. É retomada a publicação em 10 de Setembro de 1975, com tiragem semanal. Novas dificuldades no preço do papel, ditam que a partir do nº 137 de 15 de Março de 1976 a edição passe a quinzenal. Em 1 de Junho de 1977 volta a passar a mensal e em Fevereiro de 1978 volta a anunciar a suspensão que acabaria por ser definitiva.
Para além das dificuldades que eram comuns ao mercado do papel, a revista nunca conseguiu ultrapassar o prestígio e sucesso de revistas concorrentes como a "Mundo de Aventuras" e "Tintin".
O custo da revista variou ao longo da sua existência desde os 5 aos 15 escudos. Tinha regime de assinaturas, em regra mais caras que as revistas concorrentes.
Nas imagens acima, a capa do Nº 88 de 15 de Março de 1973, com o Príncipe Valente, edição que no seu interior trazia um poster da capa do Nº 1 da revista "O Mosquito".
6/20/2021
História de Portugal - 4ª Classe - Prof. António Branco
6/03/2021
Trinaranjus sem borbulhas
Cartaz publicitário do Verão de 1982 ao refrigerante Trinaranjus. Então muito popular, esta bebida fazia as delícias da rapaziada, para mais com a apregoada novidade..."sem borbulhas".
Nas esplanadas a assistir ao Mundial de Futebol, que decorria em Espanha, era um aviar de cervejas mas também de Trinaranjus. De resto a marca apostava então muito na publicidade, tanto na TV como na rádio e revistas. Chegou mesmo, durante vários anos, a patrocinar uma equipa de ciclismo, a Lousa-Trinaranjus, da qual fizeram parte vários dos grandes nomes do pedal de então, como Marco Chagas, Adelino Teixeira, Alexandre Ruas, etc.
Quanto à sua História, terá começado em Valência - Espanha, em 1934. A ideia de Trinaranjus deveu-se ao facto de que os sumos utilizados eram baseados em três diferentes variedades de laranjas.
A marca cresceu e expandiu-se também para Portugal, mas em 1986 renovou a sua imagem e mudou de nome para Trina. A coisa pode ter resultado em Espanha mas por cá, fico com a percepção de que terá sido um desastre e a Trina nunca teve a popularidade da sua antecedente, eventualmente porque deixou de haver publicidade e marketing. Nas prateleiras das grandes superfícies é vista actualmente como uma bebida da concorrência de outras marcas bem mais populares como a Fanta.
A Trina fez parte da empresa Orangina Schweppes que por sua vez em 2009 foi adquirida pela Suntory Group, que é a actual dententora da marca.
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