7/14/2015

Billy the Kid

 

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Passam hoje 134 anos (14 de Julho de 1881) sobre a morte de Billy the Kid, famoso pistoleiro e fora-de-lei do velho oeste americano. Foi morto pelo xerife de Lincoln, Pat Garrett, que por sua vez viria também a ser assassinado com tiros uns anos mais tarde.
A figura de Billy the Kid está fortemente ligada ao mítico farwest americano e como uma das suas incontornáveis figuras lendárias, tem sido motivo e pretexto para inúmeras obras musicais, cinema, televisão e banda desenhada onde nesta, entre muitas revistas, deu título a uma das aventuras do não menos famoso Lucky Luke, de Morris e Goscinny.

Segundo a lenda, Billy terá assassinado 21 homens, tantos quantos o seu número de anos de vida.Todavia, em concreto apenas foram registados os relatos de quatro mortes. A lenda e a fama certamente que extrapolaram os números e aspectos da sua curta mas recambolesca vida.

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6/26/2015

Faz anos a bicicleta

 

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Passam hoje 196 anos sobre o registo da patente da bicicleta (26 de Junho de 1819).

A Primeira bicicleta com semelhanças mecânicas e estruturais às usadas na actualidade, foi patenteada em 26 de junho de 1819 por Denis Johnson, na Grã-Bretanha,

Todavia, houve várias contribuições de anteriores precursores da ideia e conceito deste veículo, nomeadamente o Barão Drais Von Sauerbronn, Kirkpatrick Macmillan e Pierre Michaux. A bicicleta apresneta-se assim como um mecanismo ao qual é complicado atribuir a autoria da invenção. Digamos que teve vários pais pelos princípios e contributos que foram sendo aplicados ao longo dos tempos. Mesmo nos nossos dias, noemadamente ao nível do desperto têm sido integradas novas tecnologias.

[excelente artigo sobre a história da bicicleta]

6/25/2015

Mundial de Futebol – Argentina 78

 

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Passam hoje 37 anos (25 de Junho de 1978) sobre o dia em que a Argentina conquistou o primeiro dos dois títulos de campeã mundial em futebol (venceu o segundo em 1986, no México). Jogava perante o seu público, já que foi a organizadora da prova e venceu na final a selecção da Holanda pelo resultado de 3-1. 

Pela selecção argentina ainda não jogava o Maradona, mas destacava-se o goleador Mário Kempes (2 golos na final e 6 na prova que lhe deram o prémio de melhor marcador), na altura futebolista ao serviço do Valência, de Espanha. Pelo lado da selecção holandesa, uma das figuras maiores, Johan Cruijff, decidiu não participar nesse Mundial devido a problemas familiares, mas brilhavam jogadores como Rob Rensenbrink, Johnny Rep e Ruud Krol, entre outros.

Das minhas memórias desse Mundial de Futebol, destaco o facto de ter coleccionado a caderneta de cromos “Argentina 78”, editada pelo Clube do Cromo, colecção que ainda guardo. Abaixo a capa da colecção.

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6/24/2015

Batalha de S. Mamede











Passam hoje 887 anos sobre a Batalha de São Mamede. Foi travada a 24 de Junho de 1128, entre D. Afonso Henriques e as tropas dos barões portucalenses contra as tropas do Conde galego Fernão Peres de Trava, que se tentava apoderar do governo do Condado Portucalense. As duas fações confrontaram-se no campo de São Mamede, perto da cidade de Guimarães.

Com a derrota, D. Teresa e Fernão Peres abandonaram o governo condal, que ficou então nas mãos do infante e dos seus partidários, o que desagradou ao Bispo de Santiago de Compostela, Diogo Gelmires, que cobiçava o domínio das terras. D. Teresa desistia assim da ambição de ser senhora de Portugal. Há rumores não confirmados que ela teria sido aprisionada no Castelo de Lanhoso. Há até quem relate as maldições que D. Teresa rogou ao seu filho D. Afonso Henriques. [fonte: wikipedia]

5/28/2015

Postais do S.L. Benfica – Época 71/72


Hoje trago à memória a colecção de cromos de futebolistas do S. L. e Benfica, em formato postal (105 x 155 mm),  editada pela já desaparecida editora Agência Portuguesa de Revistas, na época futebolística de 1971/1972.
São 18 belos postais, sem numeração, representando individualmente os seguintes jogadores:
José Henrique, Bento, Artur, Humberto Coelho, Malta da Silva, Jaime Graça, Adolfo, Diamantino, Vitor Martins, Toni, Simões, Rui Rodrigues, Artur Jorge, Eusébio, Néné, Messias, Jordão e Vitor Baptista.
É uma colecção extremamente rara e pouco vista mesmo em sítios online de vendas e leilões, Já uma colecção anterior, com jogadores do final da década de 60, com os jogadores represnetados a meio corpo, é mais vulgar e essa aparece com frequência.
Como curiosidade, o facto do guarda-redes José Henrique se fazer fotografar com as três “balizas de prata”, troféus que tinha vencido como o mais regular no campeonato (troféu instituído pela revista “Crónica Feminina” editada pela própria Agência de Revistas.
Graficamente, cada jogador é minuciosamente recortado e “montado” sobre o mesmo cenário o que empresta homogeneidade à colecção. Na parte posterior do postal, um resumo biográfico de cada jogador escrito em português, inglês e francês. Cada postal nessa altura tinha um custo de 2$50 no Continente e 3$50 no Ultramar.
 

 
 

3/25/2015

“Os Taras” e Montenegro - “O autocarro do amor”

 

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Estávamos em 1969 e o grupo "Os Taras" e Montenegro, no qual se incluía o então desconhecido Quim Barreiros, gravou um EP com quatro temas (*)  do qual sobreviveu na memória colectiva o título "Autocarro do Amor", que ainda hoje esporadicamente assalta a memória da malta com idades acima dos 50 anos, então jovens e adolescentes e que, na rádio, nas romarias ou bailes de garagem ouviam com frequência esta simples canção mas de melodia que facilmente entrava no ouvido, ou não fosse o refrão baseado no inconfundível lá lá lá lá..
Uns anos mais tarde o cançonestista Jorge Ferreira trouxe o tema para o seu reportório, incluido no CD "Meu coração bate por ti".

Letra:

Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá, Lá lá lá lá lá lá lá lá lá

Num belo autocarro um dia entrei, e eu nele tudo estranhei
Dois empregados bem gentis, como nunca teve a carris
Que carro é este, perguntei, pois, que nunca assim eu viajei
É o autocarro do amor, logo respondeu o revisor

Refrão
Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá, Lá lá lá lá lá lá lá lá lá

Só entravam nele passageiros, jovens bem bonitos e solteiros
Logo a seguir noutra paragem, entrou uma moça na viagem
Olhando p’ra todos perguntou, que carro é este em que eu vou
É o autocarro do amor, logo respondeu o revisor

Refrão
Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá, Lá lá lá lá lá lá lá lá lá

Eu por ela então me apaixonei, e o meu amor lhe declarei
Quando a viagem terminou, e ela comigo se casou
Era o autocarro mais feliz, de quantos haviam na carris

Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá, Lá lá lá lá lá lá lá lá lá

 

(*) Sobre o formato dos discos de vinil [fonte: wikipédia]

Durante o seu apogeu, os discos de vinil foram produzidos sob diferentes formatos:

LP: abreviatura do inglês Long Play (conhecido na indústria como, Twelve inches--- ou, "12 polegadas" (em português) ). Disco com 31 cm de diâmetro que era tocado a 33 1/3 rotações por minuto. A sua capacidade normal era de cerca de 20 minutos por lado. O formato LP era utilizado, usualmente, para a comercialização de álbuns completos. Nota-se a diferença entre as primeiras gerações dos LP que foram gravadas a 78 RPM (rotações por minuto).
EP: abreviatura do inglês Extended Play. Disco com 25 cm de diâmetro (10 polegadas), que era tocado, normalmente, a 45 RPM. A sua capacidade normal era de cerca de 8 minutos por lado. O EP normalmente continha em torno de quatro faixas.
Single ou compacto simples: abreviatura do inglês Single Play (também conhecido como, seven inches---ou, "7 polegadas" (em português) ); ou como compacto simples. Disco com 17 cm de diâmetro, tocado usualmente a 45 RPM (no Brasil, a 33 1/3 RPM). A sua capacidade normal rondava os 4 minutos por lado. O single era geralmente empregado para a difusão das músicas de trabalho de um álbum completo a ser posteriormente lançado .
Máxi: abreviatura do inglês Maxi Single. Disco com 31 cm de diâmetro e que era tocado a 45 RPM. A sua capacidade era de cerca de 12 minutos por lado.

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