8/30/2022

ABC Nacional - Livro escolar da primeira classe - 1937

 




Hoje trazemos à memória o livro da escola primária "ABC Nacional", de João Romão e Natália Correia. É uma 1ª edição do ano de 1937, da Livraria Enciclopédia de João Bernardo - Lisboa.

O livro corresponde à 1ª classe do ensino primário, por isso destinado à aprendizagem das primeiras letras, palavras e leituras. Em cada lição  tem ilustrações de apoio, muito básicas.

É um livro extremamente raro, por isso com significativo valor numa qualquer colecção de antigos livros escolares.

8/10/2022

The new adventures of the Lone Ranger - Série de animação


Já aqui tivemos a oportunidade de falar aqui sobre a figura do herói de banda desenhada, de filmes e séries, até mesmo da rádio, o popular The Lone Ranger ou mesmo "O Mascarilha".

Pois bem, para além dos filmes, das séries e dos livros de quadradinhos, também foram produzidas séries em versão animada sobre o herói, nomeadamente em 1966, embora com um enredo mais futurista, mas a série de que hoje trazemos à memória refere-se a "The new adventures of the Lone Ranger".

Foi produzida nos Estados Unidos, em 1980, com um total de 28 episódios com 11 minutos cada. A sua exibição original  teve início em Setembro de 1980.

Nos diferentes episódios, The Lone Ranger e o seu inseparável companheiro, Tonto, entram em aventuras resolvendo mistérios e travando lutas com bandidos, repondo a justiça, a verdade e o bom.

Em resumo, esta série mantém o essencial das características inerentes à figura nas suas versões filmadas ou mesmo na Banda Desenhada.

8/01/2022

Flipper - Série TV

 





Hoje trazemos à memória a série de televisão "Flipper", produzida nos Estados Unidos entre os anos de 1964 a 1966. Foi exibida originalmente pela NBC entre 19 de Setembro de 1964 e 15 de Abril de 1967. Em Portugal foi naturalmente exibida na RTP, a preto-e-branco, a partir de Janeiro de 1966.

Flipper é o nome de um simpático e inteligente golfinho (espécie nariz-de-garrafa), animal de estimação e vedeta do parque aquático Coral Key Park and Marine Preserve, na Flórida, cujo director é Porter Ricks (Brian Kelly), com funções de acompanhar o dia a dia do parque, a relação com os turistas bem como velar pela segurança e acções contra caçadores e outros malfeitores para a natureza.

Ricks, no estado de viúvo, é acompanhado na série e nas suas aventuras diárias pelos seus dois filhos, Sandy (Luke Halpin), o mais velho (15 anos), loiro, e o pequeno Bud (Tommy Norden) (10 anos), ruivo e algo  travesso. Bud é o amigo das brincadeiras e dos truques com o golfinho. Flipper para além de entreter turistas tem acções de salvamento, ajudando mergulhadores e outras pessoas no contexto marinho.

A série tem um estilo ligeiro e divertido mas com uma forte mensagem de amizade e respeito pelos animais e natureza.

Foram produzidos 88 episódios de cerca de 30 minutos cada. Ao longo da série o golfinho Flipper terá sido interpretado por cinco diferentes fêmeas. Como artistas convidados passaram pelos vários episódios dezenas de nomes importantes da época.

A série passou com êxito em muitos países, incluindo na antiga União Soviética e Roménia. 

Com o mesmo nome ou variantes, Flipper deu motivo a um filme e outras séries, incluindo uma em versão de desenho animado.

6/24/2022

Santos populares e popularuchos

 


Os santos populares portugueses em maior destaque são de facto o Santo António, celebrado a 13 de Junho, o S. João, a 24 de Junho e o S. pedro, a 29 de Junho. 

Em todo o país, são muitas as localidades que com maior pompa ou circunstância, mas sempre numa raíz popular profunda, em que são celebrados, com destaque para Lisboa, com o Santo António, e Porto e Braga com o S. João.

Sendo figuras da Igreja, certo é que a maioria das festividades a elas associados já são pouco ou nada religiosas, mas antes motivos para farra, diversão e comes-e-bebes. O povo já não vai à missa nem a procissões mas para a festança marca presença em peso.

A lembrar este trio popular, fica aqui um nosso rabisco.

2/24/2022

Um homem chamado Felizardo - Série de televisão




Ainda nos seus primordios como estação e canal de televisão, a nossa RTP exibiu entre 5 de Janeiro e 2 de Fevereiro de 1963 o tele-folhetim, no que hoje se designaria de série, "Um homem chamado Felizardo". Foram 5 episódios realizados por Herlânder Peyroteo, com autoria de Armando Vieira Pinto e interpretado por Luís Cerqueira, Susana Prado, Fernando Muralha, Rodolfo Neves, Ema Paul, Grece de Castro, Tomás de Macedo, Vítor Tavares, Patrício Álvares.

Com a inevitável imagem a preto-e-branco e de baixa qualidade, a série baseava-se, num registo de comédia, nas dificuldades e peripécias dum homem de família, à procura de emprego há mais de quatro anos. 

Como se disse, a série reporta-se a 1963 mas 60 anos passados ainda há muito de actual na dificuldade de obtenção de emprego, umas vezes por problemas estruturais e de conjuntura econóima, outras porque na realidade não se quer trabalhar mas antes viver de expedientes incluindo os da dependência dos apoios do Estado. De resto, emprego já é raro. Quando muito, trabalho ocasional e a termo certo.

2/23/2022

As aventuras de Flash Gordon


Com algum atraso, hoje trago à memória a série de televisão em animação "As aventuras de Flash Gordon", do original "The adventures of Flash Gordon".

A série é composta por 24 episódios com a duração de aproximadamente 20 minutos, tendo sido produzida pela Filmation Associates, nos Estados Unidos, entre 1979 e 1982. Foi baseada nas histórias de banda desenhada por  Alex Raymond na década de 1930 e com alguma influência do filme Star Wars que estava a ser um sucesso após o seu lançamento em 25 de Maio de 1977..

As aventuras da série centram-se na figura do aventureiro espacial Flash Gordon, a sua bela namorada, Dale Arden e o cientista Dr. Hans Zarkov.

O Dr. Zarkov inventa um foguetão no qual embarcam os três numa viagem que os leva ao planeta Mongo. Com a nave em dificuldades acabam por entrar no planeta precipitando-se no mar.

O planeta Mongo é formado por vários reinos e habitado por civilizações diferentes, algumas tecnologicamente avançadas, outras nem por isso, mas que estão ambas sob o domínio implacável do tirano imperador Ming, o Impiedoso, uma das figuras centrais das histórias.

Logo após sua chegada a Mongo e depois de serem resgatados, os três terrestres fazem amizade com o príncipe Barin, com uma aparência medieval tipo Robin dos Bosques, o qual será o herdeiro legítimo do trono usurpado por Ming. O príncipe e seus seguidores foram banidos por Ming para o reino de Arbória, uma espécie de floresta tropical - incluindo a própria filha, Aura, noiva de Barin mas que conhecendo Flash se enamora por ele e o salva em diferentes situações. 

Flash, Dale e Zarkov juntam-se então à luta de Barin para recuperar o trono, juntando-se a eles outros reinos e civilizações e figuras como a de Vultan, rei dos homens-falcão, a Raínha Fria, do reino gelado Frígia, Thun, o Homem-Leão, bem como a própria filha de Ming, a voluptuosa Aura.

A série desenvolve-se num gênero de ficção científica mas com uma mistura de aventura e fantasia em ambientes exôticos, numa mistura de elementos que remetem para períodos bem menos dados à ficção científica. Assim, tanto temos uma batalha com naves espaciais e homens montados em falcões figantes, soldados robôs com armas a laser e ainda espadas, arcos e flechas.

No fundo, no planeta Mongo temos simultaneamente diferentes civilizações em diferentes tempos, como se numa analogia ao planeta Terra, se desenvolvessem em simultâneo as épocas da grécia clássica, a idade média e algo mais futurista.

Outra das particularidades da série que não passava despercebida à malta mais crescida, era a representaçação de uma certa voluptuosidade com as mulheres, tanto as que rodeavam o imperador Ming como as demais, incluindo Dale e Aura, com corpos esbeltos e com trajes reduzidos no que hoje se diria de super sexys. 

Em resumo, esta série, no tempo e contexto em que foi produzida e exibida tornou-se um produto interessante a cativador para os mais novos e mesmo os mais crescidotes, que a seguiam com interesse e algum entusiasmo.

Escusado será dizer, mas diz-se, que as aventuras de Flash Gordon foram desde o seu início muito populares e deram lugar a variados géneros, desde a inicial banda desenhada, à literatura, bem como rádio, televisão e cinema. Mesmo em animação existem várias outras versões, como a de 1996, "New Adventures of Flash Gordon", com 26 episódios de 30 minutos cada







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