10/04/2022

O gato malhado e a andorinha Sinhá

 


O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, é um conto infantil escrito pelo brasileiro Jorge Amado, com ilustrações de Carybé, publicado originalmente em 1976.

Este livro tem uma história interessante já que inicialmente foi escrita por Jorge Amado para prendar o seu filho João Jorge, quando este completou um ano de idade, mas sem o propósito de ser publicada.

Mas ainda bem que passou a livro. É uma história enternecedora de um amor quase impossível, mas que no mundo dos livros, do sonho e da fantasia passa a realidade. Depois, aqueles desenhos aparentemente toscos mas impregnados de uma beleza infantil, complementam e enriquecem a obra. De resto, a esse propósito o grande escritor brasileiro terá dito: "se o texto não paga a pena, em troca não tem preço que possa pagar as aquarelas de Carybé"

Quando a li pela primeira vez, estava a sair da adolescência e para sempre ficou gravada pela diversidade de metáforas e valores que transmite. No fundo é um livro ou conto infantil que interessa, e muito, aos jovens e adultos.

Por tudo isto, este livro ou a sua história ocupam um espaço importante nas minhas primeiras leituras pós adolescência. Ainda hoje sabe bem ler e rever aquele andorinha a sobrevoar o gato.

8/30/2022

ABC Nacional - Livro escolar da primeira classe - 1937

 




Hoje trazemos à memória o livro da escola primária "ABC Nacional", de João Romão e Natália Correia. É uma 1ª edição do ano de 1937, da Livraria Enciclopédia de João Bernardo - Lisboa.

O livro corresponde à 1ª classe do ensino primário, por isso destinado à aprendizagem das primeiras letras, palavras e leituras. Em cada lição  tem ilustrações de apoio, muito básicas.

É um livro extremamente raro, por isso com significativo valor numa qualquer colecção de antigos livros escolares.

8/10/2022

The new adventures of the Lone Ranger - Série de animação


Já aqui tivemos a oportunidade de falar aqui sobre a figura do herói de banda desenhada, de filmes e séries, até mesmo da rádio, o popular The Lone Ranger ou mesmo "O Mascarilha".

Pois bem, para além dos filmes, das séries e dos livros de quadradinhos, também foram produzidas séries em versão animada sobre o herói, nomeadamente em 1966, embora com um enredo mais futurista, mas a série de que hoje trazemos à memória refere-se a "The new adventures of the Lone Ranger".

Foi produzida nos Estados Unidos, em 1980, com um total de 28 episódios com 11 minutos cada. A sua exibição original  teve início em Setembro de 1980.

Nos diferentes episódios, The Lone Ranger e o seu inseparável companheiro, Tonto, entram em aventuras resolvendo mistérios e travando lutas com bandidos, repondo a justiça, a verdade e o bom.

Em resumo, esta série mantém o essencial das características inerentes à figura nas suas versões filmadas ou mesmo na Banda Desenhada.

8/01/2022

Flipper - Série TV

 





Hoje trazemos à memória a série de televisão "Flipper", produzida nos Estados Unidos entre os anos de 1964 a 1966. Foi exibida originalmente pela NBC entre 19 de Setembro de 1964 e 15 de Abril de 1967. Em Portugal foi naturalmente exibida na RTP, a preto-e-branco, a partir de Janeiro de 1966.

Flipper é o nome de um simpático e inteligente golfinho (espécie nariz-de-garrafa), animal de estimação e vedeta do parque aquático Coral Key Park and Marine Preserve, na Flórida, cujo director é Porter Ricks (Brian Kelly), com funções de acompanhar o dia a dia do parque, a relação com os turistas bem como velar pela segurança e acções contra caçadores e outros malfeitores para a natureza.

Ricks, no estado de viúvo, é acompanhado na série e nas suas aventuras diárias pelos seus dois filhos, Sandy (Luke Halpin), o mais velho (15 anos), loiro, e o pequeno Bud (Tommy Norden) (10 anos), ruivo e algo  travesso. Bud é o amigo das brincadeiras e dos truques com o golfinho. Flipper para além de entreter turistas tem acções de salvamento, ajudando mergulhadores e outras pessoas no contexto marinho.

A série tem um estilo ligeiro e divertido mas com uma forte mensagem de amizade e respeito pelos animais e natureza.

Foram produzidos 88 episódios de cerca de 30 minutos cada. Ao longo da série o golfinho Flipper terá sido interpretado por cinco diferentes fêmeas. Como artistas convidados passaram pelos vários episódios dezenas de nomes importantes da época.

A série passou com êxito em muitos países, incluindo na antiga União Soviética e Roménia. 

Com o mesmo nome ou variantes, Flipper deu motivo a um filme e outras séries, incluindo uma em versão de desenho animado.

6/24/2022

Santos populares e popularuchos

 


Os santos populares portugueses em maior destaque são de facto o Santo António, celebrado a 13 de Junho, o S. João, a 24 de Junho e o S. pedro, a 29 de Junho. 

Em todo o país, são muitas as localidades que com maior pompa ou circunstância, mas sempre numa raíz popular profunda, em que são celebrados, com destaque para Lisboa, com o Santo António, e Porto e Braga com o S. João.

Sendo figuras da Igreja, certo é que a maioria das festividades a elas associados já são pouco ou nada religiosas, mas antes motivos para farra, diversão e comes-e-bebes. O povo já não vai à missa nem a procissões mas para a festança marca presença em peso.

A lembrar este trio popular, fica aqui um nosso rabisco.

2/24/2022

Um homem chamado Felizardo - Série de televisão




Ainda nos seus primordios como estação e canal de televisão, a nossa RTP exibiu entre 5 de Janeiro e 2 de Fevereiro de 1963 o tele-folhetim, no que hoje se designaria de série, "Um homem chamado Felizardo". Foram 5 episódios realizados por Herlânder Peyroteo, com autoria de Armando Vieira Pinto e interpretado por Luís Cerqueira, Susana Prado, Fernando Muralha, Rodolfo Neves, Ema Paul, Grece de Castro, Tomás de Macedo, Vítor Tavares, Patrício Álvares.

Com a inevitável imagem a preto-e-branco e de baixa qualidade, a série baseava-se, num registo de comédia, nas dificuldades e peripécias dum homem de família, à procura de emprego há mais de quatro anos. 

Como se disse, a série reporta-se a 1963 mas 60 anos passados ainda há muito de actual na dificuldade de obtenção de emprego, umas vezes por problemas estruturais e de conjuntura econóima, outras porque na realidade não se quer trabalhar mas antes viver de expedientes incluindo os da dependência dos apoios do Estado. De resto, emprego já é raro. Quando muito, trabalho ocasional e a termo certo.

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