Nota prévia: Este artigo tem um objectivo meramente documental, exibindo o grafismo de carteiras e maços de marcas de tabaco de outros tempos. Não tem pois, qualquer objectivo de promoção do tabaco e do seu consumo.
Não fumamos nem recomendamos que se fume. O consumo de tabaco está associado a doenças graves por demais conhecidas pelo que o seu consumo deve ser evitado.
O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumadores. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o hábito de fumar.O hábito de fumar (tabagismo) - acto voluntário de inalar o fumo da queima do tabaco - independentemente da qualidade, quantidade ou frequência, constitui a causa mais importante de mortalidade evitável nos países desenvolvidos.O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia.Na Europa, o fumo do tabaco é responsável por um milhão e 200 mil mortes anuais, prevendo-se que, em 2020, este número ascenda a dois milhões.O fumo é responsável por 30% das mortes por cancro;
90% das mortes por cancro no pulmão;
97% do cancro da laringe;
25% das mortes por doença do coração;
85% das mortes por bronquite e enfisema;
25% das mortes por derrame cerebral e por
50% dos casos de cancro de pele
Fonte: Link
Todavia, bem sabemos que nem sempre foi assim e durante décadas a fio o acto de fumar era encorajado e associado a uma imagem de modernidade e sofisticação e a publicidade ocupava espaço e antena em todos os meios de comunicação; jornais, revistas, rádio e televisão. Homem ou mulher que pretendesse ser moderno, tinha que fumar.
Acresce que, para além de todas as medidas que têm sido tomadas de forma penalizante para os fumadores, como a restrição de fumar em locais públicos, bem como o próprio preço do tabaco, ainda continua a ser motivo de uma forte hipocrisia pelos diferentes países e governos já que defendem e aplicam as tais medidas politicamente correctas mas na realidade continuam a beneficiar com as altas receitas dos impostas dessa indústria e comércio.
