9/08/2009
Refrescos Tang – Refrescos Royal
9/07/2009
Os famosos do futebol português – 75/76 – Universal – Caderneta de cromos de caramelos
Hoje trago à memória a caderneta de cromos de caramelos OS FAMOSOS DO FUTEBOL PORTUGUÊS, uma edição da Universal, correspondente à época de 75/76. Esta caderneta parece ter sido a última edição da Universal e representou também o fim de um estilo tão característico que foi o dos cromos de caramelos, que dominou o mercado especialmente na década de 40 a 60.
Existem, é certo, várias cadernetas de cromos de caramelos ainda editadas nos anos 70, incluindo esta, mas o conceito já estava em decadência ou em abrandamento, com os cromos em envelopes surpresa a ganharem a preferência dos coleccionadores. Por isso, entre estes, considera-se que a primeira metade da década de 70 como o período de transição entre os dois conceitos de edição e venda de cromos.
Por este motivo, os cromos de caramelos, de modo especial da temática de futebol, são hoje em dia objectos queridos pelos coleccionadores, sendo muito raros e bastante valorizados. Uma caderneta pode atingir valores entre os 250 e 500 euros, ou mais e os cromos vendidos individualmente ou em pequenos lotes podem valer de 1 a 5 euros por unidade, dependendo da raridade e do estado de conservação.
Quanto a esta caderneta da Universal, reporta-se, como se disse, à época 75/76 do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Divisão. Apesar de ser considerada a derradeira edição desta profícua casa editora, manteve-se o clássico esquema de apresentação, ou seja, uma equipa por página, com o nome do clube na parte superior, 11 jogadores por equipa e o cromo adicional, correspondente ao emblema, neste caso, o último cromo de cada equipa. O cromo do emblema em várias colecções também ocorria habitualmente como o primeiro cromo de cada equipa ou até estampado na própria caderneta.
O formato da caderneta também é o habitual, sensivelmente o tamanho A4.
Os cromos apresentam um cenário vistoso, com um fundo amarelo e uma baliza por detrás do jogador. Este, como era a regra predominante está representado em pose de corpo inteiro. O nome do clube surge na parte superior, o número do cromo num círculo verde, ao lado da zona dos joelhos dos jogadores e o nome destes ao fundo. Nas laterais surgem barras floreadas. Simples mas vistoso no conjunto, uma das características dos cromos de caramelos.
A capa tem um grafismo simples mas interessante, com uma cena de acção num jogo de futebol entre o Benfica e um clube que veste de branco, que na época poderia ser o Farense ou o V. de Guimarães. Na jogada surge o inconfundível Eusébio e em primeiro plano, a cabecear, parece-nos ser Vitor Baptista ou até Vitor Martins. Será?
As equipas representadas: Benfica, Sporting, F.C. Porto, Boavista, V. Guimarães, Belenenses, Leixões, G.D. da CUF, Farense, V. Setúbal, Atlético, U. de Tomar, Académica, S.C. Braga, Estoril-Praia e Beira-Mar.
Nessa época de 75/76 (como de resto aconteceu na época anterior e na seguinte) o campeão foi o Benfica, com 50 pontos, seguido do surpreendente Boavista, de José Maria Pedroto (que em 77/78 obteria o título ao serviço do F.C. do Porto), com 48 pontos e nas posições seguintes, o Belenenses, o Porto e o Sporting, com 40, 39 e 38 pontos, respectivamente. Nessa época desceriam à Segunda Divisão o Farense, G.D. da CUF e U. de Tomar.
Para os lugares vagos, subiriam na época seguinte o Montijo, Portimonense e Varzim.
Esta época para mim ficou marcada sobretudo pelo excelente campeonato do Boavista, que esteve às portas de ser campeão e ainda pela queda dos históricos G.D da CUF e U. de Tomar, que não mais regressariam ao escalão maior do nosso futebol, entrando num declínio nada condizente com os respectivos historiais.
9/06/2009
Pequenos livros - Temas em 25 000 palavras - Agência Portuguesa de Revistas
9/04/2009
MINI POP – My Holyday Girl – Menina de Luto
No início dos anos 70, o conjunto MINI POP obteve um relativo êxito no nosso panorama musical, principalmente junto das crianças e adolescentes.
Esta banda, que surgiu em 1969 na cidade do Porto, era formada por quatro crianças, com idades entre os 8 e 12 anos, os irmãos Mário, Eugénio e Pedro Barreiros, filhos de Mário Barreiros que era o manager do grupo e ainda Abílio Queiróz. Estas crianças que foram crescendo, tornando-se adolescentes, seguiam a linha da moda musical de então, exibindo roupas extravagantes e cabelos compridos à ”Beatles”. Cantavam em português e em inglês.
O primeiro êxito do grupo foi uma versão da conhecida musica popular “Era uma casa muito engraçada”.
Os MINI POP tornaram-se mais populares depois da sua participação no Festival RTP da Canção, onde interpretaram a canção "Menina de Luto" com a qual obtiveram um sétimo lugar. Contudo, já antes, em 1971, participaram no Festival de Vilar de Mouros.
Durante a sua carreira, para além de um grande número de espectáculos, o grupo gravou perto de uma dezena de singles, dos quais destaco o "My Holiday Girl", com composições do conhecido Paulo de Carvalho.
Como curiosidade final, o grupo, depois de uma tentativa de internacionalização, com o nome de TANGA, nomeadamente em Espanha, depois de 12 anos de percurso, terminou já na década de 80 dando lugar à conhecida banda "JÁFUMEGA", a que se juntaram aos irmãos Barreiros outros elementos como o vocalista Luis Portugal. Os JÁFUMEGA surgiram no chamado movimento do rock português, sensivelmente na mesma altura de Rui Veloso, UHF, Trabalhadores do Comércio, GNR, entre muitos outros.
9/03/2009
Notas portuguesas antigas
Todos sabemos do conjunto de dificuldades de adaptação ao novo dinheiro, bem como a curiosidade que na altura despertou. A curiosidade passou, é certo, mas as dificuldades, principalmente de conversão, ainda fazem parte do dia-a-dia de muitas pessoas, de modo especial dos idosos. Actualmente, de um modo geral, já estamos mais ou menos familiarizados com o sistema, mas de facto foi uma etapa marcante para todos os portugueses e obviamente para a população dos Estados que aderiram ao sistema.
9/01/2009
Vestuário - roupas dos anos 60 - 12
8/30/2009
Espelhos meus - Repost
Hoje em dia, quanto aos homens, estão na moda os cabelos desalinhados, eriçados, amassados, engasgados e tudo o mais que signifique despreocupação quanto ao look. Houve, porém, um tempo em que um macho que se prezasse, gostava de exibir uma cabeleira devidamente penteada, pelo que, tal como as senhoras, era frequente trazerem consigo um pequeno espelho de bolso o qual era utilizado em qualquer ocasião, com maior ou menor formalismo.
Actualmente quase toda a gente anda de automóvel e beneficia do seu conforto, mas noutros tempos o uso da bicicleta, da moto e da motorizada, era a regra e como tal era necessário dar uma arranjadela aos cabelos desalinhados pelo vento e até pelo uso do incómodo capacete.
Ora um dos modelos desses espelhos de bolso, era produzido em Espinho pela fábrica Luso - Celuloide, fundada em 1944 pelos irmãos Artur Henriques e Afonso Henriques, inicialmente dedicada a bijuteria e quinquilharias e posteriormente alargada aos brinquedos. Um pouco mais tarde, já nos anos 50, o sócio Afonso Henriques separa-se e funda a também fábrica de brinquedos Hércules. O irmão Artur fica com a Luso mas esta, talvez por acordo, muda de nome, dando lugar à conhecida marca de brinquedos Osul (Luso lido ao contrário). Entre os brinquedos mais conhecidos e apreciados desta marca, bem como da Metosul, criada posteriormente nos anos 60 e que duraria até aos anos 80, destacam-se os modelos de camiões e automóveis, actualmente valiosos objectos de colecção e até de museu.
Os espelhos em questão, que creio serem dos anos 50, a ter em conta algumas equipas representadas, são circulares, com 58 mm de diâmetro. Numa face, o espelho; Na outra, eram representados alguns clubes de então, nomeadamente o SL Benfica, o Sporting e o FC do Porto com um grafismo que incluía o nome do clube, o emblema e um jogador devidamente equipado, como aliás se pode ver pela imagem acima.
Hoje estes espelhos são relativamente raros e muito procurados por coleccionadores, sendo que o principal interesse reside na particularidade do tema, o futebol.
Lua - Quarto Crescente de Agosto
Um mês depois, voltei a fotografar a Lua na sua fase de Quarto Crescente.
A principal diferença, relativamente às fotografias obtidas em finais de Julho, reside essencialmente no ângulo da zona iluminada o que pode ser verificado por comparação..
Por outro lado, obtive uma segunda fotografia com o uso de flash o que foi suficiente para lhe dar uma tonalidade mais laranja.
Totobola - Guia do apostador 1973/1974
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