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O cartaz publicitário é de Julho de 1979, mas a marca Maidenform, fundada em Bayonne – New Jersey – Estados Unidos, no distante ano de 1922 por Ida Rosenthal, Enid Bissett e William Rosenthal, continua, 90 anos depois, em plena forma e com uma história de sucesso associada a roupas interiores, cintas e e sutiãs (soutiens) que se caracterizam por destacar o peito das mulheres.
Ele há coisas que não mudam!
Em 16 de Abril de 1889 (passam hoje 123 anos), em Walworth - Londres - Inglaterra, nascia Charles Spencer Chaplin que veio a tornar-se na popular personagem do cinema mudo, Charlot.
Sobre esta figura, de tão sobejamente conhecida e de tanta informação disponível a seu respeito, pouco mais há a acrescentar à sua vida e à sua carreira de actor e realizador.
Recordar Charlot, para além da emeféride da sua data de nascimento, é recuar ao nosso tempo de criança e ao deslumbramento sentido por cada vez (e foram muitas) que aquela figura franzina e elástica, mesmo sem nada dizer, nos aparecia na televisão e nos fazia rir à gargalhada de princípio ao fim. É certo que sem o entusiasmo infantil de uma verdadeira aventura de capa e espada ou de uma cóboiada, com índios e ladrões, porque depois nas brincadeiras não dava para brincar ao Charlot, mas mesmo assim tornou-se numa figura marcante e mesmo intemporal, pelo que faz parte das memórias de infância de muitas gerações.
Desejamos a todos os habituais visitantes do Santa Nostalgia, uma Feliz Páscoa !
A ilustrar, um simples rabisco de nossa autoria.
(clicar para ampliar)
De novo a Primavera! Mesmo com as estações já muito descaracterizadas, devido às mudanças climáticas das últimas décadas, a verdade é que a sua chegada arrasta um simbolismo que não podemos esquecer, que é o do início de um novo ciclo de vida, sobretudo para o mundo vegetal e animal. Mesmo para nós, humanos, é tempo de sentir um novo repuxo na nossa energia e tudo nos parece mais alegre e colorido, mesmo que, na realidade, este país esteja mais cinzento do que nunca e o futuro tenha como cor a negrura.
Se a esperança é verde, então a Primavera anualmente traz-nos sempre essa promessa de renovação, mesmo que, com a falta de chuva, esse verde seja menos viçoso, mais ruço e pálido.
A Primavera é a raínha das flores,
Todas tão lindas e nenhumas iguais.
A Primavera vai e volta sempre,
A mocidade vai e não volta mais.
A ilustrar, acima, uma página do meu livro de leitura da segunda classe.
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Hoje veio-me à memória o José Freixo, o ventríloquo, e o seu pato Donaltim.
Por nenhum motivo ou data especiais, mas apenas por calhar.
Desde a sua participação no programa de Fátima Lopes, da SIC, onde aparecia com regularidade, esta clássica dupla do entretenimento perdeu lugar no espaço que o tornou popular, ou seja a televisão.
Da presença no programa da SIC, no princípio de 2009 parece ter sido dispensado dessa colaboração de forma menos clara ou desejada, isto a ter em conta uma capa do então jornal "24 Horas" (já extinto), em que anunciava que "Donaltim Processa Fátima".
Procurando pela Web, as referências a José Freixo e ao seu inseparável pato Donaltim, existindo, não são as mais adequadas a esboçar alguns apontamentos biográficos e de carreira, que certamente deve andar à volta dos 50 anos.
Seja como for, quase toda a malta da minha geração recorda esta dupla que já pelos anos 70, na RTP a preto-e-branco, em programas, natais dos hospitais e outros que tais, aparecia com frequência a entreter plateias. Nessa altura o pato era o Donald sendo posteriormente, pelo vistos, substituído pelo Donaltim.
Pelo que se conseguiu apurar da pesquisa pela Web, José Freixo vai participando com regularidade em espectáculos diversos nomeadamente de cariz de solidariedade e promovidos por associações e colectividades.
É verdade que, parece-me, que este tipo de entretenimento (ventríloquos manejando bonecos) já teve melhores dias, mas nem por isso a dupla José Freixo e o seu pato, Donald ou Donaltim, deixam de fazer parte do imaginário ligado à velhina RTP e por conseguinte da nossa memória colectiva.
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