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Contigências do tempo

equipas do passado santa nostalgia

Para quem desde cedo começou a acompanhar o panorama futebolístico dos anos 60 e 70, e por aí fora, habituou-se a conviver com os nomes dos intervenientes: Os treinadores, os jogadores mas sobretudo as equipas. Deste modo, para além dos principais clubes, desde logo com os incontornáveis 3 grandes (Benfica, Sporting e FC do Porto), todos os habituais participantes no Campeonato Nacional.

 
Hoje, decorridos,trinta e muitos anos, não podemos deixar de trazer à memória alguns clubes que então passaram pela 1ª Divisão, e eram presença mais ou menos assídua no campeonato da 2ª Divisão, mas que actualmente andam perdidos pela remota 3ª Divisão ou até nas divisões distritais. Outros, porém, fizeram uma autêntica descida aos infernos e acabaram por se extinguir, se não como clube, pelo menos como equipa de futebol sénior.


Assim, sem qualquer ordem cronológica ou de outra natureza, recordo: SC Farense, Sport Comércio e Salgueiros, Campomaiorense, U. de Tomar, GD CUF, FC Tirsense, FC Barreirense, União de Coimbra, AD Sanjoanense, Académico de Viseu, Oriental de Lisboa, Lusitano de Évora, CD Montijo, Atlético CP, Torreense, Ginásio de Alcobaça, Sp. Espinho, O Elvas, Sp. Covilhã, FC Famalicão e, obviamente, muitos outros.


Esta é uma prova real de que mudam os tempos e mudam as vontades, mas também as realidades. É, em suma, a grande prova do tempo sobre a efemeridade das coisas, das pessoas e dos lugares.
Confrontados com a fatalidade das contigências do tempo, ficam, pelo menos, as memórias e a nostalgia.

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