6/04/2009

Genérico de abertura da RTP – Marcha “Derby Day”


Uma das mais fortes memórias ligadas à RTP, principalmente dos anos 60 e 70, era a música de abertura das suas emissões diárias. Esse genérico era uma espécie de chave de entrada para o mundo maravilhoso da televisão e de modo especial dos nossos programas preferidos dessa época. Os desenhos animados e os filmes infanto-juvenis eram, obviamente, os mais desejados.
Numa altura em que a RTP abria a emissão apenas a seguir ao almoço, recordo-me de esperar ansioso a olhar para a mira técnica ansiando ouvir a música mágica porque com ela abria-se a "janela".
Quanto à música, trata-se da primeira parte de uma marcha militar de autoria de um compositor canadiano, Robert Farnon - 24 de Julho de 1917/22 de Abril de 2005-, intitulada no original "Derby Day". 
 
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televisao santa nostalgia



6/02/2009

A sentença de Salomão – Viagens pelos livros escolares - 9


De novo uma viagem ao livro de leitura da terceira classe. Desta vez recordamos uma das muitas lições que se tornaram parte das memórias de todos quantos aprenderam por esse livro. Trata-se da lição “A sentença de Salomão”.
A história narrada é por demais conhecida e pretende demonstrar o verdadeiro amor de mãe, que prefere perder o filho para outra, que falsamente o reclama, a ver executada a sentenção de morte.
Numa altura em que algumas situações mediáticas (casos de Esmeralda, a menina de Torres Novas e recentemente o de Alexandra, a menina russa) têm trazido à discussão os direitos de paternidade/maternidade, biológica em contra-ponto à afectiva, esta lição não deixa de ser propícia a algumas reflexões.
Sem querer fazer juízos de valor, porque é assunto demasiado complexo, o caso recente da menina russa, cujo juiz do caso determinou a sua entrega à mãe biológia e por conseguinte o seu envio para a Rússia, a par de posteriores imagens que divulgam uma relação pouco afectiva entre a verdadeira mãe e a sua filha, já no novo lar, relança a discussão para novos patamares. Este poderá ter sido mais um caso onde aparentemente a lógica fria da justiça se sobrepõe à razão da emoção das verdadeiras afectividades.
Infelizmente, com a desagregação da família e uma sexualidade irresponsável, vivida cada vez mais ao sabor dos momentos, com o aborto como rede de trapezista, sobram as crianças que muitas vezes caem nesta disputa de direitos, emoções e razões. Cada vez mais, somos uma sociedade de órfãos e mães solteiras. Quando se pensava que este era um flagelo ou produto da suposta miséria vigente no nosso país antes do 25 de Abril de 1974, a verdade é que tem aumentado consecutivamente  porque a miséria deixou de ser física mas passou a ser moral e comportamental. 
Infelizmente, as coisas não estão para melhorar. Talvez, quem sabe, com algumas sentenças salomónicas…

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5/30/2009

Maio - Mês das cerejas

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Em Portugal, Maio é considerado o mês das cerejas. É claro que mesmo Junho é ainda abundante, mas por tradição creio que o mês das flores merece essa distinção.
As cerejas das fotos foram colhidas na cerejeira que mora no meu quintal, sendo que a maior parte está, inapelavelmente, destinada aos pássaros que por estes dias pousam abundantes e gulosos na cerejeira: Melros, pardais, rolas, poupas, gaios, pegas, piscos, verdelhões e outros mais. A passarada adora cerejas e com um manjar destes fazem autênticos festins (à minha custa, é certo, mas sobretudo da Natureza).

As cerejas fazem-me transportar aos meus tempos de criança e adolescente e às enormes e frondosas cerejeiras que existiam na quinta dos meus avôs paternos. Por esta altura do ano, eu os meus irmãos e primos, frequente e destemidamente, trepávamos até ao alto, baloiçando nos ramos, colhendo e comendo. Eram autênticas barrigadas de cerejas, nas quentes tardes de Maio e Junho. Enfeitávamos as orelhas com os famosos "brincos de cerejas".

As cerejas de tão doces que eram, provocavam muita sede, mas aí era um castigo porque sempre ouvimos dizer que as cerejas não querem acompanhamento com água, mas bom vinho. Os meus pais, para meterem medo, contavam histórias de gente gulosa que morria de congestão de cerejas bem regadas com água. Por isso, "como quem tem cú tem medo", era um aguentar, com a fonte de água ali à beira, sempre fresca a caír num grande tanque que existia debaixo de uma latada de vinho americano.

Em Portugal, são famosas as regiões produtoras de Trás-os-Montes, como Alfândega da Fé e Douro Sul, como Resende, Penajóia e outras mais e ainda o Fundão, na Cova da Beira. Apesar disso, as cerejeiras adaptam-se relativamente bem em qualquer zona, desde que em locais abrigados e solarengos. Na minha região, Beira Litoral, entre o mar e a serra, recordo-me que quando era criança as cerejeiras eram muito vulgares. Hoje em dia, já não é bem assim, pelo que são menos abundantes, até porque é uma árvore que deixada crescer livremente atinge um elevado porte. A do meu quintal deve ter seguramente uns 8 a 10 metros, e ainda é relativamente jovem. Não é, pois, árvore para qualquer bocado de terra nem jardim.
Como acontece em muitas zonas do país, também por aqui realizam-se várias festas ou romarias locais caracterizadas pela venda da cereja pelo que é uma delícia ver várias bancas repletas de vistosas e suculentas cerejas. Por outro lado, algumas estradas estão pejas de vendedores de cerejas que descem da região de Resende e Lamego.

5/29/2009

Erva de S. Roberto – Serafim, torce, torce!

 A Erva de S. Roberto é uma planta relativamente vulgar e que cresce espontaneamente por todo o país, de modo especial em campos, cômoros, muros de pedra e bermas de caminhos. É caracterizada pelos seus caules vermelhos, pequenas flores lilás e um aroma acre, forte e pouco agradável.
Sendo bastante vulgar, é uma planta há muito conhecida pelas suas fantásticas propriedades medicinais, sendo indicada sobretudo para inflamações, problemas na boca, como aftas, úlceras, hemorragias, hemorróides, cálculo dos rins, nefrite, infecções ao nível dos olhos, gastrites e muitas outras. 

Esta erva é por conseguinte muito abundante na minha aldeia e desde há muitos anos que conheço as suas propriedades e indicações.
A Erva de S. Roberto, também conhecida por Bico-de-Cegonha (no Brasil) e Erva Roberta, entre outros nomes, estava sempre disponível na "farmácia da minha bisavó, profunda conhecedora de tudo quanto era erva medicinal. Colhia-a na fase madura, quando já tinha florido e as suas folhas e caules adquiriam uma cor avermelhada. Depois de seca em local sombrio, era utilizada em chã. 

Mais do que pelas características de erva medicinal, recordo esta planta sobretudo pelas suas sementes características em forma de espigão, ou até mesmo de espermatozóides gigantes. Quando maduras uma vez separadas cada uma das sementes do invólucro, os respectivos chicotes retorcem-se ao calor do sol. Por esse motivo, as crianças do meu tempo costumavam espetar na roupa esses espigões para os ver a retorcer, a encaracolar sobre si. Quando isto acontecia, dizíamos uma pequena lenga-lenga: Serafim torce, torce! Serafim torce, torce!.
É claro que ignoro a origem desta brincadeira, mas sei que era muito conhecida por todas as crianças do meu tempo.

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Heróis e factos da nossa História – Raínha Santa Isabel

 

Isabel, princesa do reino de Aragão, nascida em 1271 em Saragoça, filha mais velha de Pedro III, casou a 11 de Fevereiro de 1288, com apenas 17 anos, por procuração, em Barcelona, com o nosso rei D. Dinis, o Lavrador.
Isabel faleceu, em Estremoz, a 4 de Julho de 1336, depois de uma viúvez de 11 anos, já que D. Dinis faleceu em 1325, sucedendo-lhe no trono D.Afonso IV, cognominado de O Bravo. Está sepultada no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra.


Devido à sua vida de oração, piedade e dedicação pelos pobres e desvalidos do reino, bem como às suas intervenções de pacificação entre as diversas disputas entre D. Dinis e seu filho D. Afonso e entre este e D. Afonso XI de castela, Isabel grangeou no seio do povo e até da nobreza a fama de santa pelo que veio a ser  beatificada em 1516 pelo Papa Leão X e canonizada pelo Papa Urbano VIII, em 1625, quase um século depois.
À figura de Santa Isabel, ficou relecionado o célebre  "milagre das rosas", cuja história não há quem não conheça e que resume a tranformação milagrosa de pão em rosas, quando D.Dinis interpelou de surpresa a esposa e questionou o volume do seu regaço que suspeitava ser pão para os pobres.

Como não podia deixar de ser, pela sua popularidade, a figura da Raínha Santa Isabel sempre foi abordada nos antigos manuais escolares, tanto nos livros de leitura como nos de História.

Para além das páginas  de um livro de História, que abaixo publico, deixo também uma lição do livro de leitura da terceira classe que nos dá a conhecer uma das populares lendas relacionadas com a santidade da Raínha Santa Isabel.

 

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5/28/2009

Caderneta de cromos de caramelos – Caricaturas Desportivas – 40/41 – Confeitaria Universo

 

Trago hoje à memória a caderneta de cromos de caramelos intitulada "Caricaturas Desportivas Coloridas", uma edição da Confeitaria Universo.
Esta caderneta tenho-a referenciada como sendo da época futebolística de 1940/1941, mas consultando a relação das equipas participantes nessa época verifica-se que não existe uma coincidência entre esta e as equipas representadas na colecção, o que, de resto, era uma situação normal das colecções de cromos de caramelos da época e até de anos posteriores.

Efectivamente, na caderneta constam as seguintes 8 equipas: FC Porto, Benfica, Sporting, Belenenses, Académica de Coimbra, Carcavelinhos, Barreirense e Académico do Porto. Ora na relação das equipas participantes do campeonato dessa época, é coincidente o número de 8 participantes mas fazem parte as equipas do Boavista e do Unidos de Lisboa, que não constam na caderneta, no caso substituídas pelas do Carcavelinhos e  Académico do Porto. Desconhece-se, de todo, o critério subjacente a este facto.
Mesmo analisando as épocas próximas, anterior e posterior, verifica-se que também não existe concordância, até porque na época 39/40 participaram 10 equipas e na época 41/42 eram 12 as participantes. De todo o modo, tudo indica que a colecção se refira em concreto à época 39/40, com supressão das equipas do Leixões e Vitória de Setúbal. A referência à época 40/41 certamente que se refere a uma reedição.


Como já se referiu, a colecção era composta por 8 equipas, com 11 cromos (estampas) cada, perfazendo uma colecção com um total de 88 cromos.
Tal como o título da colecção indica, os jogadores eram representados não em fotografias mas em caricaturas, de autoria do consagrado José Pargana.  Por esse facto, a colecção era auto-considerada como "única no género", "interessante e original".
Verdade se diga, os cromos representados em caricaturas poderiam ser então novidade em Portugal mas já tinham antecedentes na variante de cartões/brinde de marcas de tabacos e de chocolates, principalmente em Inglaterra, como já referimos num anterior post.
Seja como for, os cromos em caricaturas sempre resultaram numa boa aceitação por parte dos coleccionadores, pelo a fórmula seria usada noutras épocas e por outras editoras.

Ainda quanto a esta caderneta, a mesma atribuía diversos brindes que saíam através de senhas surpresa que acompanhavam os cromos.

caricaturas desportivas coloridas capa

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5/27/2009

Vestuário - roupas dos anos 60 - 9

 Aqui ficam mais alguns modelos de roupa característicos da década de 60, especialmente destinados a crianças, neste caso, meninas.

vestuario anos 60 p91

vestuario anos 60 p92

5/26/2009

Vozes de animais – Viagens pelos livros escolares - 8

 

Do livro de leitura da terceira classe, recordamos a lição “Vozes de animais”. Esta lição é frequente em muitos livros de leitura do ensino primário, de diferentes décadas. Com ela aprendia-se a conhecer a designação das diferentes vozes dos animais mais conhecidos. Esta era sempre matéria que aparecia nas provas.

Hoje em dia, parece-me que esta lição está arrumada dos manuais escolares pelo que não me surpreende que uma criança de 10 anos ou uma criançola de 15 ou mais, ignore que a raposa regougue, que os corvos crocitem ou que grunhem os porcos. Poderão até saber que o cavalo relincha e que cacareja a galinha, mas já se nos afigura mais difícil quanto ao tigre, à ovelha ou ao pombo.

Actualmente este tipo de lições são consideradas conservadoras e até anacrónicas. Apregoa-se, positivamente, uma filosofia pelo respeito dos animais mas ignora-se uma fundamental parte cultural que lhes diz respeito. Esta situação nem surpreende: Uma parte substancial das nossas crianças cresce num considerando cultural de que os animais se resumem ao cão, ao gato, à tartaruga ou ao periquito que têm dentro do apartamento. O resto da arca-de-noé aprendem-no ao nível dos livros, da televisão e da internet. Por isso, o contacto in-loco com uma vaca, um porco, uma raposa, um coelho um perú ou uma pega, quando se visita o Jardim Zoológico ou uma Quinta Pedagógica, uma invenção moderna e adaptada a essa falha, resulta quase sempre numa espécie de encontro imediato de terceiro grau.

Com isto não significa, obviamente, que as crianças de agora são ignorantes porque não conhecem nem contactam desde cedo com uma vaca, uma galinha, um burro ou outros animais, de menor ou maior envergadura. Apenas pretende-se dizer que o afastamento das pessoas das zonas interiores e rurais, para concentrados populacionais das médias e grandes cidades, originou necessariamente várias gerações de pessoas com um reduzido contacto com as coisas da natureza, fauna e flora, com todas as consequências que se queiram considerar.

Numa era em que as crianças dispendem todo o seu tempo livre com as tecnologias, os Magalhães, a Internet, as consolas de vídeo-jogos, os telemóveis, os leitores de MP3 e televisão, etç, pode-se questionar qual a importância neste contexto do conhecimento e contacto mais estreito com os animais, domésticos ou selvagens; Muitos até argumentarão que a importância é nula e até bucólica, retrógada talvez, mas atentos a estudos sérios sobre a importância do contacto das crianças com os animais, como mecanismo do desenvolvimento das afectividades e emoções, não custa admitir que cada vez mais estamos a educar as nossas crianças num sentido demasiado impessoal, tecnológico, mecânico e menos relacional com a Natureza e os seus elementos, esquecendo-nos que, afinal, somos nós parte intrínseca dessa mesma Natureza. Depois, não nos podemos queixar já que “quem semeia ventos colhe tempestades”.

 

a voz dos animais 01

a voz dos animais 02

(clicar nas imagens para ampliar)

 

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5/25/2009

Allo! Allo!

 

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Há dias recordei aqui a série de TV "Os Anjos de Charlie", que passou na RTP no final dos anos 70, princípios de 80. Por uma feliz coincidência, a série em questão está a passar de novo na RTP Memória, diáriamente, por volta das 21:30 horas, logo a seguir à fantástica série "Allo!, Allo!", esta embora de exibição mais recente mas já uma nostalgia, que também está, ainda bem, a ser reposta.

"Allo!, Allo!" é uma característica sitcom británica, transmitida originalmente pela BBC entre 1984 e 1992, composta por 85 episódios distribuidos por 9 temporadas. Entre nós passou inicialmente sensivelmente pela mesma época, conhecendo posteriores repetições, nomeadamente na RTP2, aos sábados à noite, inserida numa rubrica dedicada ao humor británico.


A série reportava-se ao tempo da II Guerra Mundial, quando a França estava ocupada pelas tropas alemãs. O enredo decorria essencialmente num café típico de uma vila de província, Nouvion, pertencente a René Artois, a principal figura das histórias. O café era muito frequentado pelas tropas alemãs, pelos petiscos e pelas “meninas”. Os diversos episódios giravam muito em torno de umas obras de arte da vila, em que se incluía a pintura “The Fallen Madonna (with the big boobies)” de van Klomp, roubadas pelos alemães e escondidas ardilosamente como garantia de reforma, pelo comandante, o Coronel Von Strohm, no café de René e à guarda deste, ao arrepio das chefias superiores de Hitler, tendo estas delegado na Gestapo, na pessoa do seu agente Herr Flick e a soldado Helga, a missão de as encontrar e resgatar. Outra situação recorrente traduzia-se no esforço da Resistência, liderada pela agente Michelle, com a ajuda de René, em esconder e repatriar dois aviadores ingleses da RAF, gerando artimanhas hilariantes. Tudo isto num jogo de gato-e-rato entre as diversas personagens em que René, como se costuma dizer, procurava “jogar nos dois campos", esforçando-se por manter a simpatia dos alemães mas não esquecendo as suas obrigações patrióticas na libertação da França. Ora quando todas estas situações se interligavam proporcionavam momentos hilariantes.

O “pobre” René, entre todos as atribulações desse quotidiano, incluindo a de escapar às investidas do tenente Gruber, um militar alemão larilas,  tinha ainda tempo para umas escapadelas extra-conjugais, com as suas empregadas, escapando in-extremis às desconfianças da sua esposa Edith.

Cada episódio era uma obra sublime do famoso humor británico, pelo que rapidamente se tornou numa série de culto e que é revista com agrado em qualquer ocasião pelo que será sempre uma série intemporal.

Por todos estes bons argumentos, vale a pena rever a série na RTP Memória.

Casting: Intérpretes e personagens:

allo allo casting

 

 

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