4/13/2010

Santa Nostalgia em novo espaço

 

santa nostalgia novo header

O blog Santa Nostalgia vai seguir noutro espaço e num endereço ligeiramente diferente, embora continue na plataforma Blogger (recebemos sugestões para migrar para o Sapo, mas nada está decidido até porque não estamos a vislumbrar vantagens).

Pretende-se com isto um novo espaço com outro design. Pode nem ser a solução definitiva e a migração para um domínio próprio é uma coisa que estamos a considerar de modo a obter alguma autonomia e funcionalidades integradas. A exportação de todo o conteúdo do blog para o novo espaço é também uma possibilidade mas inevitavelmente, mesmo com trabalho pela frente, perder-se-ão algumas configurações e formatações pelo que até ver não vamos mexer.

Todavia, de modo a não dispersar os nossos habituais visitantes, até porque o blog já dispõe de mais de uma centena de habituais seguidores, este blog vai continuar por mais algum tempo, de forma paralela, embora com artigos autónomos em cada versão. O ritmo de publicação de artigos é que poderá baixar ao contrário do novo espaço onde se pretende implementar o ritmo mais ou menos habitual.

Por tudo isso, solicitamos aos nossos actuais seguidores o favor de irem subscrevendo o novo espaço de modo a estarem sempre actualizados com os nossos artigos.

Nova versão do Santa Nostalgia

4/12/2010

Sabonete LUX – Mylene Demongeot

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Na senda do nosso último artigo, aqui fica mais um belo cartaz publicitário de 1960, com outra estrela da qual se apregoava usar o sabonete LUX. Trata-se da francesa Mylene Demongeot.

4/10/2010

Sabonete LUX – Pier Angeli

 

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Mais um cartaz publicitário de Novembro de 1960, ao emblemático sabonete LUX o tal usado por 9 em cada 10 estrelas. Deste grupo de belezas, quase sempre ligadas ao espectáculo e cinema, fazia parte a bela Pier Angeli, actriz italiana. Quem dela se lembra?

 

- Outros tópicos relacionados:

9 de cada 10 estrelas usam Lux
Sabonete LUX - Cheirinho a mulher
Sabonete LUX - Ursula Andress
Sabonete LUX - Mulheres e glamour
Sabonete Lux - Susan Strasberg

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4/08/2010

Caderno escolar Scotch

 

caderno escolar scotch

Os cadernos escolares sempre foram companheiros ou auxiliares importantes no nosso percurso na escola primária. Havia cadernos adaptados aos diversos exercícios, desde os de linha estreita para a aprendizagem da caligrafia, os de linha larga, os quadriculados para as contas e exercícios de aritmética e os de folha lisa, sobretudo para os desenhos.


Paralelamente, os cadernos escolares sempre exerceram em mim uma certa magia, pois apesar do seu aspecto frágil, com as capas em papel fino, e de por princípio serem quase efémeros e assim terminarem o seu ciclo depois de preenchidos, as ilustrações da capa ou rosto, apesar de básicas e pouco elaboradas, sempre despertaram um carinho que fazia com que os guardasse por muito tempo. É claro que a maior parte deles acabou por ter sumiço, mas muitos deles sobrevivem nas minhas memórias e sempre que posso adquiro exemplares bem conservados que vão aparecendo em feiras de velharias e alfarrabistas, sobretudo os iguais aos que me passaram pelas mãos.

Neste contexto, hoje trago à memória um caderno escolar deveras característico, e que sendo já dos finais dos anos 70, e mesmo dos anos 80, foi companhia de muitas crianças da escola primária a até do ciclo preparatório, pelo que estou certo que muitos o recordam com facilidade. Trata-se do caderno com capa com estampa de tecido escocês, o popular padrão scotch.

Pelas suas características, com uma capa relativamente dura e de aspecto robusto, com um rótulo em branco para anotação do nome, da disciplina ou do assunto, este caderno teve uma utilização muito mais ampla pelo que foi bastante utilizado fora do contexto escolar e era presença frequente em casa, como elemento de diversos registos caseiros e apontamentos vários. A minha mãe com frequência apontava neles receitas de bolos ou doces e o meu pai, reconhecido avaliador de pinhal, fazia neles as contas das suas medições ou cálculos.


Quem não se lembra deste emblemático caderno escolar Scotch?

 

Artigos relacionados:

Caderno escolar - João de Deus
Cadernos escolares - A família Pituxa
cadernos escolares – Castelos
Dia Nacional dos Castelos

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4/04/2010

Dia de Páscoa

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(clicar na imagem para ampliar)
De um antigo livro escolar, fica aqui uma lição muito a propósito do dia de hoje.
É verdade que já nada é como dantes, mas o compasso pascal ainda sobrevive como uma forte tradição das comunidades cristãs de muitas aldeias portuguesas e a leitura acima descreve na perfeição a vivência dessa realidade.
A celebração da Ressurreição de Jesus é anunciada de casa em casa, em ambiente festivo, sendo simultaneamente um acto de abertura à comunidade, de partilha da mesma alegria.

4/02/2010

3/31/2010

Efeméride de 31 de Março– Benfica campeão de futebol em 56/57

 

Faz hoje anos, em 31 de Março de 1957, disputava-se a última jornada do Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão, com o S.L. Benfica a vencer a Académica de Coimbra por 2-0, sagrando-se campeão com 41 pontos. Ocuparam os lugares imediatos o F.C. do Porto, C.F. Belenenses, Sporting e Lusitano de Évora, com 40, 33, 31 e 30 pontos, respectivamente. Atlético C.P. e Sp. Covilhã ocupando os últimos dois lugares desceriam de Divisão.


A ilustrar esta efeméride, a equipa do Benfica dessa época, numa caderneta de cromos de caramelos da F.C. Esteves, "Os Astros do Futebol". Na aquipa encarnada pontuavam brilhantes jogadores como Carlos Pereira, Ângelo, Jacinto, Caiado, Artur, Alfredo, Palmeiro, Coluna, Águas, Salvador e Cavém.

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3/26/2010

Verão Azul – Verano Azul

 

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A RTP Memória está a passar a série "Verão Azul", realizada por Antonio Mercero e produzida pela televisão espanhola, TVE, entre 1979 e 1980. Em Portugal a série passou logo depois (início em Julho de 1983) e tal como no país vizinho foi um caso série de popularidade, cativando públicos de todas as idades, o que de resto se estendeu em muitos países onde foi exibida, nomeadamente na américa latina.


A série é composta por 19 episódios de cerca de 50 minutos cada, que descrevem histórias vividas por um grupo de amigos, crianças e adolescentes a passarem féries de Verão na localidade de Nerja - Málaga. Ao grupo composto por cinco rapazes (Tito, Piranha, Pancho, Javi e Quique) e duas raparigas (Beatriz e Desi), juntavam-se o velho marinheiro local Chanquete e Júlia, a pintora.


A série relatava histórias ligeiras de brincadeiras e humor, próprias das idades dos intervenientes, num contexto de férias de Verão numa localidade à beira-mar, mas abordando temas importantes para os adolescentes, como o namoro, a sexualidade, o casamento, as diferenças, as drogas, o álcool e tabaco, mas também o ambiente ou ecologia.


Desde as peripécias e humor constantes, derivado do perfil dos intervenientes mais novos, o Tito, irmão de Beatriz e o seu inseparavél amigo, o Piranha, gordito e sempre com um apetite voraz, o grupo encontrava os devidos pontos de equilíbrio no seu relacionamento com os experientes Chanquete e Júlia, adultos, que eram assim uma espécie de guias,  conselheiros e tutores. Por conseguinte, em contraponto, os pais das crianças tinham na série um papel secundário, quase despercebido na maior parte dos episódios.


Pessoalmente, já a entrar na maioridade, eu também gostei de acompanhar a série e fazia por não perder um episódio. Para além de toda a carga didáctica com os temas desenvolvidos, gostava sobretudo do ambiente e contexto de Verão, de férias, de praia, sempre tão apetecíveis. 

Outro aspecto inconfundível da série, o genérico de abertura e a música, que então entrou no ouvido e de lá nunca mais saíu. Basta trautear meia dúzia de notas para ser reconhecer.

Por tudo isso, a série "Verão Azul" ou “Verano Azul”, pouco importa, tornou-se um ícone dos anos 80 para toda uma geração de crianças e adolescentes e que agora, na RTP Memória sabe bem recordar, não sem uma forte nostalgia de tempos passados e que já não voltam.

 

No vídeo abaixo,  veja os actores de Verão Azul na actualidade.

Também pode saber um pouco mais sobre a sua actual situação e os seus percursos de vida. Aqui.

Veja ainda: http://www.veranoazul.org/

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3/24/2010

Júlio Verne – O construtor de sonhos















Passam hoje 95 anos após a morte de Jules Verne, célebre escritor francês, nascido em 8 de Fevereiro de 1828 e falecido a 24 de Março de 1905 (então com 77 anos).
É uma figura universal, relativamente bem conhecida, que se popularizou e eternizou com fabulosas obras recheadas de aventura e imaginação bem como uma visão técnica e científica, futurista até, muito à frente dos conhecimentos do seu tempo.

Quem já não se deliciou com obras como "Cinco semanas em balão", a sua primeira história, "Aventuras do capitão Hatteras", "Viagem ao centro da terra", "Vinte mil léguas submarinas", "A volta ao mundo em oitenta dias", "A ilha misteriosa", "Miguel Strogoff", "As atribulações de um chinês na China" (que ando a ler), ou "Dois anos de férias" ?

Pessoalmente, é verdade que ainda não li tudo deste profícuo autor, mas já li bastantes coisas, as suficientes para ficar fascinado com os seus enredos, os detalhes narrativos e o ambiente de aventura e descoberta, sempre a par da ciência.
Os seus livros, as suas novelas foram uma fonte ideal para matar a sede da imaginação infanto-juvenil. Mesmo na actualidade, com modas literárias centradas em temas gótico-místicos, vampirismo e mundos fantásticos, de qualidade discutível, creio que os livros de Verne, Júlio ou Jules, sendo intemporais, têm ainda os ingredientes necessários a uma boa leitura, a prender o interesse da primeira à última página.
Fica aqui o registo da data.

Artigo anteriormente publicado sobre uma das suas mais conhecidas obras:
Dois anos de férias - A Ilha Chairman
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3/22/2010

Primavera – Um turbilhão de vida e cor.

 

Finalmente chegou a tão esperada Primavera, a bela estação do ano. As plantas, as flores, os pássaros e os insectos... Um turbilhão de vida, de som e cor, que desperta, que irrompe de um sono profundo, de um torpe adormecimento no longo Inverno.
Por tudo isso, a Primavera é sempre uma das estações do ano mais esperadas, mais desejadas.

Ontem, num dia em que percorri a zona das amendoeiras em flor (com paragens em Celorico da Beira, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo, Vila Flôr, Mirandela e Amarante) a Primavera teve um nascimento à altura porque o dia esteve quente e brilhante.


Do meu livro de leitura da segunda classe, depois da correspondente ao Outono e Inverno, deixo aqui a característica página anunciava a estação, num pronúncio viçoso de vida, luz e cor.

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(clicar nas imagens para ampliar)

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