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5/29/2010
5/28/2010
Duo Tony Lemos
Hoje trazemos uma capa de cassete editada em 1985, então com a pequenita Marlene Filipa com apenas 7 anitos e o irmão com 12 anos, interpretando canções como “As nossas brincadeiras”, “O Sineiro”, “O meu amigo balão”, “Ai, ai, avozinha”, “Meu querido, meu velho, meu amigo”, “Vou levar-te comigo” e “Os meninos de Huambo”.
Abaixo, algumas fotos de um recente – Agosto 2009 - espectáculo da banda “Santamaria”, com a Filipa, que esqueceu a Marlene, já uma mulheraça e peras. O tempo faz-nos destas coisas.
Actualização: 20/10/2020 - Tony Lemos, com 48 anos, decorrente de problemas depressivos terá posto termo à vida, sendo encontrado morto na sua casa em Barcelos na última terça-feira, 13 de Outubro. Paz à sua alma. Para além da dor e da perda para familiares e amigos, ficam as suas memórias e a música que compôs e produziu. Paz à sua alma.
5/27/2010
ALF – Uma coisa do outro mundo
Está a passar na RTP Memória, a série de televisão ALF - Uma coisa do outro mundo, que passou originalmente na RTP no final dos anos 80.
Esta série de origem norte-americana, foi exibida pela primeira vez em 1986, pela NBC, cujos 102 episódios, de cerca de 25 minutos duraram até 1990.
A série obteve bastante êxito, mesmo entre nós, e pretendia parodiar um filme que fora êxito uns anos antes (1982), o E.T., de Steven Spilberg.
Gordon Shumway, ou ALF, a figura central da série, um extra-terrestre, ou alienígena, proveniente do planeta Melmac, seu suposto último sobrevivente depois de este se ter destruído. Em fuga pelo espaço, acaba por captar e seguir um sinal de rádio e dirige-se para a Terra. Ao entrar na tmosfera a sua nave fica danificada e acaba por aterrar de emergência na garagem da família Tanner, que depois de o esconder do Exército que procuravam o rasto da nave, decidem adoptá-lo e assim integra-se no dia-a-dia dessa típica família norte-americana e à volta dela surgem os diferentes pretextos e enredos das diversas histórias.
ALF resume-se a um boneco simpático, de aspecto exôtico, de baixa estatura, ruivo, muito peludo, com focinho comprido e um apetite voraz por gatos e com outros gostos e modos esquisitos que constantemente chocam com os convencionalismos da sua família adoptiva, mas simultaneamente muito estimado por esta, pelo que tudo se lhe desculpa e perdoa.
Pessoalmente tenho fortes memórias desta série mas, verdade se diga, nunca me entusiasmou sobremaneira. À distância de um pouco mais do que 20 anos, ao assitir a alguns episódios agora repostos, mantive a mesma impressão. Apesar disso, reconheço que a série na altura e no contexto tinha atributos para ser popular e por isso era um bom entretenimento.
+ Sobre a série:
5/26/2010
Santa Nostalgia no Facebook
O Santa Nostalgia abriu há tempos conta na popular rede social Facebbok. Quem quiser assim juntar-se e partilhar ideias, conversas, memórias e nostalgias, já sabe…
[ Link ]
5/22/2010
Filuminismo – Carteiras de fósforos com desportistas - 2
Num anterior artigo [link] falámos aqui de uma fantástica colecção de carteiras de fósforos, editada nos anos 60 pela Sociedade Nacional de Fósforos - Lisboa, composta por 90 carteiras, com ilustrações de José Pargana, retratando alguns dos nomes mais sonantes do desporto portuiguês de então, nomeadamente nas modalidades de futebol, hóquei em patins, ciclismo e atletismo.
Hoje damos à estampa mais alguns exemplares.
[clicar nas imagens para ampliar]
5/16/2010
Sebenta
Já temos aqui falado dos cadernos escolares, esses auxiliares da nossa aprendizagem na escola primária, mas certamente voltaremos ao assunto.
Para além de tudo, jamais esquecerei a brincadeira à volta da sebenta, desde logo os diversos jogos de palavras à volta do nome. Por exemplo: Se És Bom Estudante Não Tires Apontamentos. Veja-se que as iniciais usadas correspondem a SEBENTA. Outra, menos conhecida: Se És Bonita E Namoras Tens Amor. Outra ainda: Se És Burro Estudante Não Terás Amanhã. Esta última dizia-nos a professora.
caderno escolar – Pêbêcê – Anos 40
Caderno escolar Scotch
Caderno escolar - João de Deus
Cadernos escolares - A família Pituxa
cadernos escolares – Castelos
Dia Nacional dos Castelos
5/12/2010
TV Gente – Fernando Pessa
Passaram já alguns dias (29 de Abril) sobre o aniversário do falecimento de Fernando Pessa, essa carismática e popular figura do jornalismo, da rádio e da televisão, que nos deixou em 2002, poucos dias depois de completar a emblemática idade de 100 anos, fazendo dele o decano de todos os jornalistas portugueses.
A propósito desta conhecida e acarinhada figura, deixamos aqui um cromo publicado na revista Tele Semana, no início dos anos 70, integrado na rubrica TV Gente, sobre a qual já aqui falámos.
5/11/2010
História da Fátima contada aos pequeninos
Este livro não tem data impressa mas tudo leva a crer que seja dos anos 50.
Laura Costa captou como ninguém a beleza característica do vestuário tradicional português do fim do séc. XIX e princípios do séc. XX pelo que as suas ilustrações estão recheadas de pormenores e apontamentos repletos de um bucolismo que eternece. O seu estilo é inconfundível. Dentro da mesma linha, são famosos os seus postais de Natal e a série de vestuário que ilustrou também para uma colecção de postais (de que falaremos noutra altura) emitidos pela conhecida marca de S. João da Madeira, a Oliva.
5/09/2010
Flor de laranjeira
(clicar para ampliar)
Hoje colhi estas duas fotos no meu pomar e por elas saltaram-me algumas memórias relacionadas com a flor de laranjeira. Noutros tempos, eram presença quase obrigatória nos ramos e cabelos das noivas que casassem na época da floração, que por cá ocorre entre Abril e Maio.
A flor de laranjeira sempre teve na cultura popular um simbolismo de pureza e simplicidade. Sendo tão brancas e tão delicadas, são imensamente perfumadas e ao redor das árvores, em dia de sol, o seu doce perfume é inebriante.
É verdade que os tempos mudaram e as noivas hoje em dia preferem outras flores, mais vistosas, mais comerciais, mais exôticas. Mas por outro lado, diga-se com alguma ironia, a simplicidade e a pureza (no sentido de virgindade) há muito que deixaram de ser atributos da maior parte das noivas. Mudam-se os tempos….
Para além do simbolismo, beleza e perfume, as flores de laranjeira têm diversas aplicações, desde perfumes, culinária, xaropes, licores e chã, sendo este recomendado sobretudo como calmante ou para combatar as insónias (pessoalmente uso com êxito misturando folhas de passiflora). Tem ainda propriedades como adstringente, sendo anti-séptica, amaciante, emoliente, hidratante, anti-acne, e recomendada para peles oleosas.
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5/02/2010
Livrinho da Tabuada - PBC
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