6/26/2008

Os Estrumpfes


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Quem não se recorda da série de animação "Os Estrumpfes"? Tenho ideia de que passou na RTP no princípio dos anos 80 e há bem pouco tempo na TVI.
 
Esta série teve bastante êxito no Brasil, sendo conhecida como "Os Smurfs".
A série foi produzida pela Hanna-Barbera Productions com base na criação do ilustrador belga Pierre Culliford. Antes de passarem pela televisão as histórias foram publicadas em banda desenhada, nos finais dos anos de 50, mais propriamente em 1958, estando portanto agora a celebrar 50 anos.

Os Estrumpfes eram criaturas azuis, muito pequenas, com características de duendes e que viviamm em plena floresta, em casinhas pequenas, com formato de cogumelos.
Estes seres pacíficos e alegres, eram chefiados pelo Grande Estrumpfe, com a sua simpática barba branca e o inconfundível barrete encarnado que o diferenciava dos barretes dos restantes estrumpfes, que eram brancos.
Outras personagens principais eram a Estrumpfina, sempre motivo de disputas e paixonetas entre a estrumpfaria, o Estrumpfe Inventor, o Estrumpfe Guloso, o maldoso feiticeiro Gasganete e o seu gato Azarel, sempre dispostos a tramar a vida dos simpáticos bonecos azuis. No final das histórias e aventuras, porém, as criaturas cor do céu levavam sempre a melhor sobre o Gasganete.
A série ainda hoje continua a ser muito conhecida e envolve bastantes acções de marketing, com a venda de muitos produtos associados.
Desta simpática série, guardo alegres recordações e também uma bela caderneta de cromos que a Panini, Editorial Pública e a Agência Portuguesa de Revistas publicaram em 1982.

- Sítio oficial: The Smurfs

Cromos soltos - Coluna - S.L. Benfica - 1966

 

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Coluna, foi um dos grandes e míticos jogadores de futebol do Sport Lisboa e Benfica dos inesquecíveis anos 60.
Mário Coluna chegou ao clube da Luz proveniente do Grupo Desportivo de Lourenço Marques, de Moçambique, na época de 54/55, na qual se sagrou campeão nacional. Viria a repetir a conquista do título maior do futebol português até 69/79, a última época em que jogou pelos encarnados, emigrando para o clube francês Lyon, onde jogou duas épocas (70/71 e 71/72).  Ao todo conquistou 10 Campeonatos e 6 Taças de Portugal pelos encarnados e ainda 2 Taças dos Campeões Europeus, em 1961 e 1962, disputando ainda três outras finais, que perderia (1963, 1965 e 1968).

Coluna foi o capitão da célebre Selecção Nacional, "Os Magriços" que conquistou o 3º lugar no Campeonato do Mundo de Futebol em 1966, na Inglaterra. Pela selecção A, foi internacional por 57 vezes

6/22/2008

Caderneta de cromos - Génios da Bola - 78/79

 

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"Génios da Bola" - Época: 78/79
Edição: Acrópole
Formato: 230 x 320 mm - 255 cromos - Cada equipa é formada por 15 cromos. Para além das 17 equipas do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, inclui ainda um conjunto de cromos designados de Selecção da UEFA, integrados num concurso onde o objectivo era acertar no nomes dos respectivos cromos, não identificados.

Sempre gostei de caricaturas pelo que os cromos de jogadores de futebol com esta técnica estão entre os meus preferidos. Felizmente em Portugal sempre houve bons mestres de caricaturas desportivas, dos quais destaco o saudoso Francisco Zambujal.

Esta caderneta "Génios da Bola", é uma das emblemáticas colecções de cromos de futebol, sendo desenhada pelo também excelente caricaturista Juvenal, com o seu elegante traço, com um estilo muito próprio e inconfundível, que aprendi a gostar do jornal "O Norte Desportivo", para onde desenhava, nos anos de 70.

É uma caderneta interessante e que deve fazer parte do lote de um qualquer bom coleccionador. Por outro lado, é das boas cadernetas no estilo de caricaturas, figurando ao lado das populares colecções do género como a "Caricaturas de Futebol da 1ª Divisão - 1976/1977", da Sorcácius e da "Arte e Futebol" - 1979/1980, da Mabilgráfica (esta com caricaturas de Francisco Zambujal).

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A abelha Maia


"A Abelha Maia" foi uma das séries de animação mais emblemáticas que passaram na nossa RTP e ainda hoje é recordada com carinho por todos aqueles que foram crianças nos anos 70, quando passou por cá, mas não só, porque a série na actualidade é frequentemente editada e vendida em DVD e continua a fazer as delícias de muitas crianças.

Maia é uma simpática e curiosa abelha que, deixando a sua colmeia quando esta vivia momentos de crise, e contra a opinião e conselhos dos mais velhos, parte à descoberta de outros sítios e novas aventuras, fazendo novos amigos, como o pequeno Willi e o gafanhoto Flip. Pelo meio Maia vai fazendo todo um percurso e aprendizagem de vida de insecto, com os erros e asneiras próprias da idade de criança até se tornar num ser experiente e mais ponderado. Afinal de contas o percurso de qualquer ser humano. Mais tarde a pequena abelha ajuda a sua antiga comunidade a salvar-se de um plano de ataque das inimigas vespas e assim volta a merecer o carinho, amizade e respeito da colmeia natal sendo perdoada e bem acolhida.

Esta série teve origem no livro "As Aventuras da Abelha Maia", no original alemão "Die Biene Maja und ihre Abenteuer", de autoria do escritor Waldemar Bonsels.
A série em questão, com 104 episódios, produzida por uma casa de animação japonesa, estreou na Alemanha em 1976, tendo passado pouco depois em Portugal. Foi uma série que obteve muito êxito em vários países europeus mas também no próprio Japão.

As personagens:
Maia - a abelha
Willi - o melhor amigo de Maia, também abelha
Flip - o gafanhoto - amigo de Maia e Willi
Kurt - o escaravelho das rosas
Puck - a mosca
Kassandra - abelha, professora na escola das abelhas
Thekla - a aranha


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- Abertura na versão em japonês
- Abertura na versão em espanhol
- Abertura na versão em francês

A letra da música de abertura:
Lá num país cheio de cor
Nasceu um dia uma abelha,
Bem conhecida p'la amizade
Pela alegria e p'la bondade.

Todos lhe chamam a pequena abelha Maia,
Fresca, bela, doce abelha Maia.
Maia voa sem parar
No seu mundo sem maldade.
Não há tristeza para a nossa abelha Maia,
Tão feliz e doce, abelha Maia
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti.

Numa manhã ao passear
Vi uma abelha numa flor,
E ao sentir que me olhou
Com os seus olhitos de cor.

E esta abelha era a nossa amiga Maia
Fresca, bela, doce abelha Maia
Maia voa sem parar
No seu mundo sem maldade
Não há tristeza para a nossa abelha Maia
Tão feliz e doce, abelha Maia
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti

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Nome da série noutros países:
Abelha Maia (Portugal)
Abeja Maya (Espanha)
Die Biene Maja (Alemanha)
L'Apemaia (Itália)
Maija Mehiläinen (Finlândia)
Maja de Bij (Holanda)
Maya l'abeille (França)
Maya the HoneyBee (Inglaterra)
Mitsubachi Maaya no Boken (Japão)
Pszczółka Maja (Polónia)

6/18/2008

- "Quem sóis Vós, Senhor?" - Catecismo do 1º ano - Iniciação

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Este catecismo foi posto em circulação em 1971, patrocinado pela Comissão Episcopal da Educação Cristã e pelo Secretariado Nacional da Catequese, numa fase experimental, com o propósito de colher sugestões de párocos, pais e catequistas. Depois disso consolidou-se e continuou a ser utilizado durante vários anos incluindo os anos 80. A edição que possuo e da qual extraí as ilustrações deste post é de 1987.
Trata-se de um catecismo que graficamente rompia com as características mais realistas da anterior série do Catecismo Nacional, em uso nos anos 50 e 60, do qual falaremos em próxima oportunidade. Por conseguinte as ilustrações ocupam um maior espaço, bastante coloridas e de traço mais estilizado. Os textos também são mais resumidos, confinando-se a frases curtas e objectivas, quase sempre extraídas da Bíblia e do Evangelho. Como quase todos os catecismos do 1º ano dá forte ênfase às principais etapas da vida de Cristo, tal como a Anunciação, Natividade, Paixão e Ressureição.
É composto por 24 lições e comporta ainda as principais orações como o Benzer, o Pai-Nosso, Avé-Maria, Oração da manhã, Oração da Noite e o Acto de Contricção.
Formato: 117 x 168 mm - 64 páginas. Não tem indicação do ilustrador.
É um catecismo muito bonito e que certamente faz parte da memória de tantos portugueses que na época frequentaram a catequese católica.

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