- Cartaz publicitário vintage da Porto Barros.
1/29/2009
1/28/2009
Desodorisantes Oki...uma certa atmosfera!
Já tivemos a oportunidade de falar aqui do conhecido desodorizante 8x4. Pois bem, hoje chega a vez do também conhecido Oki, num cartaz publicitário do final dos meados dos anos 70.
O slogan: Desodorizantes Oki...uma certa atmosfera!
Actualmente tenho uma ideia, se calhar exagerada, de que os desodorizantes já não são tão ampla e popularmente usados como nos anos 60 e 70. Nessa altura, os desodorizantes, pelo menos entre os adolescentes, estavam na moda e serviam até para disfarçar os sintomas da pouca frequência de um bom banho. Eram assim, pensava a malta, uma marca da personalidade aromática de cada um.
As raparigas preferiam os aromas suaves e fragrâncias florais e campestres; já os rapazes, os machos, esses preferiam cheiros mais fortes, mais quentes (nunca percebi essa da temperatura dos cheiros). Seja como for, quem usava Oki era detectado pelo nariz a dezenas de metros de distância. Aliás, acho que isso acontecia com todos os desodorizantes em spray.
O melhor mesmo era um bom e suave sabonete, como o Feno de Portugal, sobre o qual falaremos um dia destes.
Soube bem recordar...e cheirar. Santa Nostalgia.
1/27/2009
Crónica Feminina - Nº 617
Revista CRÓNICA FEMININA. Edição Nº 617 de 19 de Setembro de 1968.
Entretanto pode recordar os nossos anteriores artigos sobre a popular revista Crónica Feminina:
Artistas de Cinema - Cromos II
Na sequência do nosso anterior post sobre a caderneta de cromos "Artistas de Cinema", de 1965, damos continuidade à publicação de alguns dos respectivos cromos, grandes figuras do mundo do cinema dessa fantástica década.
1/26/2009
Águas medicinais Vidago Salus
Hoje trago à memória um antigo postal publicitário às Águas Vidago Salus.
"É a mais rica das águas alcalinas. Facilita e digestão, descongestiona o fígado e limpa os rins. Associada ao vinho ou a outra bebida alcoólica é excelente e agradável".
Desde há longas décadas que as Águas Vidago Salus fazem parte do nosso quotidiano, logo das nossas memórias e recordações.
Hoje em dia o consumo de águas de mesa, naturais ou gaseificadas, está generalizado e cada vez mais fazem partes das nossas refeições, tanto em caso como nos restaurantes.
Noutros tempos, porém, o consumo de águas minerais, de modo especial as gaseificadas, eram consumidas quase como um complemento medicinal, principalmente contra más-disposições e enfartamentos, daí a designação de águas medicinais.
Por conseguinte, beber dessa água e logo de seguida arrotar, era um bom pronúncio de boa disposição. Não admira que estas águas estivessem por caso mais como um remédio do que propriamente uma bebida.
Hoje em dia o consumo de águas de mesa, naturais ou gaseificadas, está generalizado e cada vez mais fazem partes das nossas refeições, tanto em caso como nos restaurantes.
Noutros tempos, porém, o consumo de águas minerais, de modo especial as gaseificadas, eram consumidas quase como um complemento medicinal, principalmente contra más-disposições e enfartamentos, daí a designação de águas medicinais.
Por conseguinte, beber dessa água e logo de seguida arrotar, era um bom pronúncio de boa disposição. Não admira que estas águas estivessem por caso mais como um remédio do que propriamente uma bebida.
Quanto à história de Vidago e suas famosas águas medicinais, o melhor será espreitar o sítio da Vila de Vidago, ou ainda um bom artigo publicado no Blog da Rua Nove. Também a não perder o Blog Meu Vidago, documentado com postais antigos daquela pitoresca terra.
1/22/2009
Café "A Brasileira"
O estabelecimento foi fundado por Adriano Teles, farmacêutico do Porto, que, ainda jovem, decidiu tentar a sua sorte emigrando para o Brasil. Lá, dedicou-se ao negócio do café, com o que enriqueceu nos finais do século XIX.
De regresso ao Porto, montou uma torrefacção e fundou "A Brasileira", inaugurada e 4 de Maio de 1903, para servir café à chávena. Não havia na cidade, por essa altura, o hábito de tomar café em estabelecimentos públicos. Adriano Teles para promover o seu produto ofereceu, durante os primeiros treze anos de "A Brasileira", o café à chávena de graça no seu estabelecimento a quem comprasse um saquinho de grãos de café.
Numa visão, do que hoje poderíamos chamar de marketing, Adriano Teles mandou pintar em várias paredes e pardieiros da cidade o slogan que se tornaria famoso: O melhor café é o d'A Brasileira.
Adriano Teles não se quedou pelo Porto, abrindo "A Brasileira" de Lisboa, no Chiado, em 1905 e "A Brasileira" de Braga em 1907.
fonte: wikipédia
Hoje trouxe à memória dois antigos postais ilustrados do famoso café "A Brasileira", uma das míticas marcas ligadas ao Porto e simultaneamente um dos emblemáticos edifícios da baixa da Invicta, concretamente da Rua Sá da Bandeira.
O café e o seu consumo fazem parte das minhas mais distantes memórias. Claro que o café no meu tempo de criança não era consumido como nos tempos modernos, servido numa pequena chávena e debitado por uma máquina. Nessa altura o café era confeccionado numa grande cafeteira de alumínio e era servido em malgas de barro, servido simples ou misturado com leite e substanciado com tostas ou até côdeas de pão. Uma delícia.
Pode ser da distância do tempo, mas não há dúvida que nessa altura o café tinha mesmo sabor a café...e aroma.
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