9/13/2009
Ases do Mundial de Espanha - 82 - Caderneta de cromos
9/11/2009
Tele Semana - Caderneta Motocromos
Estávamos em 1976 e a Tele Semana era a revista semanal que nos dava conta da programação da televisão, na altura apenas a RTP com os seus dois canais. Para além disso, a revista trazia diversos assuntos do mundo do espectáculo e temas de sociedade. Um pouco dentro da linha das revistas similares actuais, diga-se, mas sem a quase pornografia.
Os cromos foram distribuídos no suplemento da revista desde a edição Nº 151 a 165, ou seja, ao longo de 15 semanas. Como se depreende pelo nome, os cromos eram dedicados ao mundo dos motociclos. Cada cromo representava um modelo de motociclo e as suas características técnicas.
9/10/2009
Tempo de vindimas
9/09/2009
OMO – Detergente que lava mais branco
9/08/2009
Refrescos Tang – Refrescos Royal
9/07/2009
Os famosos do futebol português – 75/76 – Universal – Caderneta de cromos de caramelos
Hoje trago à memória a caderneta de cromos de caramelos OS FAMOSOS DO FUTEBOL PORTUGUÊS, uma edição da Universal, correspondente à época de 75/76. Esta caderneta parece ter sido a última edição da Universal e representou também o fim de um estilo tão característico que foi o dos cromos de caramelos, que dominou o mercado especialmente na década de 40 a 60.
Existem, é certo, várias cadernetas de cromos de caramelos ainda editadas nos anos 70, incluindo esta, mas o conceito já estava em decadência ou em abrandamento, com os cromos em envelopes surpresa a ganharem a preferência dos coleccionadores. Por isso, entre estes, considera-se que a primeira metade da década de 70 como o período de transição entre os dois conceitos de edição e venda de cromos.
Por este motivo, os cromos de caramelos, de modo especial da temática de futebol, são hoje em dia objectos queridos pelos coleccionadores, sendo muito raros e bastante valorizados. Uma caderneta pode atingir valores entre os 250 e 500 euros, ou mais e os cromos vendidos individualmente ou em pequenos lotes podem valer de 1 a 5 euros por unidade, dependendo da raridade e do estado de conservação.
Quanto a esta caderneta da Universal, reporta-se, como se disse, à época 75/76 do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Divisão. Apesar de ser considerada a derradeira edição desta profícua casa editora, manteve-se o clássico esquema de apresentação, ou seja, uma equipa por página, com o nome do clube na parte superior, 11 jogadores por equipa e o cromo adicional, correspondente ao emblema, neste caso, o último cromo de cada equipa. O cromo do emblema em várias colecções também ocorria habitualmente como o primeiro cromo de cada equipa ou até estampado na própria caderneta.
O formato da caderneta também é o habitual, sensivelmente o tamanho A4.
Os cromos apresentam um cenário vistoso, com um fundo amarelo e uma baliza por detrás do jogador. Este, como era a regra predominante está representado em pose de corpo inteiro. O nome do clube surge na parte superior, o número do cromo num círculo verde, ao lado da zona dos joelhos dos jogadores e o nome destes ao fundo. Nas laterais surgem barras floreadas. Simples mas vistoso no conjunto, uma das características dos cromos de caramelos.
A capa tem um grafismo simples mas interessante, com uma cena de acção num jogo de futebol entre o Benfica e um clube que veste de branco, que na época poderia ser o Farense ou o V. de Guimarães. Na jogada surge o inconfundível Eusébio e em primeiro plano, a cabecear, parece-nos ser Vitor Baptista ou até Vitor Martins. Será?
As equipas representadas: Benfica, Sporting, F.C. Porto, Boavista, V. Guimarães, Belenenses, Leixões, G.D. da CUF, Farense, V. Setúbal, Atlético, U. de Tomar, Académica, S.C. Braga, Estoril-Praia e Beira-Mar.
Nessa época de 75/76 (como de resto aconteceu na época anterior e na seguinte) o campeão foi o Benfica, com 50 pontos, seguido do surpreendente Boavista, de José Maria Pedroto (que em 77/78 obteria o título ao serviço do F.C. do Porto), com 48 pontos e nas posições seguintes, o Belenenses, o Porto e o Sporting, com 40, 39 e 38 pontos, respectivamente. Nessa época desceriam à Segunda Divisão o Farense, G.D. da CUF e U. de Tomar.
Para os lugares vagos, subiriam na época seguinte o Montijo, Portimonense e Varzim.
Esta época para mim ficou marcada sobretudo pelo excelente campeonato do Boavista, que esteve às portas de ser campeão e ainda pela queda dos históricos G.D da CUF e U. de Tomar, que não mais regressariam ao escalão maior do nosso futebol, entrando num declínio nada condizente com os respectivos historiais.
Totobola - Guia do apostador 1973/1974
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