11/27/2009

Trabalhos agrícolas no Outono


o passeio do paulo livro segunda classe sn1

trabalhos agricolas outono livro segunda classe sn2

Do livro de leitura da segunda classe, reproduzo aqui duas lições interligadas muito apropriadas à actual estação do ano, o Outono. Quem trabalha ou trabalhou nos campos, sabe bem que é assim; É mais uma parte do ciclo interminável da natureza, mesmo parecendo que está adormecida para um viçoso despertar mais tarde na Primavera, mas a verdade é que o trabalho nunca falta ou nunca pára nos campos.
Depois das colheitas, dos frutos, uvas, milho, feijão, etc, é preciso preparar as terras para as sementeiras próximas, lavrando e estrumando. Quem tem animais tem que garantir pastos verdes para a sua alimentação e não há tempo para abrandar as canseiras.

11/25/2009

Gelado Split, da Olá

 

gelado ola split morango santa nostalgia

 

É verdade que em pleno Outono, com algum frio e sobretudo chuva, o desejo por gelados não é tão latente como nos longos e quentes dias de Verão. Mas também não deixa de ser verdade que os gelados, graças aos modernos equipamentos de conservação em frio, tornaram-se num produto de consumo de todo o ano.


Neste sentimento, e até para trazer à memória os apetecíveis dias de Verão, pelos quais ainda temos que esperar alguns meses, a não ser que se vá de férias para o hemisfério sul ou países tropicais, deixamos aqui um cartaz publicitário do princípio dos anos 80, alusivo ao gelado da Olá, o Split, dominado por um recheio de baunilha com cobertura de morango. Bem bom!


Digam lá se não lembra logo o Verão e as tardes de praia, em chinelos e calções, sentados à sombra de uma esplanada?

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11/24/2009

Toddy pronto – Já está!

 

toddy pronto santa nostalgia

 

Depois do Nesquik, voltamos a relembrar o Toddy, num cartaz publicitário dos anos 80. Toda a magia do produto e da sua relação com a criançada está patente neste cartaz.

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11/21/2009

Leite sim, mas com Nesquik


nesquik santa nostalgia

O Nesquik da Nestlé sempre foi um produto muito apreciado. Simples ou com leite, quente ou frio, era uma deliciosa maravilha, principalmente nos tempos frios. Fica aqui a recordação de um cartaz publicitário do princípio dos anos 80.

Hoje em dia continua a ser comercializado e com o mesmo sucesso de sempre, mesmo assim sem fazer esquecer o saudoso Toddy.

11/18/2009

Jogadores da Bola – 57/58 - Altesa

 

Hoje trazemos à memória a caderneta de cromos de caramelos “Jogadores da Bola”, uma edição da Fábrica de Confeitaria Produtos Altesa, L.da.

Esta colecção de cromos de caramelos é referenciada à época futebolística de 57/58, sendo que representa equipas que nessa época não integraram os participantes oficiais, tais como o V. Guimarães, Boavista, Sc Farense e Sp. da Covilhã, bem como, em contrapartida, omitiu clubes participantes, casos do Oriental de Lisboa e GD da CUF, tanto mais que a caderneta engloba 16 equipas contras as 14 oficiais, um desacerto que de resto não era novidade nas colecções de então.

Equipas representadas: Sporting, SL Benfica, FC Porto, CF Belenenses, Académica de Coimbra, Lus. de Évora, V. Setúbal, FC Barreirense, Caldas SC, SC Braga, Salgueiros, Torriense, V. Guimarães, Boavista FC, SC Farense e Sp. da Covilhã.

A caderneta, que apresenta na capa uma vistosa ilustração com uma cena de jogo do derby lisboeta e nacional Benfica – Sporting, segue a estrutura clássica de 11 cromos por página, com jogadores representados a corpo inteiro em pose num fundo amerelo e verde, que dá bom efeito ao conjunto dos cromos colados numa grelha floreada.

Como não podia deixar de ser, esta colecção tem a magia e nostalgia de todas as colecções de cromos de caramelos.

 

jogadores da bola altesa capa sn3

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jogadores da bola altesa benfica cromo sn1

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11/17/2009

A nossa casa – A casa do lavrador

 

a nossa casa casinha  sn

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Hoje em dia , de um modo geral, as casas modernas são grandes, funcionais e confortáveis, mesmo que de apartamentos se fale. As novas técnicas de construção aliadas aos modernos materiais de construção e equipamentos tecnologicamente avançados, permitem de facto soluções de habitabilidade muito boas.

É claro que, infelizmente, ainda há muita gente a viver em velhas habitações, degradadas e nada funcionais e até mesmo em barracas, mas essa é uma realidade difícil de ser erradicada. Mas, apesar de tudo, muito se tem feito para a requalificação urbana e dignificação de quem habita nesses míseros espaços chamados habitações..

Seja como for, o que se pretende dizer, a propósito das páginas acima publicadas de dois antigos livros escolares, é o sentimento de carinho que de um modo geral temos para com as nossas casas, nomeadamente as casas de nossos pais e avós, as casas paternas, aquelas onde nascemos e crescemos.

Desde as mais simples e humildes às mais imponentes e magestosas, desde as da aldeia até às das vilas e cidades, todos nós temos ligações emocionais às nossas casas. No meu caso, nasci e cresci na casa de meus avôs paternos, herdada em parte pelo meu pai. É uma típica casa de lavrador (quase descrita nas páginas acima), com rés-do-chão e sobrado, como se chamava ao Andar e com cobertura com beiral de telha de canudo e com cornija. Na parte inferior existem compartimentos de arrumos, como a adega, a casa do lagar e no sobrado, a cozinha, sala e quartos e um amplo corredor, a que chamamos de varanda, com um renque de janelas viradas a nascente, a partir da qual se acede às restantes divisões. Paradoxalmente, sendo uma casa grande, não tinha casa de banho, mas sim uma simples retrete no logradouro da casa. Mais tarde, construímos de forma adjacente esse indispensável compartimento.

No logradouro, dispostas ao redor do chamado quinteiro, existem várias construções em pedra destinadas a currais do gado, galinheiros e ainda um tanque com água de nascente a cair dia e noite que abastece a casa e rega parte da quinta, coberto por ramada de videiras. Ao lado, o velho espigueiro onde descansa o resultado da colheita de milho. E claro, nas traves do alpendre, os ninhos de andorinha.

Hoje, na casa vive apenas a minha mãe mas semanalmente recebe sempre a visita dos vários filhos.

Claro está que muitas mais recordações podem ser associadas às nossas casas mas essas são pano para mangas de outras histórias e outras nostalgias.

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