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3/02/2011

Belas pernas com meia-calça C.D.

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Cartaz publicitário, do ano de 1969, à meia-calça Bea, da C.D., fabricada na Dinamarca. Resta saber se a bela modelo é de origem nórdica ou muito portuguesa.

Curiosamente, as meias-calças, em diferentes materiais ou texturas, mas quase sempre em tons escuros, e complementadas com botas altas e mini-saias ou vestidos de malha, também curtos, têm estado  na moda neste Outono/Inverno e realçam, de facto, a elegância das pernas femininas.
Como se vê, há modas que são intemporais, assim como a beleza de umas bonitas pernas.

- Sobre o tema:
Meias C.D – Com C.D quem ganha é você!
Meias e peúgas CD

3/01/2011

Maizena – Uma longa história


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A farinha de amido de milho MAIZENA nasceu nos Estados Unidos no distante ano de 1856, uma criação dos irmãos Duryea. A empresa dos irmãos, a Corve Stach Manufacturing inicialmente vendia farinha fina de milho mas de uma forma a granel pelo que a Maizena surgiu devidamente embalada de modo a oferecer melhores condições de higiene e depressa se tornou num produto comercial com muita popularidade.
A Maizena chegou a Portugal quase meio século depois, em 1905 e desde então tem-se mantido num produto muito popular, com diversas utilizações. Inicialmente e durante várias décadas foi até utilizado como produto adequado para engomar vestuário mas  sobretudo na confecção de papas para bébés. Contudo, com a chegada ao mercado de produtos como as papas Cerelac, Milupa e outros,  mais adequados e elaborados, a Maizena perdeu importância nesse sector mas continuou a ser comercializada sobretudo para culinária e pastelaria, sendo um popular espessante de molhos e sopas.
Pessoalmente, enquanto bébé, também fui alimentado com a papa da farinha Maizena, bem como os meus irmãos mais novos. Recordo que muitas vezes lhes preparei e dei  a papa a comer.
A Maizena faz assim parte das nossas memórias de infância e tiveram um importante papel na nossa alimentação e crescimento nesses primeiros meses de vida.
Quanto à imagem da Maizena, cujo nome deriva do termo “maíz”, a palavra espanhola para milho, destaca-se sobretudo pela viva cor amarela das suas caixas e o grafismo tem-se mantido quase inalterável desde há longas décadas, no que tem contribuído para a referenciar e reforçar como um produto clássico e tradicional.
Na actualidade, depois de um percurso por vários proprietários ao longo da sua história,  a Maizena é uma das populares marcas da multinacional Unilever, sendo comercialiazada em diversos produtos, específicos para diferentes utilizações.


2/27/2011

Tabuada de Multiplicar - Livrinho

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A tabuada de multiplicar, uma das bases da aritmética que tão diligentemente se ensinava e aprendia nos meus tempos de escola.

2/26/2011

Primeiro Livro da Infância

 

Hoje trazemos à memória o “Primeiro Livro da Infância”, sitema legográfico de leitura inicial, de autoria de Augusto Gomes de Oliveira, com distribuição por Domingos Barreira - Editor e Livraria Simões Lopes.

O livro em questão é da 12ª edição, do ano de 1939 e estava inserido na Campanha Nacional Contra o Analfabetismo. É um livro muito interessante e bem estruturado, com os passos necessários à aprendizagem da leitura e escrita.

Este exemplar em particular, está muito bem conservado, apesar do amarelado do tempo.

Não deixa de ser curiosa a nota introdutória do autor à edição:

“Mais uma edição; mais um triunfo na gloriosa e extenuante luta em prol da criança. E se é certo que os lucros materiais por nós auferidos têm sido nulos, também, é verdade que, a satisfação moral resultante da nossa obra a favor do ensino é para nós a melhor recompensa.”

Esta mensagem soa de facto a desactualizada, pois hoje em dia o negócio dos livros escolares é tudo menos “…um triunfo na gloriosa e extenuante luta em prol da criança".” Hoje faz-se tudo por lucro e a criança e o ensino em si mesmos são apenas um meio.

Por outro lado, com a actual crise no ensino e na educação, que de modo especial afecta a classe dos professores, pressionados, nada dignificados e muito desautorizados nos aspectos do exercício da disciplina e respeito, estamos em crer que sobra pouca “...satisfação moral”.

Sinais dos tempos. Afinal, passam já mais de 70 anos sobre a edição do livro e de todos quantos por ele aprenderam poucos já estarão entre nós, o que não deixa de ser comovente pensar-se que um velhinho de 78 anos aprendeu as primeiras letras por este belo e intemporal livo.

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2/20/2011

Bandeira de Portugal

 

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(clicar para ampliar)

PORTUGAL

Minha terra, quem me dera
Ser humilde lavrador,
Ter o pão de cada dia,
Ter a graça do senhor!
Cavar-te por minhas mãos,
Com caridade e amor.

Minha terra, quem me dera
Ser um poeta afamado,
Ter a sina de Camões,
Andar em naus embarcado,
Mostrar às outras nações
Portugal alevantado.

 

António Correia de Oliveira


2/17/2011

Fantasma – O Espírito que caminha

 

Completam-se hoje 75 anos (17 de Fevereiro de 1936) que o herói de Banda Desenhada, conhecido e popularizado entre nós como “O Fantasma”, apareceu pela primeira vez,  com publicação, em tiras, no jornal “New Yorker American Journal”, o que passou a fazer-se diariamente.

Em Portugal o herói deu à costa editorial em 1952, quase duas décadas depois, publicado na clássica revista de Banda Desenhada “Condor”. Seria, no entanto, popularizado sobretudo na revista “Mundo de Aventuras”, onde era presença mais ou menos assídua, quase sempre com belas capas do artista Carlos Alberto Silva. Apesar disso, o Fantasma e as suas aventuras encheram páginas de outras conhecidas publicações portuguesas, como o “Jornal do Cuto”, “Audácia”, Heróis Inesquecíveis” e outras mais.

Pessoalmente, temos vários números de várias colecções.

O Fantasma terá sido uma espécie de advento e percursor dos super-heróis “de pijama e collants”, já que a sua característica indumentária foi uma espécie de matriz para futuros heróis, sobretudo do universo da Marvel, realçando o aspecto físico e os movimentos na acção.

O Fantasma, conhecido como “o espírito que caminha” e “o homem que nunca morre”, tinha o palco da sua acção e aventuras numa selva africana, mais ou menos imaginária, chamada de Bengala, e tinha o seu refúgio numa caverna com a entrada em forma de caveira, de resto também a marca do seu famoso anel com que marcava o rosto dos bandidos e fora-da-lei que combatia numa luta interminável, quase sempre ao lado da sua bela namorada Diana Palmer (com a qual chegou a casar), o seu cavalo “Herói”, o seu cão “Diabo” e outros mais.

O Fantasma nasceu da inspiração de Lee Falk, “pai” do não menos famoso mágico do mundo da  Banda Desenhada, “Mandrake” e o desenhador  Sy Barry, que deu continuidade ao trabalho anterior de Ray Moore e Wilson McCoy, terá sido, quanto a nós, o que lhe imprimiu o seu traço mais característico. Na actualidade, rezam as crónicas que o trabalho criativo das tiras diárias do herói está a cargo de Paul Ryan.

O Fantasma é assim muito justamente, um dos muitos heróis fantásticos que povoaram o nosso imaginário de crianças e apesar da provecta idade, que afinal não faz mossa para quem se diz ser “imortal”, continua a sua infindável missão de combater os maus e estar ao serviço dos fracos e oprimidos, mesmo que continue a sua aura de mistério ou não fosse conhecido por Fantasma.

Faz falta um herói destes na selva da nossa sociedade portuguesa e não faltariam criminosos a precisar de ser marcados.

Do nosso espólio, ficam algumas das capas consagradas ao Fantasma.

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- Excelente sítio que nos fala do “Fantasma”


Pós Keating - O exterminador da bicharada

  Cartaz publicitário do ano de 1930 O anúncio refere-se aos célebres "Pós de Keating" (Keating's Powder), um dos insecticidas...

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