9/01/2013
Nivea Solar – …faz bronze bronze
8/30/2013
Cursos por correspondência – Garanta o seu futuro
Desfolhando uma popular revista datada de Março de 1984 verifico que na mesma edição estão publicados 4 anúncios (CCC, CETOP, CIT e CEC – Álvaro Torrão). Ambas ofereciam um amplo leque de opções desde os clássicos cursos de línguas até a formação em culinária, corte-e-costura, secretariado, electricidade, fotografia, electrónica, informática, desenho e pintura, etc, etc. Da CCC até fazia parte no seu rol, o emblemático curso de guitarra clássica, que entusiasmado subscrevi no princípio dos anos 80; Obviamente sem resultados, mas aliciado pela “generosa” oferta de uma guitarra (sim, grátis), mas que na realidade não passava de um reles instrumento, pouco maior que um cavaquinho, sem qualquer qualidade, muito abaixo do que hoje designamos por chinesice. Ainda o tenho arrumado no sótão, mais empenado que uma cavaca das Caldas.
8/29/2013
Férias 2013 – Casa Visconde de Chanceleiros
8/23/2013
Férias 2013
O Santa Nostalgia tem sido pouco produtivo nestes últimos dias devido ao merecido regime de férias. Ainda há uns dias para aproveitar. Na próxima semana andaremos por terras do Alto Douro, e espera-nos por algumas noites uma confortável cama numa conhecida quinta vinhateira na zona do Pinhão.
Nesta semana, que está a acabar, foi uma visita pela zona nascente do Alto Alentejo: Évora, Estremoz, Vila Viçosa, Alandroal, Terena, Reguengos de Monsaraz, Monsaraz, Alqueva, Mourão, Olivença (sim, é portuguesa), Elvas, Portalegre, Marvão, Castelo de Vide, Nisa, Vila Velha de Ródão, entre outras, foram terras e locais que mereceram a nossa visita. É verdade que apanhamos o inferno alentejano com 42 de temperatura (34 às 23 horas em Mourão), mas valeu a pena. Ficamos com os olhos e a alma repletas de Alentejo, mesmo que tenha sido uma correria. As noites foram passadas na Vila Planície (Telheiro – Monsaraz) e no Hotel El-Rei D. Manuel (Marvão – fotos acima).
Apesar da situação, que julgamos nunca se ir resolver, porque coragem e coerência não são qualidades dos governantes, são notórias as marcas da pertença de Portugal, pelo menos no património já que na cultura poucos serão os que efectivamente terão interesse em que a cidade seja devolvida à administração portuguesa. Pela parte dos espanhóis, obviamente, puxam a brasa à sua sardinha.
8/18/2013
É Domingo…é Verão e estamos em férias: Vai uma Laranjina C?
Pela leitura de algumas referências à sua história, ficamos a saber que esta marca nasceu na empresa Francisco Alves & Filhos, de Venda do Pinheiro, Mafra, com origem no ano de 1926. Para além de refrigerantes, a empresa da região oeste produzia também os míticos "pirolitos" mas a "Laranjina C" devido à sua comercialização a nível nacional e às consecutivas campanhas publicitárias, com incidência na televisão a partir dos anos 60, era sem dúvida um dos seus principais produtos.
A invenção do Dr. Trigo foi logo adquirida por Léon Beton, de Boufarik na Argélia, país que então era uma colónia francesa, e que ali começou a utilizar na sua preparação as saborosas e frescas laranjas, sem quaisquer adições de corantes e conservantes, premissa essa que foi explorada nas acções de publicidade.
Essa bebida foi rebaptizada para Orangina, marca registada nessa ano de 1935, nome que ainda se mantém apesar das várias alterações ao nível da propriedade, até porque já depois de ter sido transferida da Argélia para França, em 1962, após a independência daquele país do norte de África, a marca foi adquirida pela empresa francesa Pernod Ricard, em 1984.
Por sua vez a Pernod Ricard vendeu os direitos da Orangina à Cadbury-Schweppes, em 2001. O rol das transacções não ficou por aqui e a Cadbury-Schweppes vendeu a sua participação europeia para o fundo de investimentos da Blackstone e Lion Capital.
Finalmente, em 2009, as respectivas participações foram vendidas à japonesa da Suntory. Pelo meio, já nos anos 90, a marca esteve para ser vendida à poderosa Coca-Cola Company, negócio gorado pelo governo francês e fundamentado pelo perigo de concentração e monopólio do mercado.
8/12/2013
Leituras para a 3ª classe - Livro escolar
Como o tempo corre! De facto passam já mais de 4 anos após a data em que trouxemos à memória o manual escolar “Leituras para a 2ª Classe”, de Clotilde Mateus e J. Diogo Correia, uma edição da Editora - Livraria Enciclopédica de João Bernardo, com sede na Rua da Cruz dos Poias, 95 - Lisboa. Hoje, volvido todo esse tempo, trazemos à tona dos dias o livro irmão, o correspondente à 3ª Classe, uma edição de meados dos anos 30. Tem as mesmas características do da classe anterior, nomeadamente o formato (144 x 190 mm), mas com mais páginas (156). Tem igualmente belas ilustrações, algumas impressas a cores.
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