- Cartaz publicitário do ano de 1972
Regressamos à publicidade ao Terylene, tido como “o que há de mais sofisticado em Londres, de vivo em Milão, de onovador em Nova York”.
- Tópico relacionados, ou não:
- Cartaz publicitário do ano de 1972
Regressamos à publicidade ao Terylene, tido como “o que há de mais sofisticado em Londres, de vivo em Milão, de onovador em Nova York”.
- Tópico relacionados, ou não:
Tem o formato de 125 x 183 mm e possui 144 páginas, muitas delas com tons de cor nas inúmeras ilustrações de autoria de Carlos Carneiro. É um livro de leitura muito agradável abarcando diversos temas divididos em leituras para as diferentes estações do ano.
Pela sua idade e natureza (livro utilizado por crianças de 6, 7 anitos, é extremamente raro, principalmente em boas condições.
- Cartaz publicitário do ano de 1972
- Caixa de cigarros Nobel – Brasil
- Caixas de cigarros Nobel – Espanha
Pouco sabemos sobre esta marca de cigarros Nobel, mas a ter em conta o cartaz publicitário acima, definia-se como um gosto internacional. Paralelamente, definia-se como de baixo teor de nicotina, o que não deixa de ser um contra-senso numa época em que pouco ou nada se ligava aos malefícios causados pelo vício de fumar tabaco.
Pelo que conseguimos apurar na CigarettesPedia, a Nobel tem produção no Brasil e em Espanha donde será originária.
- Cartaz publicitário de 1975
Monsieur Rochas, da Rochas - Paris, um perfume masculino. Lançado em 1969, na actualidade está descontinuado mas continuam a ser comercializados excelentes perfumes desta famosa casa ligada à moda, perfumes e cosméticos fundada por Marcel Rochas em 1925, iniciando-se então como casa de alta costura.
Alguns dos perfumes desta casa parisiense: Femme, Madame Rochas (lançado em 1960), Monsieur Rochas (1969), Eau de Rochas (1970), Audace (1972), Mystére, Macassar (1980), Lumiére (1984), Byzance (1987), Gloibe (1990), Eau de Rochas - Homme (1993), Tocade (1994), Fleur D´Eau (1996), Rochas Man (1999), Lui (2003), Poupée (2004), Eau Sensuelle (2009), Eau de Rochas - Fraiche (2010),
Ontem a RTP Memória passou o popular filme português “Aldeia da Roupa Branca”, realizado por Chianca de Garcia, com Beatriz Costa num dos principais papéis. Este filme de 1938, estreado no início de 1939, é um dos incluídos na chamda idade de ouro do cinema português. Apesar das inúmeras vezes que tem passado na televisão, é sempre agradável de ver e recordar pelo pitoresco das personagens e sobretudo pela enorme rixa entre povo e músicos na cena da romaria.
Aqui ficam as letras de duas das músicas cantadas pela Beatriz Costa
ALDEIA DA ROUPA BRANCA
Ai rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Roupa no monte a corar
Vê lá bem tão branca e leve
Dá ideia a quem olhar
Vê lá bem que caiu neve
Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.
Ai rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Olha ali o enxoval
Vê lá bem de azul da esperança
Parece o monte um pombal
Vê lá bem que pombas brancas
Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.
Ai rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Um lençol de pano cru,
Vê lá bem tão lavadinho,
Dormimos nele, eu e tu,
Vê lá bem, está cor de linho.
Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.
AS PRINCESAS DA CIDADE
As princesas da cidade, oh, ai!
São bonequinhas de armar
Só a nossa “colidade”
É de lavar e durar
Só a nossa “colidade”
É de lavar e durar
Se o noivo é de Caneças
E a noiva é da Malveira
Já podem pedir meças
Á saloiada inteira
Mas se não for com essas
Vá lá doutra maneira
A noiva de Caneças
O noivo da Malveira
Toma lá, dá cá
Quem não tem não dá
Quem estala a capa do canejo
Quem não deu, não dá
Quem já deu, dará
Não sejas tola
Dá-me um beijo
Nossos braços são quentinhos, oh ai!
Têm força para abraçar
E nos peitos redondinhos
Pode um homem descansar
E nos peitos redondinhos
Pode um homem descansar
Se o noivo é de Caneças
E a noiva é da Malveira
Já podem pedir meças
Á saloiada inteira
Mas se não for com essas
Vá lá doutra maneira
A noiva de Caneças
O noivo da Malveira
Não temos bocas pintadas, oh ai!
Não temos a carne mole
“Semos” desenxovalhadas
E crestadas pelo sol
“Semos” desenxovalhadas
E crestadas pelo sol
Se o noivo é de Caneças
E a noiva é da Malveira
Já podem pedir meças
Á saloiada inteira
Mas se não for com essas
Vá lá doutra maneira
A noiva de Caneças
O noivo da Malveira
A revista-magazine "Vida Mundial", com o lema "O mundo numa semana" nasceu a partir da transformação do jornal semanário homónimo, fundado no ano de 1939 por José Cândido Godinho. Efectivamente, a partir do Nº 1456, de 5 de Maio de 1967 passou para o formato de revista, igualmente com tiragem semanal.
A “Vida Mundial” durou até 1979, sendo então exitinta por falta de viabilidade económica, o mesmo acontecendo com as demais publicações da proprietária Sociedade Nacional de Tipografia, S.A.R.L.
Não consegui confirmar se o semanário "Vida Mundial Ilustrada - Semanário Gráfico de Actualidades", também fundado por José Cândido Godinho é o mesmo a que foi dada continuidade em 1967 como formato revista. Terá sido uma publicação autónoma ou mesmo um suplemento? Tanto quanto consegui apurar, terá sido publicado entre 1941 e 1946. É um assunto a necessitar de confirmação.
Por ter atravessado o período da revolução do 25 de Abril de 1974, como naturalmente o antes e o depois, a revista "Vida Mundial" é um importante documento sobre esse abrangente espaço temporal, social e político. O exemplar que corresponde à semana em que ocorreu e revolução pode ser descarregado na Hemeroteca Digital.
Durante o Estado Novo esteve sujeita ao lápis azul da Comissão de Censura, o que de resto anunciava normalmente na página 2.
Apesar dos seus conteúdos serem visados pelo olho estatal, a revista conseguia semana após semana trazer ao leitor importantes assuntos nacionais e internacionais o que constituía uma excelente fonte de informação sobretudo de actualidade política (mormente no que se referia ao estrangeiro), mas também social e cultural.
Em Fevereiro de 1998, com direcção de José Goulão e Miguel Portas, foi lançada uma revista com o mesmo título, tendo durado 23 números, até Dezembro de 1999. Não consegui apurar, contudo, qual a relação de ambos os títulos, se foi uma forma de ressurgimento ou somente um projecto distinto que apenas usou o mesmo título.
As informações acima prestadas podem ser escassas e incompletas mas a verdade é que no que se refere à sua história, a revista “Vida Mundial” está ainda muito mal referênciada. Felizmente, em sítios de vendas e leilões, bem como em alfarrabistas, ainda é possível adquirir vários exemplares, sobretudo dos anos 70, cujos preços oscilam entre 3 a 10 euros.
A história da 7UP, conforme registada pela marca em Portugal, revela um percurso de inovação que começou muito antes da sua chegada à Euro...