5/27/2010

ALF – Uma coisa do outro mundo

 

 

alf uma coisa do outro mundo

alf uma coisa do outro mundo rtp

Está a passar na RTP Memória, a série de televisão ALF - Uma coisa do outro mundo, que passou originalmente na RTP no final dos anos 80.
Esta série de origem norte-americana, foi exibida pela primeira vez em 1986, pela NBC, cujos 102 episódios, de cerca de 25 minutos duraram até 1990.
A série obteve bastante êxito, mesmo entre nós, e pretendia parodiar um filme que fora êxito uns anos antes (1982), o E.T., de Steven Spilberg.

Gordon Shumway, ou ALF, a figura central da série, um extra-terrestre, ou alienígena, proveniente do planeta Melmac, seu suposto último sobrevivente depois de este se ter destruído. Em fuga pelo espaço,  acaba por captar e seguir um sinal de rádio e dirige-se para a Terra. Ao entrar na tmosfera a sua nave fica danificada e acaba por aterrar de emergência na garagem da família Tanner, que depois de o esconder do Exército que procuravam o rasto da nave, decidem adoptá-lo e assim integra-se no dia-a-dia dessa típica família norte-americana e à volta dela surgem os diferentes pretextos e enredos das diversas histórias.
ALF resume-se a um boneco simpático, de aspecto  exôtico, de baixa estatura, ruivo, muito peludo, com focinho comprido e um apetite voraz por gatos e com outros gostos e modos esquisitos que constantemente chocam com os convencionalismos da sua família adoptiva, mas simultaneamente muito estimado por esta, pelo  que tudo se lhe desculpa e perdoa.

Pessoalmente tenho fortes memórias desta série mas, verdade se diga, nunca me entusiasmou sobremaneira. À distância de um pouco mais do que 20 anos, ao assitir a alguns episódios agora repostos, mantive a mesma impressão. Apesar disso, reconheço que a série na altura e no contexto tinha atributos para ser popular e por isso era um bom entretenimento.

+ Sobre a série:

[na Wikipedia]

[no Youtube]

5/26/2010

Santa Nostalgia no Facebook

 

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O Santa Nostalgia abriu há tempos conta na popular rede social Facebbok. Quem quiser assim juntar-se e partilhar ideias, conversas, memórias e nostalgias, já sabe…

[ Link ]

5/22/2010

Filuminismo – Carteiras de fósforos com desportistas - 2

 

Num anterior artigo [link] falámos aqui de uma fantástica colecção de carteiras de fósforos, editada nos anos 60 pela Sociedade Nacional de Fósforos - Lisboa, composta por 90 carteiras, com ilustrações de José Pargana, retratando alguns dos nomes mais sonantes do desporto portuiguês de então, nomeadamente nas modalidades de futebol, hóquei em patins, ciclismo e  atletismo.

Hoje damos à estampa mais alguns exemplares.

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[clicar nas imagens para ampliar]

5/16/2010

Sebenta

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Já temos aqui falado dos cadernos escolares, esses auxiliares da nossa aprendizagem na escola primária,  mas certamente voltaremos ao assunto.

Hoje, porém, quero trazer à memória a velha Sebenta, no fundo, um artigo complementar aos cadernos escolares, mas uma espécie de pau-para-toda-a-colher. As suas folhas, de um papel mais ordinário e lisas, permitiam qualquer tipo de apontamentos, desenhos ou exercícios e, porque mais volumosas, tinha mais durabilidade.

Creio que não há quem não tenha passado pela escola primária, há mais ou menos tempo, que não tenha memórias das suas sebentas. Pessoalmente tenho alguns exemplares ainda virgens, mas recordo-me de várias, e esta recordação prende-se, naturalmente, com a ilustração da capa.

Para além de tudo, jamais esquecerei a brincadeira à volta da sebenta, desde logo os diversos jogos de palavras à volta do nome. Por exemplo: Se És Bom Estudante Não Tires Apontamentos. Veja-se que as iniciais usadas correspondem a SEBENTA. Outra, menos conhecida: Se És Bonita E Namoras Tens Amor. Outra ainda: Se És Burro Estudante Não Terás Amanhã. Esta última dizia-nos a professora.


- Tópicos relacionados, ou não:
caderno escolar – Pêbêcê – Anos 40
Caderno escolar Scotch
Caderno escolar - João de Deus
Cadernos escolares - A família Pituxa
cadernos escolares – Castelos
Dia Nacional dos Castelos

5/12/2010

TV Gente – Fernando Pessa

 

Passaram já alguns dias (29 de Abril) sobre o aniversário do falecimento de Fernando Pessa, essa carismática e popular figura do jornalismo, da rádio e da televisão, que nos deixou em 2002, poucos dias depois de completar a emblemática idade de 100 anos, fazendo dele o decano de todos os jornalistas portugueses.
A propósito desta conhecida e acarinhada figura, deixamos aqui um cromo publicado na revista Tele Semana, no início dos anos 70, integrado na rubrica TV Gente, sobre a qual já aqui falámos.

tv gente fernando pessa - santa nostalgia

5/11/2010

História da Fátima contada aos pequeninos

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Numa altura em que o país católico se prepara para receber o Papa Bento XVI, que visitará Lisboa, Santuário de Fátima e Porto, já nos dias 12, 12, 13 e 14 deste mês de Maio, trazemos à memória o livrinho "História da Fátima contada aos pequeninos", uma edição da Majora, com textos do  P.e Armando Pereira e magnificamente ilustrado pela artista Laura Costa, muito popular e apreciada pelas ilustrações de inúmeros livros de contos e fábulas, sobretudo para a Majora e que deliciaram o imaginário de várias gerações de crianças e adolescentes. Também ilustrou vários livros de tematica religiosa, alguns dos quais falaremos noutras oportunidades, incluindo o I Volume do Catecismo Nacional, nos anos 50. 
 
Este livro não tem data impressa mas tudo leva a crer que seja dos anos 50.
Laura Costa captou como ninguém a beleza característica do vestuário tradicional português do fim do séc. XIX e princípios do séc. XX pelo que as suas ilustrações estão recheadas de pormenores e apontamentos repletos de um bucolismo que eternece. O seu estilo é inconfundível. Dentro da mesma linha, são famosos os seus postais de Natal e a série de vestuário que ilustrou também para uma colecção de postais (de que falaremos noutra altura) emitidos pela conhecida marca de S. João da Madeira, a Oliva.

Fiquem com as ilustrações do livro "História da Fátima contada aos pequeninos":

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5/09/2010

Flor de laranjeira

 

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(clicar para ampliar)

Hoje colhi estas duas fotos no meu pomar e por elas saltaram-me algumas memórias relacionadas com a flor de laranjeira. Noutros tempos, eram presença quase obrigatória nos ramos e cabelos das noivas que casassem na época da floração, que por cá ocorre entre Abril e Maio.

A flor de laranjeira sempre teve na cultura popular um simbolismo de pureza e simplicidade. Sendo tão brancas e tão delicadas, são imensamente perfumadas e ao redor das árvores, em dia de sol, o seu doce perfume é inebriante.

É verdade que os tempos mudaram e as noivas hoje em dia preferem outras flores, mais vistosas, mais comerciais, mais exôticas. Mas por outro lado, diga-se com  alguma ironia, a simplicidade e a pureza (no sentido de virgindade) há muito que deixaram de ser atributos da maior parte das noivas. Mudam-se os tempos….

Para além do simbolismo, beleza e perfume, as flores de laranjeira têm diversas aplicações, desde perfumes, culinária, xaropes, licores e chã, sendo este recomendado sobretudo como calmante ou para combatar as insónias (pessoalmente uso com êxito misturando folhas de passiflora). Tem ainda propriedades como adstringente, sendo anti-séptica, amaciante, emoliente, hidratante, anti-acne, e recomendada para peles oleosas.

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