6/14/2010

Livro de leitura da primeira classe - PDF

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Ao longo do tempo de existência deste nosso espaço, temos recebido inúmeros pedidos de cedência de um ficheiro PDF do saudoso livro de leitura da primeira classe.

Para além da partilha das memórias e recordações aqui no blog, nunca foi nossa intenção partilhar coisas no sentido de cedência de ficheiros ou material físico, para além de uma ou outra situação excepcional, como já aconteceu. De facto, já tivemos o prazer de satisfazer alguns pedidos especiais e bem justificados e também tivemos a sorte de, em contrapartida ser contemplados com algumas ofertas interessantes, que sempre agradecemos. No fundo o bonito valor do "dar mas também receber". É um valor que tem andado esquecido, mas ainda vale.

Por regra não estamos receptivos a partilhar porque não é essa a nossa função, para além de eventuais conflitos com direitos de autor que ainda possam subsistir para certos materiais, pelo que nos casos, raros em que facultamos  o ficheiro, apelamos a uma utilização meramente pessoal e reservada.

Para além do mais, quem tiver realmente interesse nos livros pode andar atento a sítios de vendas online, como no Coisas e no OLX, bem como nomeadamente de alfarrabistas, porque de quando em vez lá aparecem. Nem sempre em bom estado, nem sempre a preços adequados, mas aparecem.

Por conseguinte e em resumo, os interessados podem sempre deixar o pedido, podendo deixar o comentário mas de preferência por contacto email deixando o seu endereço, mas sem qualquer garantia de serem atendidos, pelo menos com resposta imediata. Caso o façam será importante fundamentar o pedido e descrever a sua relação com os livros.

Relativamente ao outro livro da mesma série, o livro de leitura da segunda classe, também já o temos digitalizado. Infelizmente, por motivos vários, e desde logo para facilitar o envio, os ficheiros têm compressão pelo que a qualidade das imagens não é a ideal, mas seguramente servirá os propósitos gerais que é o de rever e matar saudades.

6/13/2010

HandySound Yamaha – O instrumento com jogos!

 

handysound yamaha

 

Quem se recorda deste interessante órgão musical electrónico que fazia furor entre a criançada no início dos anos 80?
Desde logo pela qualidade da Yamaha, não só fabricante de motos mas também de instrumentos musicais. Para além de tudo, para além do teclado e da música, este brinquedo também tinha os tão apetecidos jogos electrónicos. 5 jogos, ainda que musicais. Uma maravilha.
É verdade que em criança nunca tive a felicidade de ter um brinquedo com esta qualidade, mas felizmente, já em adulto adquiri um excelente sintetizador da mesma fabricante, um Yamaha PSR 640, que na altura (vai para 10 anos, custou uma pipa de massa. Ainda está como novo e de vez em quando lá sai música.
Este cartaz publicitário não deixa de evocar o fascínio que esse instrumento brinquedo despertava em quem o lia. Depois, era sonhar ou, com uns papás endinheirados, como aparenta o rapazito do anúncio, com cara de intelectual e filhinho de papá, era pedir e esperar pelo Natal ou pelo aniversário.
Quem sabe se a partir desde HandySound não nasceram bons múiscos. Quem sabe...

É bestial!

6/11/2010

E tudo o vento levou - Gone with the Wind

 e tudo o vento levou

e tudo o vento levou cartaz

Pode parecer mentira, mas só ontem, Domingo, na RTP Memória, tive a oportunidade e paciência de rever de forma completa o clássico filme "E tudo o vento levou", no original "Gone with the Wind". 

 
Em algumas oportunidades, ficaram sempre algumas partes do filme por ver, pois afinal de contas são 3 horas e 42 minutos, dentro da habitual duração de outros grandes clássicos do cinema, como CLEÓPATRA (1963) 4h03; LAWRENCE DA ARÁBIA (1962): 3h42; OS DEZ MANDAMENTOS (1956): 3h40; BEN-HUR (1959): 3h32;SPARTACUS (1960): 3h18. Mesmo assim não vi as cenas iniciais, se bem que já as tinha visto noutras anteriores oportunidades. O facto de hoje ser dia de trabalho não ajudou nada mas lá fui aguentando. 

 
Este filme é de 1939, com os principais papéis interpretados por grandes nomes de então, como Vivien Leigh (Scarlett O'Hara), Clark Gable (Rhett Butler), Olivia de Havilland (Melanie Hamilton Wilkes) e Leslie Howard (Ashley Wilkes).

O filme é por demais conhecido e sobre ele não faltam bons artigos e análises. Para mim é um grande filme e que segue a linha das grandes produções de Hollywood, com muitos figurantes e belos cenários e a clássica bela mulher e as atribulações de um romance à moda antiga.  É claro que pelos padrões actuais o filme pode parecer pouco profundo, ligeiro até, com os temas sociais e históricos da época (guerra civil, escravatura) a serem pouco espremidos, e com os aspectos banais das relações humanas a ocuparem o grosso do tempo, mas tem que se perceber o contexto e a filosofia vigentes na indústria cinematográfica da época em que foi produzido. Afinal o cinema de então, tal como hoje, era sobretudo um espectáculo e entretenimento de massas e não tanto uma coisa dada a grandes reflexões.

Por tudo isso, para além da beleza omnipresente de Vivien Leigh, o filme tem o seu valor e por tudo o que representou, é hoje justamente um dos chamados grandes clássicos do cinema hollywoodesco que sabe bem rever, mesmo que com vários anos de atraso.

Ao conseguir ver o filme na totalidade, ao fim de tantos anos, aprendi também que nunca é tarde para alguns ajustes de contas com coisas que fomos deixando passar, seja um grande filme ou um grande livro.

6/10/2010

10 de Junho – Dia de Camões e de Portugal

 

À passagem do 10 de Junho, Dia de Portugal de Camões e das Comunidades, trago à memória uma das belas colecções de cromos produzidas e editadas em Portugal. Trata-se da clássica caderneta “Camões”, editada em 1966  pela Agência Portuguesa de Revistas. narrando a biografia dessa imortal figura do nosso Portugal, autor dos Lusíadas.

A caderneta, de formato quase quadrado, 220 x 225 mm, é composta por 124 cromos, estes com as dimensões de 56 x 76 mm, resultantes de belos guaches do fantástico artista Carlos Alberto Santos, profícuo pintor, desenhador e ilustrador que dedicou tantos anos à APR. Os cromos  são legendados na caderneta por José de Oliveira Cosme. Cada página, das 31,  comporta 4 cromos e possui belas ilustrações temáticas, monocromáticas, também de autoria de Carlos Alberto.

Esta caderneta de cromos, a par da “irmã” “História de Portugal” – da mesma editora e do mesmo artista - terá sido porventura uma das mais populares e duradouras, do muito quanto produziu a APR nos anos 60, cujo êxito levou à produção de diversas edições. Sendo uma colecção de muita qualidade, artística e documental, é relativamente fácil de encontrar devido às inúmeras edições que teve.

Pessoalmente, ainda me recordo de comprar algumas carteiras de cromos das edições finais. Nessa altura não cheguei a completar a caderneta (o dinheiro era escasso), mas guardei religiosamente os cromos e mais tarde tive a oportunidade de adquirir a colecção completa e em estado impecável, da qual deixo agora algumas belas imagens.

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6/09/2010

Malhas Ameal – Moda Jovem

 

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Cartaz publicitário da marca Ameal, publicado em 1973. Apregoada como uma linha internacional de moda jovem, igualando a mesma qualidade e o requinte de produções estrangeiras.
Ontem como hoje, Portugal produz excelentes artigos e produtos e continua actual a necessidade de valorizarmos o que é nosso.
Quanto à marca Ameal, não consegui grandes informações, mas penso que se refere à empresa Fabrica de Malhas do Ameal S.A. - Porto.
Numa altura em que ainda vigorava o velho regime, num período de censura e brandos costumes, é de registar a naturalidade com que estes anúncios em trajes reduzidos, com belas mulheres, apareciam já, tanto na televisão como nos jornais e revistas, acompanhando as tendências que vigoravam pela Europa.
Aqui tratava-se de roupa íntima feminina, e bem analisadas as peças, poder-se-á concluir que passados 40 anos,  a este nível, as modas pouco mudaram. É claro que, há uma linha mais arrojada, onde predominam as cuequinhas de "fio dental" ou "asa delta", sobretudo nas mulheres jovens, mas no essencial, pondo de lado alguma ousadia e sensualidade a favor do conforto, as cuecas ou calcinhas mais substanciais ainda continuam a imperar nos rabos das portuguesas.

6/08/2010

Mudanças

 

Para aqueles que são visitantes mais ou menos regulares deste humilde espaço, certamente que têm reparado que o layout-template do blogue tem apresentado algumas alterações. Deste modo queremos pedir desculpa, mas na realidade estamos a proceder algumas afinaçõestanto nas cores como nas dimensões base.
Em determinada altura era nossa intenção seguir com o projecto num outro domínio do Blogspot, com um layout-template totalmente reformulado, mas por questões práticas, que para o caso não interessa aqui justificar, abandonamos essa intenção.
Oportunamente o projecto seguirá em domínio próprio, mas enquanto isso não suceder nem for anunciado, continuará por aqui. As afinações ao template-layout vão continuar pelo que agradecemos a compreensão.

Tu e Eu – Leituras para o Ensino Primário – 1ª Fase

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Hoje trago à memória o manual escolar “Tu e Eu – Leituras para o Ensino Primário – 1ª Fase”, de autoria de António Branco.
O livro tem um formato de 147 x 206 mm, com 96 páginas, e está magnificamente ilustrado por Eugénio Silva.
Este livro é posterior ao 25 de Abril de 1974, uma vez que foi editado em 1976. 
 
As lições são interessantes , mas muito simples, com convém às crianças da primeira classe, de autoria de nomes conhecidos, como Irene Lisboa, Cecília Meireles, Alves Redol, António Torrado, Matilde Rosa Araújo, e outros mais.

Entre outras histórias contidas neste livro, não deixei de reparar na que narra as aventuras do Esgravata e da Bicadinha, de autoria de Cecília Gonçalves, que do meu livro de leitura da segunda classe já havíamos falado aqui.
Será que dos nossos habituais visitantes alguém aprendeu deste belo livro?

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