Neste princípio de semana, frio e sensaborão, já ía um copo deToddy, espesso e quentinho a fumegar. Ou mesmo, como diz a publicidade, directamente da lata.
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Neste princípio de semana, frio e sensaborão, já ía um copo deToddy, espesso e quentinho a fumegar. Ou mesmo, como diz a publicidade, directamente da lata.
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Hoje é o Dia Mundial do Doente, instituído em 1992 pelo papa João Paulo II, e recordar algumas situações, como a recente, de uma idosa que morreu só e abandonada no seu apartamento, em Rinchoa - Sintra, sendo descoberta apenas 9 anos depois, e decorrente de um processo de penhora (a faceta implacável e materialista do Estado), e com a recusa sucessiva do próprio Tribunal em ordenar o arrombamento da porta, ante a necessidade lógica e óbvia de se tentar encontrar alguém desaparecido, só reforça a perda ou subversão de valores da nossa sociedade que de um modo geral despreza os fundamentais à vida e à sua preservação. Não fora alguma sociedade civil e algum voluntariado social, de modo especial ligado à Igreja, e os idosos deste país estariam ainda mais abandonados à doença, à solidão e ao desprezo, tanto pelo Estado como pelos próprios familiares.
Com um Estado em que se anuncia que já terá gasto 100 milhões de euros com abortos, depois da entrada em vigor da legalização, e que se permite relaxar políticas elementares de apoio aos idosos, incluindo cortes nas magras pensões, ou à natalidade, não deixa de ser dolorosamente sintomático do estado a que este pobre país chegou. Pode não haver um subsídio para mitigar as dificuldades da doença ou dinheiro para apoio de projectos de lares e centros de apoio e acolhimento, ou para um maior subsídio à maternidade e à promoção da vida, mas há seguramente para milhares de abortos, no geral fruto de condutas de promiscuidade, irresponsabilidade e muitas noitadas de copos de jovens e adolescentes.
Este Estado e este sociedade com estas contradições envergonham-nos.
Passam hoje 52 anos sobre o nascimento de Chalana, um dos nomes incontornáveis do futebol do S.L. Benfica dos meados dos anos 70 e 80.
Fernando Albino Sousa Chalana, nasceu no Barreiro, em 10 de Fevereiro de 1959. Das camadas jovens do F.C. Barreirense, abalou para o Benfica onde chegou na época 76/77, jogando até à época 83/84. Em 1984, teve um dos momentos altos da carreira, quando participou pela selecção nacional no Europeu de 84, realizado em França (que nos eliminou nas meias-finais por 3-2 após prolongamento). Então foi contratado pelo clube francês Bordeús, onde esteve de 84/85 até 87/88, regressando ao Benfica para as duas épocas seguintes. Já em final de carreira, passou pelo Belenenses (90/91) e Estrela da Amadora (91/92).
Arrumada a carreira de futebolista enveredou pela natural carreira de treinador, nomeadamente no Benfica como adjunto e treinador do futebol de formação e ainda em clubes como o Paços de Ferreira (adjunto) e o Oriental.
Avançado genial, com um sobrebo pé-esquerdo e boa capacidade de finta.
Chalana é por tudo isso um dos grandes nomes do nosso futebol.
Para a memória, ficam aqui alguns cromos do Chalana.
Hoje veio-me à memória uma das inesquecíveis baladas italianas, exactamente "Torneró", dos "I Santo Califórnia", um grupo italiano formado em meados dos anos 70, composto por Pietro Barbella (vozes e teclado), Gianni Galizia (guitarra), Donato Farina (bateria), Domenico Ajello (baixo) e Massimo Caso (guitarra).
"Torneró" (Voltarei), foi de facto o seu maior êxito e extravasou a Itália para se tornar popular em todo o mundo com um registo superior a 10 milhões de cópias vendidas.
Os “I Santo Califórnia” participaram em 1977 no clássico festival musical "San Remo" com o tema "Mónica" que se classificou em 3º lugar.
Com o tempo o grupo foi perdendo notoriedade mas em função de "Torneró" fará sempre parte das boas recordações dos temas românticos italianos dos anos 70. Continua assim a ser escutado com agrado, principalmente naqueles momentos mais melancólicos. Para além da música, a letra também se “põe a jeito”.
- Uns anos depois…
Tornerò
Rivedo ancora il treno
allontanarsi e tu
asciughi quella lacrima
Tornerò
Com'è possibile
un anno senza te.
Adesso scrivi aspettami
il tempo passerà
un anno non è un secolo
Tornerò
Com'è difficile
restare senza te.
Sei
sei la vita mia
quanta nostalgia
senza te
Tornerò, tornerò.
Da quando sei partito è, cominciato per me la solitudine
intorno a me c'è il ricordo dei giorni belli del nostro amore
la rosa che mi hai lasciato si è ormai seccata
ed io la tengo in un libro che non finisco mai di leggere.
Ricominciare insieme
ti voglio tanto bene
il tempo vola aspettami
Tornerò
pensami sempre sai
e il tempo passerà.
Sei
sei la vita mia (amore mio)
quanta nostalgia (un anno non è un secolo)
senza te
Tornerò
Tornerò
pensami sempre sai
tornerò
tornerò
Hoje o Google, na sua habitual página de abertura, diz-nos que o Vitinho faz 25 anos. Está um Vitão. De facto, da malta de 80 e 90 quase não haverá ninguém que não saiba quem é o Vitinho, essa figura ternurenta que diariamente durante muitos anos, sempre em horário nobre, em plena guerra com a pasta de dentes e o travesseiro, nos vinha lembrar (aos mais pequenos) que estava na hora de recolher à caminha.
O Vitinho sucedeu aos também populares bonecos especialistas nos preparativos do sono das crianças portuguesas, concretamente a Família Pituxa e os Meninos Rabinos.
Esta lembrança do Google é assim uma feliz memória e uma das raras referências a aspectos portugueses, mesmo que seja, naturalmente, apenas para consumo interno no Google.pt. Valeu!
Tokalon – Responsavelmente mulher.
Cartaz publicitário do início dos anos 70. Para além de todas as virtudes e benefícios apregoados pelo Tokalon, como, de resto, pelos demais produtos congéneres, não deixa de ser curioso que os rostos destas campanhas sejam sempre bonitos e jovens, no que é um paradoxo da publicidade. Assim, mulheres e homens elegantes, com belos e fartos cabelos, bons dentes e pele delicada, são frequentemente associadas aos respectivos produtos, quando, num certo sentido de lógica, deveriam aparecer modelos com características contrárias, ou seja, gordos, calvos ou carecas, desdentados e repletos de rugas, afinal o tipo de clientes a quem supostamente os produtos maiores benefícios trariam.
Mas é claro que para a publicidade e marketing, apesar da sua importante função, estas são questões que não merecem consideração de maior, porque acima de tudo é sua função transmitir e vender a imagem, mesmo que ilusória ou irreal ou nem sempre em pressupostos lógicos..
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