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4/11/2009

Morte de Jesus


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Gravura sobre a Paixão e Morte de Jesus, extraída do Catecismo Ilustrado, da Juventude Cathólica de Lisboa, a partir de uma edição original francesa ( Maison de La Bonne Presse), de 1910.

4/10/2009

O meu catecismo da primeira classe - “Doutrina Cristã – Catecismo Nacional - Vol. I"

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De todos os livros que marcaram a minha infância, e creio que a de muitos rapazes e raparigas da minha geração, os catecismos, a par dos livros da escola primária, ocupam um lugar especial na prateleira das nossas recordações, memórias e nostalgias.
Nesta edição do Santa Nostalgia, em dia de Sexta-Feira Santa, trago à luz da memória o meu catecismo da primeira classe. Trata-se do primeiro volume de uma série chamada “Doutrina Cristã – Catecismo Nacional”, uma edição do Secretariado Nacional de Catequese, publicado durante os anos 50 e 60 e que serviu de base para o ensino da catequese ao nível de todo o país. Estes catecismos foram impressos na Litografia União Limitada, de Vila Nova de Gaia.
Este primeiro volume está profusa e excelentemente ilustrado pela mão da artista Laura Costa, com o seu traço inconfundível, repleto de cor e pormenor. Cada ilustração, por si só, era uma lição e estou certo de que muitos recordarão o seu Catecismo apenas pela beleza das respectivas gravuras.
O Catecismo tem uma dimensão de 12 x 17 cm e 32 páginas.
É importante referir que estes catecismos, tinham uma publicação de apoio, chamada de Caderno de Trabalhos Práticos (que possuo), com gravuras das lições, a preto e branco, destinadas a serem pintadas pelos alunos, bem como textos picotados, também destinados a serem preenchidos. Todavia, talvez pelo seu custo, acrescido ao do catecismo propriamente dito, e dadas as dificuldades económicas da maioria dos pais das crianças nesse tempo, tenho a ideia de que muito raramente este caderno era adquirido. Pelo menos não me recordo de o possuir na altura nem de o mesmo ter sido aplicado na minha Catequese.
Por outro lado, existia ainda um volume auxiliar, destinado às Catequistas, chamado Guia de Ensino, bastante extensivo, com a explicação da mensagem da aula e respectivas actividades, constituindo-se num excelente auxiliar das sessões de Catequese, principalmente em meios pobres onde nem sempre as Catequistas tinham formação adequada.
De referir que quando transitei para a segunda classe da Catequese (por alturas de 1969), foram adoptados outros catecismos, pelo que tudo indica de que esta série de que falámos deixou de ser publicada e utilizada, desconhecendo-se se tal mudança ocorreu a nível nacional, ou apenas no âmbito Diocesano, mas tudo parece indicar que a alteração editorial foi geral. De qualquer forma esta fantástica série “Doutrina Cristã – Catecismo Nacional”, vigorou pelo menos durante duas décadas, um caso invulgar de longevidade, tendo em conta que actualmente os manuais de escola e catequese mudam quase de ano para ano e com edições diversas.
Os objectivos deste primeiro volume, vocacionados para a preparação da Primeira Comunhão, estavam assim expressos no prefácio do mesmo:
Eu sou a Verdade” – disse Jesus. O presente Catecismo vem dar cumprimento a um voto do Concílio Plenário. É destinado a todas as crianças de Portugal, que devem fazer a sua primeira Comunhão à roda dos 7 anos (como desejava São Pio X) a fim de despertar já nos seus corações infantis uma autêntica vida cristã.
Foi para facilitar o trabalho educativo nas Famílias, nas Catequeses e nas Escolas, - a quantos são responsáveis pela alta missão de fazer desabrochar na alma infantil a virtude e a santidade, - que este Catecismo se elaborou por iniciativa do Venerando Episcopado.
Espera-se que o zelo de todos os educadores cristãos faça valorizar o presente texto oficial, cujas lições se acham ligadas ao Tempo Litúrgico (de fins de Outubro a Maio: as lições marcadas –A, servem para melhor permitir essa ligação, na hipótese duma aula semanal).
Ensinando-se, cuide-se da formação cristã da criança: atenda-se às condições várias da sua preparação cristã e desenvolvimento; faça-se com que ela compreenda toda a doutrina, a ame e aplique à sua vida; procure-se que retenha de memória o que deve reter e consequentemente se prepare de modo a poder já confessar-se e comungar pelo Tempo Pascal.
Na festa de Nª Sª do Rosário, aos 7 de Outubro de 1953. M. Cardeal Patriarca.
Como verificámos por este texto, este primeiro volume tinha objectivos específicos mas concretos no ensino da doutrina das crianças que pela primeira vez entravam no ciclo da Catequese.
Oportunamente falaremos dos restantes volumes desta série de Catecismos.

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- As duas últimas imagens referem-se ao tal caderno de trabalhos práticos, que servia de apoio às lições de catequese.

Vestuário - roupas dos anos 60 - 5

 Voltámos a publicar alguns modelos de roupas, em voga em meados dos anos 60. Desta feita, voltam as rapariguinhas com os seus vestidos simples e elegantes, adequados já para o final da Primavera.

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4/09/2009

Viagens pelos livros escolares - 4 - A vocação da cerejeira

 

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No meu pomar, no logradouro da minha habitação, tenho, entre outras espécies de árvores frutículas, duas cerejeiras, uma delas de médio porte, com pelo menos 6 metros de altura. Nesta altura do ano está completamente florida, como uma enorme nuvem branca, mas já com o verde das folhas a querer substituir as flores.
Se as condições do tempo não prejudicarem esta fase do desenvolvimento do fruto no seu estado inicial, creio que lá para meados de Junho devo ter boas cerejas. Isto é, a maior parte, como de costume, será para a passarada (pardais, pegas, gaios, melros, piscos e verdelhões) que habitualmente frequenta o quintal.

Neste sentido, recordo mais uma página do meu livro de leitura da terceira classe, do qual já aqui temos falado, intitulada "A vocação da cerejeira". A lição que dela se extrai é sobretudo a da abundância e da correspondente partilha. De facto, de que nos serve ser egoístas em muitas situações de vida? Esta lição do livro de leitura da terceira classe é assim um bom exemplo que pode ser compreendido à luz das nossas vivências e convivências.

Ainda quanto às cerejeiras, recordo-me dos meus tempos de criança, quando, na quinta de meus avôs paternos existiam três enormes cerejeiras, de boa qualidade, sempre generosas na sua abundante produção. Toda a gente da casa, incluindo a vizinhança, comia cerejas de borla e até fartar. Tantas vezes trepei àquelas cerejeiras para, encavalitado num qualquer ramo, me deliciar a colher e a comer, refrescando assim as saborosas tardes de Junho.
Bons tempos.

 

*****SN*****

4/08/2009

Os garotos da 47-A

os garotos do 47A

Na imagem, Nigel Greaves, no papel de Willy Gathercole, um apaixonado pelo futebol.

Hoje trago à memória uma série de TV, no original "The kids from 47-A", em Portugal exibida com o título de " Os garotos da 47-A".
A série, de origem inglesa, consta de um total de 42 episódios, com cerca de 30 minutos cada, produzida pela ATV Midlands entre 1973 e 1974.
O conjunto dos 42 episódios foram produzidos em três séries: A primeira com 15 episódios, a segunda com 13 e a terceira com 14, incluindo o chamado on-off, que serviu de desfecho à série.
A série foi exibida pela RTP, a preto-e-branco, com estreia em 2 de Março de 1974. Recordo-me que passava aos Sábados, depois da hora do almoço. Quase a seguir à abertura da emissão.

A história mostra-nos um grupo de quatro irmãos, duas raparigas e dois rapazes (com idades de 8, 12, 14 e 16 anos), os Gathercole, órfãos de pai e que viviam com a mãe na 47ª Avenida. Um dia a mãe teve que ser internada no hospital pelo que pediu a ajuda a uma familiar, tia das crianças, para delas tomar conta na sua ausência. Infelizmente, a tia teve um acidente e partiu uma perna pelo que os garotos inverteram os papéis e passaram eles a tomar conta da tia e de si próprios.

A partir da segunda série de episódios, a mãe das crianças morre, pelo que estes ficam entregues a si próprios, sendo Jess Gathercole, a irmã mais velha, já empregada num escritório, a assumir o papel de mãe.
Deste modo, os diversos episódios giram em torno de problemas domésticos e do dia-a-dia que as crianças têm que saber enfrentar e resolver.
No último episódio, exibido já em 1975, Jess casa-se, terminando assim a série.

A série não foi nada de extraordinário, daí serem poucos os que dela guardam memórias, mas não deixou de ser interessante. Era simultaneamente uma lição de vida de entreajuda entre os irmãos, no sentido de contornarem e resolverem os diversos problemas que se lhes deparavam.
Apesar de me recordar relativamente bem da série, assisti a um bom número de episódios, mas dada a distância do tempo não me lembro com rigor se foi exibida na sua totalidade e se de forma contínua.

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Na imagem, Christine McKenna, que obteve uma grande notoriedade poucos anos depois (1979) no papel de Christina (a que corresponde a foto), na também popular série Flambards.

Intérpretes e personagens:
Christine McKenna ...  Jess Gathercole 
Gaynor Hodgson ......  Binny Gathercole 
Russell Lewis ..........  George Gathercole 
Nigel Greaves ..........  Willy Gathercole

Páscoa - Tradições, usos e costumes

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Estamos já à porta da Páscoa, seguramente a maior celebração do calendário da liturgia da religião católica, embora o Natal, pela sua natureza e tradição, seja vivido de uma forma mais abrangente, talvez porque na primeira esteja envolvida a Paixão e morte de Cristo e na segunda, o Seu nascimento.

Na realidade, numa perspectiva humana, a vida sempre esteve impregnada de festividade e de alegria. Pelo contrário, a morte, é em si própria uma fatalidade da génese humana, sempre associada a momentos de dor, de luto, de perca e tristeza, do desprendimento final e forçado das coisas terrenas. É certo que há culturas que encaram a morte de uma forma mais natural, em algumas situações até com alegria, mas mesmo na religião católica, onde se crê que a morte é apenas uma passagem para uma outra dimensão, espiritual, essa foi sempre uma realidade muito pouco compreendida e cultivada, mesmo à luz da Ressurreição de Jesus Cristo. 
 
Seja como for, a Páscoa é uma celebração que comporta em si mesma dois estádios de vivência antagónicos: A morte e o triunfo da vida sobre a mesma pelo que nela prevalece sobretudo a alegria.

Tal como o Natal, a celebração da Páscoa está repleta de tradições, desde as religiosas até às pagãs, bem como a inseparável culinária e gastronomia a ela associadas.
Na parte religiosa, toda a quadra é iniciada no Domingo de Ramos, uma semana antes da Páscoa, relembrando a entrada triunfal de Jesus na cidade santa de Jerusalém, entre aclamações num ambiente de júbilo e louvor, num simbolismo contraditório do que iria suceder nos dias precedentes. 

Quantos dos que O aplaudiram triunfalmente às portas de Jerusalém, nesse Domingo, dias depois O incriminaram e gritaram para ser crucificado, julgando-O ao nível de um reles salteador e criminoso?
Na Quinta-Feira Santa, comemora-se a celebração da Última Ceia, de Cristo com os seus discípulos e toda a sua carga simbólica como instituição da Eucaristia. Depois a retirada para o Jardim das Oliveiras, o abandono dos discípulos na sua dolorosa vigília e a traição de Judas. De seguida o aprisionamento, o interrogatório, a negação de Pedro, o flagelo e a condenação de Jesus, culminando toda a carga dramática  com a Sua morte por crucificação, ladeado por salteadores também condenados, depois de percorrido todo o doloroso caminho do Calvário.

Para além da celebração e vivência de todas estas etapas, muitas terras têm fortes tradições associadas, como seja a reza da Via Sacra, quer nas igrejas quer percorrendo os percursos chamados de calvários, ainda presentes em muitas freguesias.

Na minha aldeia o Calvário é constituído por 17 cruzeiros em granito, dispersos na berma da estrada num percurso de cerca de 1500 metros, desde a igreja matriz até a uma capela localizada numa parte alta da freguesia. Estes 17 cruzeiros (14 estações mais as três cruzes, simbolizando Cristo ladeado pelos salteadores), neste quadra são envoltos com um pano roxo, cor associada à Paixão. 
 
Há terras onde estas faixas são colocadas, durante a Semana Santa, numa das janelas ou porta de cada casa,  sendo, depois da Ressurreição, já no Domingo de Páscoa, substituídas por cruzes floridas.
São, de facto, muito diversas as tradições por este nosso país fora, variando de terra para terra.
Já no dia de Páscoa, ainda sobrevive a tradição da Visita Pascal, também conhecida por compasso.
Na minha aldeia, noutros tempos era apenas um compasso (uma cruz) a percorrer todos os lugares, mas na actualidade, ajustada à sua dimensão, são três os compassos saídos durante todo o dia. Claro que noutras terras mais populosas os compassos são em maior número.

Ainda quanto à minha aldeia, as entradas de casa, junto ao portão da rua, são pavimentadas com alecrim, verdura e flores, como sinal de que se pretende receber a vista da Cruz, grinaldada, simbolizando Cristo Ressuscitado.

Finalmente, há a tradição do Juiz da Cruz, no nosso caso, eleito quatro anos antes, durante a Missa de Dia de Reis. Para além de outras incumbências e encargos, o Juiz é o portador da Cruz e no dia seguinte, segunda-feira, organiza o chamado Jantar do Juiz da Cruz, que por acaso até é almoço. Os convidados são apenas homens casados. Noutros tempos, este banquete era oferecido na própria casa do Juiz, contribuindo os convidados com géneros alimentares, como arroz, açúcar, ovos, galinhas, etç, mas nos tempos actuais, para comodismo de todos, esse serviço é feito num restaurante da zona e a contribuição para ajuda das despesas é feita em dinheiro.

Pelo meio, há a salientar todo o leque de doçaria caseira, desde a regueifa doce, até ao pão-de-ló, doces de coco, doce de amêndoa, biscoitos, etc. Não podem faltar as amêndoas revestidas a açúcar e, claro, o bom espumante português.
Na minha família subsiste ainda a tradição de, logo após a passagem do compasso, o que no caso sucede a meio da manhã, comer-se carne de porco caseira (orelheira e queixada), fumada e acompanhada de pão-de-ló e regada com espumante.

Recordo que, nos meus tempos de criança, os dias que antecediam a Páscoa eram dedicados quase exclusivamente à limpeza anual da casa e a cozinha transformava-se literalmente numa pastelaria, sendo, entre outras doçarias, confeccionada de modo artesanal a saborosa regueifa. Era uma delícia quando a mesma saía do forno a fumegar. Na minha tarefa de ajudante de minha mãe e minha tia, barrava com manteiga derretida as belas regueifas e polvilhava ligeiramente com açúcar granulado. 

Estas regueifas eram depois armazenadas em caixas de madeira, envoltas em brancos lençóis de linho, pelo que passado mais de um mês ainda se consumia regueifa com sabor a fresco.

A quem não desperta vivas memórias e nostalgias este tempo festivo da Páscoa?

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4/07/2009

Viagens pelos livros escolares - 3 - O alcaide do castelo de Faria

 

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(clicar para ampliar)

 

O Alcaide do Castelo de Faria, é uma das inesquecíveis histórias que muitos portugueses aprenderam das páginas do livro de leitura da terceira classe, ao longo de mais de um década, entre finais dos anos 50 e até meados dos anos 70.
Simultaneamente, este é um episódio da nossa história, imortalizado pela pena de Alexandre Herculano, na sua obra "Lendas e Narrativas". Será, pois, uma lenda, como muitas que povoam a História de Portugal, mas certamente não andará longe da verdade.


O episódio demonstra o valor da fidelidade e da coragem, mesmo numa situação dramática e que, no caso, custou a vida a Nuno Gonçalves.

Hoje em dia, todos sabemos que alguns dos valores aprendidos e incutidos pelos antigos livros escolares, pelos nossos professores e em casa pelos nossos pais, são meros fantasmas de um tempo que já lá vai. Valores ou princípios de fidelidade, respeito e disciplina, entre outros, andam pelas ruas da amargura e nalguns casos até são considerados retrógados e conservadores.

A fidelidade vale o que vale, isto é, pouco ou nada, e nem sequer apenas num plano do casamento, mas em muitas outras situações. O respeito perdeu-se completamente, não só pelos outros, a começar pelos mais próximos, crianças e idosos, como por nós próprios. A disciplina, essa há muito que lhe fizeram o funeral e nem é bem vinda em qualquer sector da sociedade, incluindo a escola. Para o fomento da disciplina é necessária autoridade e esta sabemos que pouco importância já tem, sendo mesmo escassa a quem supostamente a deveria usar em benefício comum, ou seja, as forças de segurança.

Face a isto, este episódio do alcaide do castelo de Faria, como muitos outros que realçam velhos valores, morais e cívicos, soa-nos já a uma velharia, que ainda pode ser vista e apreciada mas inadequada ao uso para que foi concebida.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades!

 

*****SN*****

4/06/2009

Espelho meu.... - Correntes na blogosfera

 

Santa Nostalgia

O Santa Nostalgia teve o privilégio de ser indicado como um dos 9 blogues supostamente capazes de divertir, encantar, inspirar e impressionar alguém. Neste caso, o Manuel do excelente blogue "Coisas do Arco da Velha", que nos integrou numa boa companhia.
Modestamente, o Santa Nostalgia não pretende tanto. Quando muito divertir e encantar, porque pretendemos que as nossas memórias, partilhadas por cada um maior número de visitantes, de pessoas, sejam uma espécie de encantamento divertido, ainda que nostálgico. Já quanto a inspirar e impressionar alguém, certamente que não. O Santa Nostalgia é demasiado simples e modesto para almejar a ser fonte de inspiração para quem quer que seja. Pretendemos ser nós próprios. Podemos ser mais um, mas que o sejamos na diferença e na simplicidade. Só neste contexto podemos comprender o aumento diário no número de pessoas que nos visitam.


Como já dissemos, em resposta ao Manuel, não somos muito de alinhar nestas chamadas correntes da blogosfera, em que alguém premeia um grupo de blogues e por sua vez estes devem publicar o logo identificativo do prémio e dar continuidade à corrente, multiplicando-se assim as referências ao referido prémio. É conhecido que este tipo de expediente interessa sobretudo a alguém espertalhaço, isto é, a quem introduz ou despoleta o suposto prémio, angariando dessa forma uma carrada de links que por vezes servem objectivos pouco claros ou interesseiros, como publicidade e outros. Não sei se será o caso.


Seja como for, neste episódio particular, o prémio (Splash Award) o prémio vale pela qualidade de quem nos elegeu, o "Coisas do Arco da Velha".
Sem a preocupação de dar resposta em concreto à corrente, não nos custa deixar aqui alguns bons blogues que, para além de já constarem da nossa lista de lugares, são pontos de visitas regulares. A saber:

Coisas do arco da velha

BIC Laranja

Rua dos dias que voam

Ilustração Portuguesa

Blasfémias 

Aspirina B

 

Poderia indicar aqui dezenas de bons blogues, que habitualmente acompanhamos, das mais diversas áreas, desde a política ao desporto, passando pelas artes e humor, mas, para o caso, o combóio afrouxou neste apeadeiro e aqui nos apeámos.

 

*****SN*****

Kolinos - Pasta dentífrica

  A Kolynos foi uma empresa e marca norte-americana de dentifrícios fundada em 1908, na cidade de New Haven, Connecticut. A fórmula do creme...

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